Num destes dias enquanto fazia compras numa superfície comercial (AKI), por entre as pessoas que ocupavam um dos corredores, reconheci um rosto que não via à alguma tempo, a Stella. Estava na secção dos cortinados e pedia informações a um empregado. Aproximei-me.
- Olá, Stella. Disse enquanto trocávamos dois beijos.
- André! À quanto tempo… Respondeu visivelmente surpresa.
- Que fazes? Perguntei.
- Estou a mudar os cortinados lá em casa, preciso de uns varões maiores, mas não sei como leva-los. Estava a pedir conselhos a este senhor. Respondeu enquanto sorria para o empregado.
- Se precisares de ajuda, dispõe. Disse sorrindo.
- Sim? Tens tempo? Então está bem. Respondeu enquanto dispensava o empregado.
- Para ti tenho todo tempo…
Conheci a Stella à cinco anos, tinha ela 19 anos, foi numa tarde primaveril de Março. Vinha da praia de mais umas horas de surf com os meus companheiros habituais, o Cájo e o Ruca, de regresso a casa passei pela loja de fotografia onde relevo as minhas fotos, ia de carro e quando entrei no largo onde fica a dita loja reparamos nas duas “garinas” que entravam nesse momento na loja.
- Viram bem o back side das ninas? Atirou o Ruca.
- Vimos! Respondemos em uníssono.
Estacionei o carro e dirigi-me para a loja com o Ruca, o Cájo ficara no carro. Quando entramos, lá estavam as duas ninas. Sorrimos para elas que corresponderam devolvendo o sorriso.
- Olá Paulo. Cumprimentei o empregado.
- André, tudo bem? Já tenho o teu material, dois minutos enquanto atendo estas meninas. Respondeu com um sorriso.
- Na boa. Respondi enquanto fixava os olhos numa das meninas.
Ela correspondeu, sorrindo e mantendo o olhar, enquanto a amiga ria e dava-lhe leves cotoveladas. Era muito bonita, pele morena, sorriso magnífico, o decote generoso da blusa deixava adivinhar um peito lindo, os cabelos pretos e encaracolados sobre os ombros davam-lhe um ar exótico.
- Têm muitas qualidades, ficas com a morena ou com a ruiva? Disse o Ruca em meia voz enquanto sorria para mim.
Não respondi, limitei-me a sorrir. Estava encantado com o magnifico sorriso dela, que por sua vez não deixava de cruzar o seu olhar com o meu.
- Aqui estão as fotos. Disse o empregado para ela.
- Obrigado. Respondeu enquanto pagava. Sorriu para mim e saíram as duas a rir.
- A garina gostou de ti. Disse o Ruca a rir.
Estávamos os dois a rir, enquanto o empregado preparava as minhas fotos, quando uma delas, a amiga, voltou. Dirigiu-se a mim com uma foto na mão e a sorrir disse:
- É uma foto da minha amiga, para ti. Deu meia volta e tão rapidamente como chegou assim saiu.
- Tens uma sorte do cassete! Disse o Ruca enquanto olhava para a foto.
No balcão o Paulo ria-se abanando a cabeça.
Com a foto, tipo passe, na mão observava encantado a sua beleza, depois sem querer virei a foto e no verso estava o nome dela e um número de telefone.
- Estás a ver? Disse para o Ruca.
- Eu não disse, tens cá uma sorte! A papinha toda feita…Respondeu a rir.
- Estas miúdas são assim…Disse o Paulo, por trás do balcão enquanto encolhia os ombros. Depois acrescentou:
- Já está, as fotos…
Paguei as fotos, despedi-me do Paulo e ambos saímos da loja a rir.
Cheguei a casa com ela na cabeça e excitado com a perspectiva de conhece-la. Tomei um banho bem quente, depois ainda com a toalha no corpo deitei-me sofá e liguei para ela.
- Olá, Stella? Disse.
- Sim… Respondeu ela.
- O meu nome é André, conhecemo-nos à pouco na loja…Disse.
- Sim eu sei, estou a reconhecer a tua voz. Que vergonha, foi a minha amiga… Respondeu visivelmente atrapalhada.
- Pois… Tenho uma coisa tua, queria devolver-te mais logo. Retorqui.
- Hum… para devolver a foto, né? Disse ela.
- Para te ver… conhecer-te melhor. Respondi.
- Que sugeres? Disse ela.
- Depois do jantar, tipo 21:30 no largo Camões, tá bom para ti? Respondi.
- Combinado, beijinho. Disse ela sorrindo enquanto se despedia.
- Beijo. Respondi.
Eram 21:40 quando chegou, eu esperava por ela num das esplanadas do largo. Estava muito elegante, o vestido preto e justo realçava o belo traço do seu corpo, o sorriso alegre e o cabelo encaracolado tornavam-na mais exuberante.
- Olá André. Disse quando se abeirou de mim.
- Olá Stella. Respondi enquanto me levantava, trocamos apenas um beijo. Depois sentamo-nos lado a lado, as nossas pernas roçaram uma na outra.
- Tens um nome muito bonito, diz contigo: és linda, sabias? Disse eu olhando-o nos olhos.
- São os teus olhos. Respondeu a sorrir enquanto as suas mãos procuravam as minhas.
Gostei do seu calor, a noite prometia… existia uma empatia crescente entre nós. Com a mão afaguei o seu cabelo macio e farto.
- Gosto do teu cabelo. Disse sorrindo.
- Ainda bem. Respondeu no mesmo tom olhando-me com intensidade.
Não resisti, passei o polegar pelos seus lábios e de seguida beijei-a, com doçura primeiro, depois com intensidade. Era o beijo que os nossos corpos pediam. Gostei dos seus lábios macios e carnudos, mordi-a ao de leve antes de explorar a sua boca fresca e intensa. Estávamos assim quando fomos interrompidos pelo empregado de mesa.
- Vão desejar algo? Perguntava o empregado divertido com a situação.
- Tomas café? Perguntei, ela disse que sim.
- Dois cafés e a conta, por favor. Disse ao empregado.
- Ainda estou parva. Disse ela enquanto o empregado se afastava, continuou: nunca me tinha acontecido envolver-me assim…
Acariciei o seu rosto e beijei-a a de leve nos lábios, depois sorrimos. A verdade é que me sentia cada vez mais atraído por ela.
Tomamos o café enquanto falávamos sobre as nossas vidas, apreciei a sua personalidade e voluntarismo. Depois abandonamos o café saindo de mãos dadas, passeamos até à baia de Cascais e ficamos breves momentos abraçados contemplando o mar e o magnifico luar que se estendia por toda a baia.
- Lindo! Disse ela.
Respondi com um beijo longo enquanto as minhas mãos percorriam pela primeira vez aquele corpo bem torneado, trocamos carícias um pouco mais íntimas.
- A noite ainda agora começou… gostas de ouvir musica ao vivo? Perguntei.
- Sim. Estou por tua conta… Murmurou enquanto apoiava a cabeça no meu corpo, com as mãos no meu rabo apertava-me contra ela.
Seguimos para o Bar-Arte, do meu amigo Zé Manuel, no Monte Estoril. É um espaço bem decorado, exposição de quadros e fotos – algumas da minha autoria – e com musica ao vivo diariamente a partir das 23 horas.
Chegamos por volta das 22:40, a casa estava razoavelmente composta ainda assim conseguimos uma mesa com boa visibilidade para o improvisado palco e com alguma privacidade, o ambiente a meia-luz criava uma atmosfera propícia ao romance. Pedimos cerveja e sentados lado a lado, conversamos, trocamos beijos e carícias mais profundas. Enquanto a beijava acariciava o seu peito ao de leve, a outra mão por baixo da mesa já se tinha esgueirado por entre as suas cuecas e acariciava-lhe a vulva rapada, macia e papuda… a sua mão estrategicamente colocada no meu colo apertava-me o pénis deixando-o cada vez mais duro. Quando a musica começou abrandamos um pouco os mimos. Era evidente para todos o clima de paixão entre nós. O ambiente estava fantástico, ficamos até perto das duas da manhã. Já fora do bar junto ao carro, beijamo-nos com tesão, ela com as mãos dentro das minhas calças apalpava-me o rabo e eu com uma mão apalpava o seu delicioso rabo e com a outra penetrava a sua cona quente e húmida. Levantei o seu vestido e admirei o seu belo corpo em particular o peito volumoso sem soutien, ela estava encostada á porta do carro, cheio de tesão abri a porta de trás e sentei-a no banco com as pernas de fora, agachei-me, tirei-lhe as cuecas e abri bem as suas pernas.
- Que fazes? Sussurrou ela cheia de desejo.
- Vou te lamber toda! Respondi com a voz rouca de tesão.
Abri bem a sua vulva e mergulhei com a boca sobre ela, adorei o calor e o seu gosto. Passava a língua no clítoris e penetrava-a, depois baixava uma pouco mais até ao botão de rosa e voltava a subir fixando-me naquela cona deliciosa. Ela gemia e soltava gritinhos, com as mãos acariciava os mamilos, por disse:
- Beija-me! Quero sentir o gosto da minha cona na tua boca…
Assim foi, beijamos nos intensamente enquanto as suas mãos desapertavam as minhas calças e retirava o meu pénis grosso e duro para fora, depois ainda sentada, debruçou-se ligeiramente e mamou desesperadamente no meu pénis, ficamos assim, eu de pé e ela sentada a lamber-me todo. Que delicia de mamada! Estava cada vez mais doido de tesão e ela também.
- André, fode-me! Quase gritou ela.
- Aqui? Disse eu meio surpreso. Estávamos num beco estreito e mal iluminado nas traseiras do bar.
-Oh! Sim… quero-o dentro de mim. Respondeu doida de desejo.
Levantei-a e beijamo-nos, o gosto dos nossos sexos na nossa boca ainda nos deixou mais excitados, penetrei a sua cona com o dedo. Estava em ponto de bala, quente e toda molhada, sentia os seus músculos contrair quando passava o dedo no clítoris.
- Não aguento mais…por favor, fode-me! Disse ela no meu ouvido.
Não se recusa um pedido tão generoso a uma senhora, para mais quando ela se revela tão gostosa e na flor da idade. Assim foi, ela de joelhos no banco de trás com o rabo empinado para fora, eu de pé junto da porta do carro, abri-lhe bem o rabo e duma só vez penetrei aquela cona quente e deliciosa.
- Oh! Tão bom! Disse enquanto a penetrava.
- Sim! Ai… não aguento. Repetia ela entre gemidos e gritinhos.
Meti bem fundo e aumentei o ritmo de penetração, com as mãos agarrava-lhe bem nas ancas para não fugir. Malhava com loucura, completamente descontrolado de prazer.
- Oh! Uiiii… és tão bom! Ela chorava de prazer e empinava cada vez mais o rabo.
Sentia a sua cona a apertar cada vez mais o meu pénis, aumentando no limite o meu prazer, preparei-me para gozar naquele túnel cada vez mais pequeno e gostoso.
- Oh! André… Vem… Vem-te na minha cona! Quase grita ela.
O seu corpo tremia todo e abanava o rabo descontrolada.
Agarrei-a bem pelo rabo, meti tudo dentro dela bem fundo – há conas assim que nos deixam tão doidos que queremos meter tudo, até os testitulos – e explodi de prazer dentro dela.
-Oh! Oh! Oh! Uiiiii…gritamos de prazer.
Foi tão bom e prolongado, que pareceu durar uma eternidade. Nunca tinha comido uma cona tão quente e apertada, numa palavra: Deliciosa!
- Matas-me de prazer! És tão grosso… Disse ela com uma voz melosa.
- Fodes bem! E tens uma cona… tão boa! Respondi ainda excitado.
Ficamos parados na mesma posição um pouco mais, a verdade é que a sentia a sua cona tão grossa e apertada que me prendia o pénis. Tirei a camisa, baixei as calças por completo e comecei a sentir o fresco da noite, era o que precisávamos. Ao fim de uns minutos descolamos, ficamos de pé junto do carro abraçados. Ela compôs o vestido, não tornou a vestir as cuecas, estava de pernas abertas para escorrer o esperma que ia caindo na calçada.
- Doido! Encheste-me de esperma…Disse a rir.
- És sempre assim? Tão boa, tão apertada… vou querer mais! Respondi enquanto trocávamos um beijo doce.
- Ficarmos assim, meio presos, é? Não… só contigo, é muito grosso o teu amiguinho. Respondeu afagando carinhosamente o meu pénis.
Já refeitos da tensão sexual entramos no carro, ela sentada a meu lado encostou a cabeça no meu ombro e disse:
- Leva-me para onde quiseres…
"...Quase a rondar os quarenta, dou-me conta das muitas mulheres que tive, no sentido bíblico. Foram demais? Bem demais, nunca são… O melhor da vida é o amor, mais ainda quando é espontâneo, livre e sem exigências, de todas guardo boas emoções. No fundo que somos nós senão o resultado de emoções que vamos coleccionado ao longo da vida, da aurora até ao crepúsculo, renascendo todos os dias..."
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
sábado, 15 de dezembro de 2007
A carta
Querido! Encontrei-te e perdi-me, sinto e digo coisas que jamais pensei e desconhecia…Desejo a cada instante ver-te, ouvir-te, sentir-te… Adorava partilhar contigo o meu amor, a minha felicidade, o meu corpo, a minha alma, os meus pensamentos, as nossas alegrias e tristezas.
Quero te dizer também que foste o único homem que mexeu comigo, sem me precisar tocar…A tua voz entrou e não saiu do meu pensamento, tocou em algo muito profundo, invadiu-o mesmo na totalidade e promete transformar tudo, eu cedo, pois as forças físicas são menores do que o amor, pela primeira vez estou a deixar este tomar decisões, posso-me magoar, posso-me destruir, posso sufocar, mas não posso perder a oportunidade de ser eternamente feliz…
Provei-te, saboreei aquilo que a muito procurava, o amor, o desejo o prazer… perdi-me ao encontrar estes sentimentos, quero que este sabor seja eterno e que ninguém, nem mesmo o tempo, destrua a fruta mais simples, mas também a que mais prazer me deu saborear!
Amor! Onde estou neste momento não é possível observar o céu, mas também não é importante, com turbulência ou não, a verdade é que contigo conheci o amor e este continua a permanecer, espero, eterno, independentemente do seu aspecto no meu coração… Amar é uma sensação estranha, nova, é desejar, sentir que o nosso pensamento foi invadido por algo tão forte, que comanda tudo, não me consigo concentrar, penso em ti, como se o mundo só a ti se resumisse… Amo-te!
Quando tenho a sensação, que se te perco, perco tudo aquilo que procurei, e quando não procurava alguém me mostrou, que se pode amar e ser amada se pode desejar e ser desejada…Nunca te esqueças de quem jamais se esquecera de ti, os anos estes passam, mas o nosso amor jamais será passado, será sempre presente e futuro!
Querido, és e serás sempre o meu grande amor! O amor da minha vida... apesar da distância, ou por isso, penso em ti como se estivesses aqui... Passaram quatro anos? Fecho os olhos e vejo-te como no nosso primeiro dia, lembraste? Mas vida segue e sei que já não me vês como a tua menina.
Caso-me esta semana, não por amor, mas porque sinto necessidade de preencher o enorme vazio que a tua ausência e "desamor" provocou no meu cada vez mais pequeno coração... Não quero te esquecer, esquecer o nosso amor. Faz parte da nossa vida, mas nesta encruzilhada que a vida é, tenho de tomar uma decisão e seguir (feliz, espero...) em frente e desejar que o amor volte a ocupar de novo o espaço vazio (que ainda e teu) no meu coração.
Caso no próximo sábado, deseja-me sorte, meu amor...
Eternamente tua,
Xana
Quero te dizer também que foste o único homem que mexeu comigo, sem me precisar tocar…A tua voz entrou e não saiu do meu pensamento, tocou em algo muito profundo, invadiu-o mesmo na totalidade e promete transformar tudo, eu cedo, pois as forças físicas são menores do que o amor, pela primeira vez estou a deixar este tomar decisões, posso-me magoar, posso-me destruir, posso sufocar, mas não posso perder a oportunidade de ser eternamente feliz…
Provei-te, saboreei aquilo que a muito procurava, o amor, o desejo o prazer… perdi-me ao encontrar estes sentimentos, quero que este sabor seja eterno e que ninguém, nem mesmo o tempo, destrua a fruta mais simples, mas também a que mais prazer me deu saborear!
Amor! Onde estou neste momento não é possível observar o céu, mas também não é importante, com turbulência ou não, a verdade é que contigo conheci o amor e este continua a permanecer, espero, eterno, independentemente do seu aspecto no meu coração… Amar é uma sensação estranha, nova, é desejar, sentir que o nosso pensamento foi invadido por algo tão forte, que comanda tudo, não me consigo concentrar, penso em ti, como se o mundo só a ti se resumisse… Amo-te!
Quando tenho a sensação, que se te perco, perco tudo aquilo que procurei, e quando não procurava alguém me mostrou, que se pode amar e ser amada se pode desejar e ser desejada…Nunca te esqueças de quem jamais se esquecera de ti, os anos estes passam, mas o nosso amor jamais será passado, será sempre presente e futuro!
Querido, és e serás sempre o meu grande amor! O amor da minha vida... apesar da distância, ou por isso, penso em ti como se estivesses aqui... Passaram quatro anos? Fecho os olhos e vejo-te como no nosso primeiro dia, lembraste? Mas vida segue e sei que já não me vês como a tua menina.
Caso-me esta semana, não por amor, mas porque sinto necessidade de preencher o enorme vazio que a tua ausência e "desamor" provocou no meu cada vez mais pequeno coração... Não quero te esquecer, esquecer o nosso amor. Faz parte da nossa vida, mas nesta encruzilhada que a vida é, tenho de tomar uma decisão e seguir (feliz, espero...) em frente e desejar que o amor volte a ocupar de novo o espaço vazio (que ainda e teu) no meu coração.
Caso no próximo sábado, deseja-me sorte, meu amor...
Eternamente tua,
Xana
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Amor e Sexo...
(...)
Todas as semanas vou ao Porto, supostamente em trabalho, na verdade é mais para estar com uma amiga muito querida, com quem mantenho uma relação íntima a três anos. Um caso raro de longevidade.
Assim na terça-feira, após a reunião matinal na empresa, pus me a caminho do Porto. O trajecto foi mesmo de sempre, A1 embora as obras deixem os nervos em franja, não há outra alternativa…
Como é habitual paro a meio do caminho, na estação de serviço de Pombal. Serve para esticar as pernas e mudar a agua as azeitonas. Estava nessa prazeirosa tarefa, olhando para os três buracos do urinol, quando a Daniela ligou. A custo atendi o telemóvel enquanto a outra mão sacudia o plátano.
- Olá minha menina. Disse sorrindo.
- Meu menino, já estas a caminho? Perguntou.
- Sim, devo chegar ao Porto ao meio-dia. Respondi.
- Oh! Desculpa amor, não vai dar para almoçarmos. Só saio do hospital as 15horas. Disse ela.
A Daniela é médica, recém formada.
- Tudo bem, minha querida. Temos o jantar e a noite toda pela frente. Respondi acrescentando:
- Almoço no Norteshopping, depois vou buscar-te ao hospital, ok?
- Combinado, beijo doce. Respondeu ela sorrindo.
- Beijo molhado. Devolvi enquanto caminhava para o carro.
Já no carro retomei a marcha para o Porto.
Conheço a Daniela a três anos e entre nós no imediato se gerou uma grande paixão. Sou solteiro por opção, gosto demasiado de mulheres para me dedicar apenas a uma, mas ela seria aquela que me levaria a mudar os meus hábitos e talvez casar. Mas não está nos meus planos por agora, embora ela assim deseje.
Adoro aquela sua carinha de anjo com os olhos verdes sempre a brilhar e o sorriso meio tímido que me desarma. Adoro o seu belo corpo; pernas altas e grossas. Peito generoso, o umbigo é perfeito e o seu túnel peludo e estreito é oitava maravilha do mundo onde eu realizo a minhas mais íntimas e profundas fantasias… é uma amante dedicada, carinhosa, meiga. Mas essas qualidades não anulam a sua forte personalidade. É firme e decidida nas suas ambições, nas quais me inclui.
Não conheço ser mais belo do que ela. É tão linda por dentro como é na sua aparência física. Adoro-a como pessoa. É a mulher que qualquer homem quereria ter como companheira e mãe dos seus filhos.
Será amor?
Poderá um homem adorar uma mulher com paixão, ter por ela um enorme tesão, carinho e os sentimentos mais nobres.
Sentir o coração destroçado só com a possibilidade de um dia a perder e ainda assim não a amar? Não será isso mesmo amor? E o que é que o amor tem a ver com tudo isto? Não será somente o desejo no seu estado mais puro, uma questão de pele. Química?
Com estes pensamentos cheguei ao Porto, pelo Freixo, passei ao largo do Dragão (belo estádio) direito a rotunda AEP o destino, NorteShopping. Estacionei onde sempre o faço perto da entrada da FNAC e subi ao piso da restauração.
- André!
Ouvi alguém chamar por mim. Virei-me quando senti uma mão feminina nas minhas costas.
- Olá! Disse ela sorrindo.
Reconheci no imediato. Era a Célia!
- Olá! Tas boa? A quanto tempo… Respondi enquanto nos beijávamos na face.
- Óptima, não vês? Respondeu exibindo um Magnifico sorriso, lábios perfeitos e sensuais, que eu tão bem conhecia.
- Que fazes no Porto? Acrescentou.
- Vim em trabalho, mas em boa hora vim… tenho seguido a tua carreira, muito sucesso! Respondi devolvendo o sorriso.
- Algum. Respondeu com modéstia, acrescentando: Tens companhia para o almoço?
- Agora já tenho. Disse.
- Não mudas. Retorquiu rindo.
Foi muito agradável e inesperado o encontro. Não via a Célia à uns cinco anos, estava ainda mais sensual do nunca. Fomos colegas, amigos e amantes, depois cada um seguiu o seu rumo.
Conhecemo-nos de outras vidas; Ambos fomos manequins e fizemos um trajecto comum na comunicação social. Ela optou definitivamente pelo jornalismo enquanto eu segui outro caminho. Tenho acompanhado a sua carreira, vejo-a esporadicamente num canal de televisão de cabo.
Almoçamos no Armazém da Cerveja, falamos das nossas vidas, de novos projectos. Mas o passado esteve sempre presente. É sempre muito agradável reencontramos alguém com quem partilhamos emoções, intimidades, ambições e mesmo após o adeus, sempre complicado quando a outra parte continua envolvida, ainda assim sentirmos uma grande emoção por esse reencontro.
- Tivemos grandes momentos! Disse ela.
- Só me lembro desses. Respondi com um sorriso.
- Continuas um bom malandro… Retorquiu, acrescentando:
- Tenho de fazer umas compras, acompanhas-me?
- Sim claro, a menos que sejam compras de supermercado. Respondi.
- Roupas… e algumas peças intimas. Devolveu com um sorriso sensual.
A sensação a dejávu assolou-me enquanto a ajudava a levantar da mesa. Já nos corredores do shopping, caminhando a seu lado, senti que a sua mão procurava a minha. Não me fiz de rogado e aceitei o convite dando-lhe a mão. Olhou-me nos olhos e sorriu, acrescentando:
- Entramos aqui esta loja é recente (H§M), quero ver uma saia.
Não respondi, limitei-me a acompanha-la por entre os expositores de roupa, estávamos muito juntos, sentia as suas curvas a roçar no meu corpo. A loja aquela hora (14:30) estava praticamente vazia.
Por fim encontrou o que tanto procurava…a tal saia.
- Gostas? Perguntou colocando a saia à sua frente.
- Muito sensual... Respondi levando as mãos à cabeça.
- Tolo… vou experimentar. Devolveu sorrindo, acrescentou:
- Vem, quero a tua opinião.
Segui-a até aos provadores, sorrimos para a empregada e entramos juntos na cabine de prova. Bastante generosa em termos de espaço e com espelhos estrategicamente colocados de modo a permitir uma visão de todos os anglos.
Logo após trancar a porta os nossos corpos colaram-se um ao outro e beijamo-nos com paixão. As minhas mãos percorreram o seu corpo, esgueirando-se por baixo da roupa até se fixarem, uma no peito e outra na sua generosa vulva. Ela apalpava o meu rabo e lutava desesperadamente com o meu cinto, para desaperta-lo.
- Tira as calças e come-me! Sussurrou ao meu ouvido despia o vestido.
Observei maravilhado o seu belo corpo, estava mais apetitosa do que nunca, enquanto despia as calças. Ela, nua, apenas com os sapatos de salto alto, encostou-se à parede de fundo e preparou-se para me receber. Encostei-me e de imediato senti o calor do seu corpo a transferir-se para o meu concentrando-se no pénis, já em riste.
- Oh! Tas tão quente! Murmurou quando a penetrei.
- Que cona gostosa. Respondi enquanto a penetrava profundamente.
Estávamos ambos de pé e os nossos corpos bem juntos, aumentei o ritmo e intensidade de penetração. Sentia os seus seios generosos esmagados no meu peito, ela gemia enquanto cravava as unhas nas minhas nádegas e pelo espelho via os meus movimentos enquanto a penetrava. Estávamos ambos doidos de tesão!
- Isso fode-me com força… oh! Quase gritava no meu ouvido.
Fiz uma pausa e virei-a ao contrário, ficando com o rosto para a parede e o seu rabo delicioso, empinado, virado para mim. Nessa posição com as pernas bem abertas voltei a penetra-la, fundo e forte. Com uma mão apalpava-lhe as mamas e com a outra acariciava o seu sensível clítoris.
- Oh! Querido… isso… sim… beija-me! Gemia enquanto lambia os lábios.
Assim fiz, beijei-a com tesão, a nossa boca fundiu-se numa só.
Aumentei a intensidade, malhava com loucura, totalmente descontrolado de prazer preparei-me para gozar na sua cona deliciosa.
- Oh! Oh! Uiiiii… vem, vem-te! Gemia enquanto apertava as coxas, estreitando ainda mais o seu túnel gostoso. Não resisti e explodi de prazer dentro dela.
- Oh… És tão boa! Sussurrei ao seu ouvido enquanto atingia o clímax. Acrescentei:
- Tão boa… À muito tempo que não comia uma cona tão boa!
Por momentos ficamos assim, abraçados, depois voltamos à realidade e prontamente nos vestimos.
- É disto que sinto falta. Disse ela, acrescentando:
- Nunca te negas e tens sempre muita energia…onde vais buscar tanta energia?
Não respondi directamente apenas disse:
- Estás mais gostosa que à cinco anos, como o tempo voa…
Saímos da cabine, ao fundo do corredor a empregada olhava para nós intrigada. Quando passamos por ela, disse:
- Está tudo bem?
- Não, não levo a saia. Respondeu depositando a saia no balcão.
Já fora da loja, rimos enquanto caminhávamos de mãos dadas.
- Pensei muito em ti, sofri com o fim da nossa relação, a verdade é que não encontrei outro homem que me preenche-se como tu… Disse olhando no meu olhos.
Ficamos abraçados por breves momentos.
- Adorei reencontrar-te. Tens alguém especial, namorado, amigo… Perguntei.
Ela negou com a cabeça.
- Agora já tens, vamos manter o contacto. Ok? Disse.
- Vou todas as semanas a Lisboa. Disse sorrindo.
- E eu ao Porto, já são dois dias por semana… respondi.
Rimos, trocamos contactos e beijamo-nos intensamente, o tempo era de despedida, eram quase 15 horas, tinha de ir buscar a Daniela ao hospital.
Depois deste reencontro as minhas viagens semanais ao Porto passaram a ter um encanto redobrado…
Todas as semanas vou ao Porto, supostamente em trabalho, na verdade é mais para estar com uma amiga muito querida, com quem mantenho uma relação íntima a três anos. Um caso raro de longevidade.
Assim na terça-feira, após a reunião matinal na empresa, pus me a caminho do Porto. O trajecto foi mesmo de sempre, A1 embora as obras deixem os nervos em franja, não há outra alternativa…
Como é habitual paro a meio do caminho, na estação de serviço de Pombal. Serve para esticar as pernas e mudar a agua as azeitonas. Estava nessa prazeirosa tarefa, olhando para os três buracos do urinol, quando a Daniela ligou. A custo atendi o telemóvel enquanto a outra mão sacudia o plátano.
- Olá minha menina. Disse sorrindo.
- Meu menino, já estas a caminho? Perguntou.
- Sim, devo chegar ao Porto ao meio-dia. Respondi.
- Oh! Desculpa amor, não vai dar para almoçarmos. Só saio do hospital as 15horas. Disse ela.
A Daniela é médica, recém formada.
- Tudo bem, minha querida. Temos o jantar e a noite toda pela frente. Respondi acrescentando:
- Almoço no Norteshopping, depois vou buscar-te ao hospital, ok?
- Combinado, beijo doce. Respondeu ela sorrindo.
- Beijo molhado. Devolvi enquanto caminhava para o carro.
Já no carro retomei a marcha para o Porto.
Conheço a Daniela a três anos e entre nós no imediato se gerou uma grande paixão. Sou solteiro por opção, gosto demasiado de mulheres para me dedicar apenas a uma, mas ela seria aquela que me levaria a mudar os meus hábitos e talvez casar. Mas não está nos meus planos por agora, embora ela assim deseje.
Adoro aquela sua carinha de anjo com os olhos verdes sempre a brilhar e o sorriso meio tímido que me desarma. Adoro o seu belo corpo; pernas altas e grossas. Peito generoso, o umbigo é perfeito e o seu túnel peludo e estreito é oitava maravilha do mundo onde eu realizo a minhas mais íntimas e profundas fantasias… é uma amante dedicada, carinhosa, meiga. Mas essas qualidades não anulam a sua forte personalidade. É firme e decidida nas suas ambições, nas quais me inclui.
Não conheço ser mais belo do que ela. É tão linda por dentro como é na sua aparência física. Adoro-a como pessoa. É a mulher que qualquer homem quereria ter como companheira e mãe dos seus filhos.
Será amor?
Poderá um homem adorar uma mulher com paixão, ter por ela um enorme tesão, carinho e os sentimentos mais nobres.
Sentir o coração destroçado só com a possibilidade de um dia a perder e ainda assim não a amar? Não será isso mesmo amor? E o que é que o amor tem a ver com tudo isto? Não será somente o desejo no seu estado mais puro, uma questão de pele. Química?
Com estes pensamentos cheguei ao Porto, pelo Freixo, passei ao largo do Dragão (belo estádio) direito a rotunda AEP o destino, NorteShopping. Estacionei onde sempre o faço perto da entrada da FNAC e subi ao piso da restauração.
- André!
Ouvi alguém chamar por mim. Virei-me quando senti uma mão feminina nas minhas costas.
- Olá! Disse ela sorrindo.
Reconheci no imediato. Era a Célia!
- Olá! Tas boa? A quanto tempo… Respondi enquanto nos beijávamos na face.
- Óptima, não vês? Respondeu exibindo um Magnifico sorriso, lábios perfeitos e sensuais, que eu tão bem conhecia.
- Que fazes no Porto? Acrescentou.
- Vim em trabalho, mas em boa hora vim… tenho seguido a tua carreira, muito sucesso! Respondi devolvendo o sorriso.
- Algum. Respondeu com modéstia, acrescentando: Tens companhia para o almoço?
- Agora já tenho. Disse.
- Não mudas. Retorquiu rindo.
Foi muito agradável e inesperado o encontro. Não via a Célia à uns cinco anos, estava ainda mais sensual do nunca. Fomos colegas, amigos e amantes, depois cada um seguiu o seu rumo.
Conhecemo-nos de outras vidas; Ambos fomos manequins e fizemos um trajecto comum na comunicação social. Ela optou definitivamente pelo jornalismo enquanto eu segui outro caminho. Tenho acompanhado a sua carreira, vejo-a esporadicamente num canal de televisão de cabo.
Almoçamos no Armazém da Cerveja, falamos das nossas vidas, de novos projectos. Mas o passado esteve sempre presente. É sempre muito agradável reencontramos alguém com quem partilhamos emoções, intimidades, ambições e mesmo após o adeus, sempre complicado quando a outra parte continua envolvida, ainda assim sentirmos uma grande emoção por esse reencontro.
- Tivemos grandes momentos! Disse ela.
- Só me lembro desses. Respondi com um sorriso.
- Continuas um bom malandro… Retorquiu, acrescentando:
- Tenho de fazer umas compras, acompanhas-me?
- Sim claro, a menos que sejam compras de supermercado. Respondi.
- Roupas… e algumas peças intimas. Devolveu com um sorriso sensual.
A sensação a dejávu assolou-me enquanto a ajudava a levantar da mesa. Já nos corredores do shopping, caminhando a seu lado, senti que a sua mão procurava a minha. Não me fiz de rogado e aceitei o convite dando-lhe a mão. Olhou-me nos olhos e sorriu, acrescentando:
- Entramos aqui esta loja é recente (H§M), quero ver uma saia.
Não respondi, limitei-me a acompanha-la por entre os expositores de roupa, estávamos muito juntos, sentia as suas curvas a roçar no meu corpo. A loja aquela hora (14:30) estava praticamente vazia.
Por fim encontrou o que tanto procurava…a tal saia.
- Gostas? Perguntou colocando a saia à sua frente.
- Muito sensual... Respondi levando as mãos à cabeça.
- Tolo… vou experimentar. Devolveu sorrindo, acrescentou:
- Vem, quero a tua opinião.
Segui-a até aos provadores, sorrimos para a empregada e entramos juntos na cabine de prova. Bastante generosa em termos de espaço e com espelhos estrategicamente colocados de modo a permitir uma visão de todos os anglos.
Logo após trancar a porta os nossos corpos colaram-se um ao outro e beijamo-nos com paixão. As minhas mãos percorreram o seu corpo, esgueirando-se por baixo da roupa até se fixarem, uma no peito e outra na sua generosa vulva. Ela apalpava o meu rabo e lutava desesperadamente com o meu cinto, para desaperta-lo.
- Tira as calças e come-me! Sussurrou ao meu ouvido despia o vestido.
Observei maravilhado o seu belo corpo, estava mais apetitosa do que nunca, enquanto despia as calças. Ela, nua, apenas com os sapatos de salto alto, encostou-se à parede de fundo e preparou-se para me receber. Encostei-me e de imediato senti o calor do seu corpo a transferir-se para o meu concentrando-se no pénis, já em riste.
- Oh! Tas tão quente! Murmurou quando a penetrei.
- Que cona gostosa. Respondi enquanto a penetrava profundamente.
Estávamos ambos de pé e os nossos corpos bem juntos, aumentei o ritmo e intensidade de penetração. Sentia os seus seios generosos esmagados no meu peito, ela gemia enquanto cravava as unhas nas minhas nádegas e pelo espelho via os meus movimentos enquanto a penetrava. Estávamos ambos doidos de tesão!
- Isso fode-me com força… oh! Quase gritava no meu ouvido.
Fiz uma pausa e virei-a ao contrário, ficando com o rosto para a parede e o seu rabo delicioso, empinado, virado para mim. Nessa posição com as pernas bem abertas voltei a penetra-la, fundo e forte. Com uma mão apalpava-lhe as mamas e com a outra acariciava o seu sensível clítoris.
- Oh! Querido… isso… sim… beija-me! Gemia enquanto lambia os lábios.
Assim fiz, beijei-a com tesão, a nossa boca fundiu-se numa só.
Aumentei a intensidade, malhava com loucura, totalmente descontrolado de prazer preparei-me para gozar na sua cona deliciosa.
- Oh! Oh! Uiiiii… vem, vem-te! Gemia enquanto apertava as coxas, estreitando ainda mais o seu túnel gostoso. Não resisti e explodi de prazer dentro dela.
- Oh… És tão boa! Sussurrei ao seu ouvido enquanto atingia o clímax. Acrescentei:
- Tão boa… À muito tempo que não comia uma cona tão boa!
Por momentos ficamos assim, abraçados, depois voltamos à realidade e prontamente nos vestimos.
- É disto que sinto falta. Disse ela, acrescentando:
- Nunca te negas e tens sempre muita energia…onde vais buscar tanta energia?
Não respondi directamente apenas disse:
- Estás mais gostosa que à cinco anos, como o tempo voa…
Saímos da cabine, ao fundo do corredor a empregada olhava para nós intrigada. Quando passamos por ela, disse:
- Está tudo bem?
- Não, não levo a saia. Respondeu depositando a saia no balcão.
Já fora da loja, rimos enquanto caminhávamos de mãos dadas.
- Pensei muito em ti, sofri com o fim da nossa relação, a verdade é que não encontrei outro homem que me preenche-se como tu… Disse olhando no meu olhos.
Ficamos abraçados por breves momentos.
- Adorei reencontrar-te. Tens alguém especial, namorado, amigo… Perguntei.
Ela negou com a cabeça.
- Agora já tens, vamos manter o contacto. Ok? Disse.
- Vou todas as semanas a Lisboa. Disse sorrindo.
- E eu ao Porto, já são dois dias por semana… respondi.
Rimos, trocamos contactos e beijamo-nos intensamente, o tempo era de despedida, eram quase 15 horas, tinha de ir buscar a Daniela ao hospital.
Depois deste reencontro as minhas viagens semanais ao Porto passaram a ter um encanto redobrado…
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
Existe algo mais belo...?!
(...)
Há alguma coisa mais bela que o rabo duma mulher?
Redondo, arrebitado, pequeno ou grande.
Prefiro-os em forma de coração, mas todos eles são belos…
E os seios? Haverá algo mais excitante que o peito de uma mulher?
Há para todos os gostos e superam a nossa imaginação; pequenas e rijas como dois limões ou médias e fofas como duas bolas de Berlim, existem ainda as mais generosas, as XXL, com essas damos largas as nossas fantasias mais intimas.
E os mamilos?
Lisos ou pontiagudos, mais escuros ou em tom rosa, eles são o barómetro do desejo.
Excita-me mais as mamas estrábicas; generosas, de mamilos rosa e pontiagudos, cada um olhando para seu lado…
E a barriga? Sim, barriga.
Não há mulher perfeita sem barriga, não precisa ser grande, uma leve saliência, serve.
Realça a perfeição do umbigo. Sim, esse tem de ser perfeito e profundo…Como uma vagina.
E existe algo mais belo e excitante que o sexo da mulher?
Gosto de ver e sentir a maciez da pele delicada, sentir o aroma e o gosto do pequeno molusco.
Não há duas iguais, mais ou menos apertadas, mais ou menos húmidas (o verdadeiro barómetro do desejo), com ou sem pelos. Todas são diferentes e reagem de forma variada ao mesmo denominador, o pénis.
Gosto de todas…
E que dizer das pernas?
Belas ou excitantes, ninguém fica indiferente a um par de pernas… longas ou nem por isso, grossas ou mais esguias.
São preciosas no aumento de volume e temperatura do género masculino.
Para mim as mais longas e grossas são as mais belas…
E por fim o que de mais belo a natureza criou: o rosto da mulher.
A sua importância começa no pescoço; é preferível longo que curto.
Pode ser oval ou redondo, o nariz pequeno ou grande, arrebitado ou não. Importante é o olhar, tem de ter aquele ar de mistério…
E os lábios, que dizer? Existe maior sensualidade? Carnudos ou não, abrem o apetite e deixam-nos levar pela imaginação…
Sim, existe algo mais belo que o corpo de uma mulher?
(...)
Há alguma coisa mais bela que o rabo duma mulher?
Redondo, arrebitado, pequeno ou grande.
Prefiro-os em forma de coração, mas todos eles são belos…
E os seios? Haverá algo mais excitante que o peito de uma mulher?
Há para todos os gostos e superam a nossa imaginação; pequenas e rijas como dois limões ou médias e fofas como duas bolas de Berlim, existem ainda as mais generosas, as XXL, com essas damos largas as nossas fantasias mais intimas.
E os mamilos?
Lisos ou pontiagudos, mais escuros ou em tom rosa, eles são o barómetro do desejo.
Excita-me mais as mamas estrábicas; generosas, de mamilos rosa e pontiagudos, cada um olhando para seu lado…
E a barriga? Sim, barriga.
Não há mulher perfeita sem barriga, não precisa ser grande, uma leve saliência, serve.
Realça a perfeição do umbigo. Sim, esse tem de ser perfeito e profundo…Como uma vagina.
E existe algo mais belo e excitante que o sexo da mulher?
Gosto de ver e sentir a maciez da pele delicada, sentir o aroma e o gosto do pequeno molusco.
Não há duas iguais, mais ou menos apertadas, mais ou menos húmidas (o verdadeiro barómetro do desejo), com ou sem pelos. Todas são diferentes e reagem de forma variada ao mesmo denominador, o pénis.
Gosto de todas…
E que dizer das pernas?
Belas ou excitantes, ninguém fica indiferente a um par de pernas… longas ou nem por isso, grossas ou mais esguias.
São preciosas no aumento de volume e temperatura do género masculino.
Para mim as mais longas e grossas são as mais belas…
E por fim o que de mais belo a natureza criou: o rosto da mulher.
A sua importância começa no pescoço; é preferível longo que curto.
Pode ser oval ou redondo, o nariz pequeno ou grande, arrebitado ou não. Importante é o olhar, tem de ter aquele ar de mistério…
E os lábios, que dizer? Existe maior sensualidade? Carnudos ou não, abrem o apetite e deixam-nos levar pela imaginação…
Sim, existe algo mais belo que o corpo de uma mulher?
(...)
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
Rita, 23 anos...
(...)
Ontem sai com a minha nova colega, a Rita ela é estagiária na empresa à duas semanas. Tem 23 anos e é uma mulher deliciosa, com um corpo escultural e bem torneado. Dá gosto vê-la aproximar-se, pelo peito vultuoso e a cara gulosa. Da mesma forma que dá prazer vê-la afastar-se, pelo belo rabo, imponente e bem definido. É um autêntico furacão, que passa e mobiliza as todas as atenções; masculinas, claro e também as femininas.
Ando a come-la, em segredo, a uma semana. Em segredo pelos mexericos que sempre existem numa empresa, alem disso, porque sou discreto nas minhas conquistas e existem outras mulheres na empresa que apreciam os meus dotes…
Esta última semana de trabalho tem começado invariavelmente da mesma forma; quando chego ao parque subterrâneo da empresa, de manhã, já ela está a minha espera no seu Pólo. Estaciono o carro e dirijo-me para o pequeno WC existente naquele nível, ela segue-me e acabamos a foder como dois animais com o cio naquele espaço exíguo e mal cheiroso. São dez minutos de sexo puro e intenso. Ela sentada, no pequeno lavatório, de pernas abertas e eu de pé no meio a penetrar fundo e forte aquele túnel peludo, quente e muito molhado!
É o meu exercício matinal e sabe tão bem, que quando nos cruzamos ao longo do dia, nos corredores da empresa, a tesão volta.
Um destes dias antes do almoço não resisti, ela estava de volta da fotocopiadora.
- Não tem papel. Disse ela.
- O mal é geral. Respondi no gozo, acrescentando: tens de ir buscar mais ao economato.
- Ora e onde é? Retorqui.
- Follow me… Respondi com um sorriso malandro.
Ela sorriu com malícia olhou em volta e seguiu-me para o economato que fica na extremidade do escritório junto as escadas de serviço.
O nosso economato é pequeno, apenas servindo para guardar alguns artigos de escritório.
Entrei a frente, passado uns segundos entrou ela, sorrimos. Tranquei a porta e avancei, beijei o pescoço e mordi a orelha antes de enfiar a língua na sua boca. Ela tinha a respiração alterada e sentia o seu coração bater descompassadamente. As minhas mãos já deslizavam pelo seu corpo, dentro as calças, apalpei-lhe o rabo enquanto baixava as minhas calças.
Estávamos ambos de pé, ela virou-se de trás roçando o rabo no meu sexo enquanto eu acariciava as suas mamas e o clítoris.
Foda-se, que tesão! Aquele rabo delicioso roçando no meu pénis, cada vez mais grosso e duro. Ela sentindo-o abaixou e de uma só vez meteu-o na boca levando-me ao delírio.
- Oh! Isso… mamas bem. Disse eu, incentivando-a. Que delicia de mamada. Bem lubrificada, com ritmo e muito sentido de gaita.
- Adoro chupar o teu pau, mas não te venhas na minha boca… Disse ela, numa pausa enquanto lambia os testículos.
Puxei-a para mim, baixei as suas calças por completo e encostei-a a uma palete de caixas de papel, ficando ela com aquele belo rabo bem empinado a minha disposição.
- Que fazes. Disse ela.
- Vou te foder. Respondi nas calmas.
- Aqui? Tas doido? Disse ela com a voz trémula de desejo.
- Aqui e agora. Respondi enquanto a agarrava pelo rabo.
Meti bem fundo, de uma vez só, penetrando aquele túnel apertado e delicioso. Ela apoiou-se bem prevendo a intensidade das estocadas. Eu estava doido de tesão, ver aquele rabo delicioso a abrir-se para mim enquanto a comia a bruta.
- Oh! Gosto á bruta… isso dá-me! Dizia ela com a voz melosa.
Meti bem fundo e explodi de prazer dentro dela.
- Oh! Oh! Oh! Não há nada melhor… Quase gritei.
Foram três, quatro minutos do melhor sexo.
Gosto de mulheres assim, bonitas, inteligentes q.b. e boas de foder. Que gostem de dar, tanto como gostam de recebem…
Rapidamente compusemos a roupa, tirei uma caixa de papel para copiadora enquanto ela destrancava a porta.
- Vamos. Disse sorrindo.
- A tarde á mais… respondi enquanto saíamos do economato.Eu dirigi-me a fotocopiadora para repor o papel e ela a toillet.
- Deixaste-me toda molhada. Disse.
No final do dia o ritual é outro. Ela mora em Massamá e eu em Cascais, não sendo longe são caminhos quase o postos que temos de fazer. Assim acabamos a desanuviar a tesão acumulada ao longo do dia, numa pensão na baixa.
Na última quinta-feira, depois de mais uma dupla sessão vespertina de sexo, enquanto tomávamos banho perguntou:
- Gostas do Jorge Palma? É que tenho dois bilhetes para o concerto em Sintra… e não tenho companhia, melhor dizendo gostava que fosses comigo.
As mulheres são terríveis, as voltas que dão só para fazer uma simples pergunta.
- Sim gosto e vou com todo prazer. Respondi.
O rosto dela iluminou-se e riu com alegria enquanto se abraçava a mim.É um privilégio desfrutar da sua companhia, alem de inteligente, a Rita é uma bela mulher. O cabelo preto encaracolado e a pele morena realçam o verde dos seus olhos, os lábios carnudos e o sorriso desarmam qualquer um. Com ela a alegria é permanente.
Na sexta-feira não tivemos a habitual sessão vespertina de sexo, saímos mais cedo e fiquei de passar em sua casa, vive com os pais e irmãos, pelas 21:30 para irmos ao concerto do Jorge Palma, em Sintra.
Assim a hora combinada estava a porta dela, estacionei em frente ao prédio e toquei a campainha.
- Quem é? Perguntou uma voz masculina.
- Boa noite, a Rita por favor. Disse.
- Ó Rita é para ti… Ouvi do outro lado.
- És tu, André? Sobe os meus pais querem te conhecer. Disse ela.
- Sim, querida. Mas hoje não dá, tenho carro mal estacionado… Respondi.
Nesta altura não tenho qualquer intenção de conhecer a sua numerosa e simpática família.
Com ela já a meu lado, no carro, seguimos pelo IC19 para Sintra. Destino centro cultural Olga Cadaval, que eu conheci a mais de vinte anos ainda como Cine-Teatro Carlos Manuel, como o tempo passa… e ainda bem! Tudo se renova e se transforma, por vezes duma abóbora em um coche, como no conto infantil, foi o caso. Fiquei deslumbrado com a renovação deste espaço.
Ás 22:20 o momento mais esperado: Naquele seu jeito meio alucinado e aos trambolhões, Jorge Palma em palco.
Foram quase duas horas de empatia total com o seu público, no qual me incluo, que lotava por completo a sala. “Dá-me lume”, “Encosta-te a mim” e “deixa-me rir”, levaram a sala ao delírio! Jorge Palma igual a si próprio; provocador e respondendo, também a todas as provocações do publico. Por momentos parecia que estava numa qualquer semana académica.
Findo o espectáculo rumamos ao Caipirinha Bar, ainda em Sintra na zona da Estefânia. O espaço embora vulgar na sua decoração tem um ambiente agradável, dentro do género. Bebemos uma caipirinha e jogamos snooker, durante uma hora, depois saímos e acabamos a foder no banco de trás do carro ali mesmo no parque de estacionamento do bar.
Quando chegamos ao estacionamento, junto ao carro beijamo-nos, enquanto a acariciava as mamas ela habilidosamente tirou o meu pénis, já em descolagem vertical, para fora das calças e manuseou-o a vontade. Depois ajoelhou-se e abocanhou-o, mamava com ritmo, doida de tesão. Agarrei na sua cabeça, pelos cabelos, e ela permitiu que a come-se na boca aumentado o ritmo da mamada. Quase no auge parei, retirei o pénis da sua boca e puxei-a para mim, beijando-a, encostei-a ao carro e subi a sua saia enquanto desviava o fio dental e penetrei-a com o dedo anelar, preparando o caminho. Ela gemeu e agarrou no meu pénis guiando-o até ao seu túnel delicioso!
Ela estava no ponto, estremeceu quando a penetrei com intensidade, quase a bruta.
- Ó isso, dá-me… dá-me forte. Dizia ela ao meu ouvido.
- Que cona deliciosa! Não me canso de te foder… Respondi no mesmo tom.
O barulho de alguém que se aproximava devolveu-nos à realidade. Paramos os movimentos e entramos no carro, ambos no banco de trás, a tesão era grande e o desfecho inevitavelmente seria ali.
Tranquei as portas, os vidros estavam totalmente embaciados, abstraímo-nos de tudo o resto e apenas nos concentramos nos nossos corpos. Tirei as calças enquanto ela se despia totalmente, sentei-me no banco do meio com pénis em riste esperando por ela, que não tardou em sentar-se nele virada para mim, senti de imediato o seu calor no meu pénis que foi aumentando a medida que ela cavalgava em mim. Com as mãos no tejadilho do carro ela ajudava a dar mais ritmo, eu lambia as suas generosas mamas que baloiçavam a minha frente e com uma mão acariciava o clítoris, com a outra apalpava o seu rabo e penetrava-a no ânus.
- Isso! Gritava ela enquanto aumentava o ritmo.
- Fodes bem… Respondi, incentivando-a a aumentar o ritmo.
- Oh! Oh! Oh!... Ela gemia e o seu corpo começava a tremer.
Acariciei ao de leve o clítoris e meti o dedo mais fundo no seu cu. O seu corpo reagiu de imediato; comecei a sentir o seu túnel contraindo-se cada vez mais apertando ainda mais o meu pénis. A tesão estava no auge e o clímax era eminente.
- Oh! Querido… bate-me no rabo! Disse fora de si.
Dei-lhe três ou quatro palmadas nas nádegas. Ela delirava e o seu túnel delicioso apertava cada vez mais o meu pénis. Estava quase no ponto.
- Oh! Isso… (continuava a dar-lhe palmadas) oh! Querido… oh! Vem-te… vem-te! Gritava descontrolada.
Não se recusa um pedido tão generoso a uma senhora. Foi o que fiz… deixei-me vir! Ejaculei violentamente dentro dela. Ela aumentou o ritmo e depois afundou-se no meu pénis, parando e abanando ao de leve o rabo. Sentia a sua cona a latejar no meu pénis.
- Oh! Foda tão boa… Dissemos.
Ficamos assim, dentro dela e abraçados, uns minutos. Depois vestimo-nos, saímos do carro, sentia me bem. Feliz é o termo.
O cenário era incrivelmente belo: o luar intenso iluminava a serra de Sintra, via-se com nitidez a vegetação exuberante e as muralhas do castelo dos Mouros recortada na paisagem.
- André, não quero que te assustes ou que fiques envaidecido, mas estou a gostar demais de ti. Apaixonei-me por ti no primeiro dia que te vi noescritório… Disse ela, inspirada pela paisagem ou pelo belo momento de sexo que tivéramos.Não respondi, com sempre faço nestas ocasiões, olhei-a nos olhos e beijamo-nos longamente.
Não me sinto preparado para ter apenas uma mulher na minha vida e sei que isso será inevitável se me apaixonar…
(...)
Ontem sai com a minha nova colega, a Rita ela é estagiária na empresa à duas semanas. Tem 23 anos e é uma mulher deliciosa, com um corpo escultural e bem torneado. Dá gosto vê-la aproximar-se, pelo peito vultuoso e a cara gulosa. Da mesma forma que dá prazer vê-la afastar-se, pelo belo rabo, imponente e bem definido. É um autêntico furacão, que passa e mobiliza as todas as atenções; masculinas, claro e também as femininas.
Ando a come-la, em segredo, a uma semana. Em segredo pelos mexericos que sempre existem numa empresa, alem disso, porque sou discreto nas minhas conquistas e existem outras mulheres na empresa que apreciam os meus dotes…
Esta última semana de trabalho tem começado invariavelmente da mesma forma; quando chego ao parque subterrâneo da empresa, de manhã, já ela está a minha espera no seu Pólo. Estaciono o carro e dirijo-me para o pequeno WC existente naquele nível, ela segue-me e acabamos a foder como dois animais com o cio naquele espaço exíguo e mal cheiroso. São dez minutos de sexo puro e intenso. Ela sentada, no pequeno lavatório, de pernas abertas e eu de pé no meio a penetrar fundo e forte aquele túnel peludo, quente e muito molhado!
É o meu exercício matinal e sabe tão bem, que quando nos cruzamos ao longo do dia, nos corredores da empresa, a tesão volta.
Um destes dias antes do almoço não resisti, ela estava de volta da fotocopiadora.
- Não tem papel. Disse ela.
- O mal é geral. Respondi no gozo, acrescentando: tens de ir buscar mais ao economato.
- Ora e onde é? Retorqui.
- Follow me… Respondi com um sorriso malandro.
Ela sorriu com malícia olhou em volta e seguiu-me para o economato que fica na extremidade do escritório junto as escadas de serviço.
O nosso economato é pequeno, apenas servindo para guardar alguns artigos de escritório.
Entrei a frente, passado uns segundos entrou ela, sorrimos. Tranquei a porta e avancei, beijei o pescoço e mordi a orelha antes de enfiar a língua na sua boca. Ela tinha a respiração alterada e sentia o seu coração bater descompassadamente. As minhas mãos já deslizavam pelo seu corpo, dentro as calças, apalpei-lhe o rabo enquanto baixava as minhas calças.
Estávamos ambos de pé, ela virou-se de trás roçando o rabo no meu sexo enquanto eu acariciava as suas mamas e o clítoris.
Foda-se, que tesão! Aquele rabo delicioso roçando no meu pénis, cada vez mais grosso e duro. Ela sentindo-o abaixou e de uma só vez meteu-o na boca levando-me ao delírio.
- Oh! Isso… mamas bem. Disse eu, incentivando-a. Que delicia de mamada. Bem lubrificada, com ritmo e muito sentido de gaita.
- Adoro chupar o teu pau, mas não te venhas na minha boca… Disse ela, numa pausa enquanto lambia os testículos.
Puxei-a para mim, baixei as suas calças por completo e encostei-a a uma palete de caixas de papel, ficando ela com aquele belo rabo bem empinado a minha disposição.
- Que fazes. Disse ela.
- Vou te foder. Respondi nas calmas.
- Aqui? Tas doido? Disse ela com a voz trémula de desejo.
- Aqui e agora. Respondi enquanto a agarrava pelo rabo.
Meti bem fundo, de uma vez só, penetrando aquele túnel apertado e delicioso. Ela apoiou-se bem prevendo a intensidade das estocadas. Eu estava doido de tesão, ver aquele rabo delicioso a abrir-se para mim enquanto a comia a bruta.
- Oh! Gosto á bruta… isso dá-me! Dizia ela com a voz melosa.
Meti bem fundo e explodi de prazer dentro dela.
- Oh! Oh! Oh! Não há nada melhor… Quase gritei.
Foram três, quatro minutos do melhor sexo.
Gosto de mulheres assim, bonitas, inteligentes q.b. e boas de foder. Que gostem de dar, tanto como gostam de recebem…
Rapidamente compusemos a roupa, tirei uma caixa de papel para copiadora enquanto ela destrancava a porta.
- Vamos. Disse sorrindo.
- A tarde á mais… respondi enquanto saíamos do economato.Eu dirigi-me a fotocopiadora para repor o papel e ela a toillet.
- Deixaste-me toda molhada. Disse.
No final do dia o ritual é outro. Ela mora em Massamá e eu em Cascais, não sendo longe são caminhos quase o postos que temos de fazer. Assim acabamos a desanuviar a tesão acumulada ao longo do dia, numa pensão na baixa.
Na última quinta-feira, depois de mais uma dupla sessão vespertina de sexo, enquanto tomávamos banho perguntou:
- Gostas do Jorge Palma? É que tenho dois bilhetes para o concerto em Sintra… e não tenho companhia, melhor dizendo gostava que fosses comigo.
As mulheres são terríveis, as voltas que dão só para fazer uma simples pergunta.
- Sim gosto e vou com todo prazer. Respondi.
O rosto dela iluminou-se e riu com alegria enquanto se abraçava a mim.É um privilégio desfrutar da sua companhia, alem de inteligente, a Rita é uma bela mulher. O cabelo preto encaracolado e a pele morena realçam o verde dos seus olhos, os lábios carnudos e o sorriso desarmam qualquer um. Com ela a alegria é permanente.
Na sexta-feira não tivemos a habitual sessão vespertina de sexo, saímos mais cedo e fiquei de passar em sua casa, vive com os pais e irmãos, pelas 21:30 para irmos ao concerto do Jorge Palma, em Sintra.
Assim a hora combinada estava a porta dela, estacionei em frente ao prédio e toquei a campainha.
- Quem é? Perguntou uma voz masculina.
- Boa noite, a Rita por favor. Disse.
- Ó Rita é para ti… Ouvi do outro lado.
- És tu, André? Sobe os meus pais querem te conhecer. Disse ela.
- Sim, querida. Mas hoje não dá, tenho carro mal estacionado… Respondi.
Nesta altura não tenho qualquer intenção de conhecer a sua numerosa e simpática família.
Com ela já a meu lado, no carro, seguimos pelo IC19 para Sintra. Destino centro cultural Olga Cadaval, que eu conheci a mais de vinte anos ainda como Cine-Teatro Carlos Manuel, como o tempo passa… e ainda bem! Tudo se renova e se transforma, por vezes duma abóbora em um coche, como no conto infantil, foi o caso. Fiquei deslumbrado com a renovação deste espaço.
Ás 22:20 o momento mais esperado: Naquele seu jeito meio alucinado e aos trambolhões, Jorge Palma em palco.
Foram quase duas horas de empatia total com o seu público, no qual me incluo, que lotava por completo a sala. “Dá-me lume”, “Encosta-te a mim” e “deixa-me rir”, levaram a sala ao delírio! Jorge Palma igual a si próprio; provocador e respondendo, também a todas as provocações do publico. Por momentos parecia que estava numa qualquer semana académica.
Findo o espectáculo rumamos ao Caipirinha Bar, ainda em Sintra na zona da Estefânia. O espaço embora vulgar na sua decoração tem um ambiente agradável, dentro do género. Bebemos uma caipirinha e jogamos snooker, durante uma hora, depois saímos e acabamos a foder no banco de trás do carro ali mesmo no parque de estacionamento do bar.
Quando chegamos ao estacionamento, junto ao carro beijamo-nos, enquanto a acariciava as mamas ela habilidosamente tirou o meu pénis, já em descolagem vertical, para fora das calças e manuseou-o a vontade. Depois ajoelhou-se e abocanhou-o, mamava com ritmo, doida de tesão. Agarrei na sua cabeça, pelos cabelos, e ela permitiu que a come-se na boca aumentado o ritmo da mamada. Quase no auge parei, retirei o pénis da sua boca e puxei-a para mim, beijando-a, encostei-a ao carro e subi a sua saia enquanto desviava o fio dental e penetrei-a com o dedo anelar, preparando o caminho. Ela gemeu e agarrou no meu pénis guiando-o até ao seu túnel delicioso!
Ela estava no ponto, estremeceu quando a penetrei com intensidade, quase a bruta.
- Ó isso, dá-me… dá-me forte. Dizia ela ao meu ouvido.
- Que cona deliciosa! Não me canso de te foder… Respondi no mesmo tom.
O barulho de alguém que se aproximava devolveu-nos à realidade. Paramos os movimentos e entramos no carro, ambos no banco de trás, a tesão era grande e o desfecho inevitavelmente seria ali.
Tranquei as portas, os vidros estavam totalmente embaciados, abstraímo-nos de tudo o resto e apenas nos concentramos nos nossos corpos. Tirei as calças enquanto ela se despia totalmente, sentei-me no banco do meio com pénis em riste esperando por ela, que não tardou em sentar-se nele virada para mim, senti de imediato o seu calor no meu pénis que foi aumentando a medida que ela cavalgava em mim. Com as mãos no tejadilho do carro ela ajudava a dar mais ritmo, eu lambia as suas generosas mamas que baloiçavam a minha frente e com uma mão acariciava o clítoris, com a outra apalpava o seu rabo e penetrava-a no ânus.
- Isso! Gritava ela enquanto aumentava o ritmo.
- Fodes bem… Respondi, incentivando-a a aumentar o ritmo.
- Oh! Oh! Oh!... Ela gemia e o seu corpo começava a tremer.
Acariciei ao de leve o clítoris e meti o dedo mais fundo no seu cu. O seu corpo reagiu de imediato; comecei a sentir o seu túnel contraindo-se cada vez mais apertando ainda mais o meu pénis. A tesão estava no auge e o clímax era eminente.
- Oh! Querido… bate-me no rabo! Disse fora de si.
Dei-lhe três ou quatro palmadas nas nádegas. Ela delirava e o seu túnel delicioso apertava cada vez mais o meu pénis. Estava quase no ponto.
- Oh! Isso… (continuava a dar-lhe palmadas) oh! Querido… oh! Vem-te… vem-te! Gritava descontrolada.
Não se recusa um pedido tão generoso a uma senhora. Foi o que fiz… deixei-me vir! Ejaculei violentamente dentro dela. Ela aumentou o ritmo e depois afundou-se no meu pénis, parando e abanando ao de leve o rabo. Sentia a sua cona a latejar no meu pénis.
- Oh! Foda tão boa… Dissemos.
Ficamos assim, dentro dela e abraçados, uns minutos. Depois vestimo-nos, saímos do carro, sentia me bem. Feliz é o termo.
O cenário era incrivelmente belo: o luar intenso iluminava a serra de Sintra, via-se com nitidez a vegetação exuberante e as muralhas do castelo dos Mouros recortada na paisagem.
- André, não quero que te assustes ou que fiques envaidecido, mas estou a gostar demais de ti. Apaixonei-me por ti no primeiro dia que te vi noescritório… Disse ela, inspirada pela paisagem ou pelo belo momento de sexo que tivéramos.Não respondi, com sempre faço nestas ocasiões, olhei-a nos olhos e beijamo-nos longamente.
Não me sinto preparado para ter apenas uma mulher na minha vida e sei que isso será inevitável se me apaixonar…
(...)
terça-feira, 17 de julho de 2007
Sonia, 21 anos... Queluz
(…)Penso que ainda não falei da Sónia, não foi certamente por esquecimento, pelo contrário. Ela é uma miúda bem disposta, sempre animada e disposta para sexo, por vezes uma pouco “louca”. Era normal começar a mamar no meu pénis enquanto conduzia, deitava a cabeça no meu colo e deliciava-se. As vezes tirava a blusa e pendurava o soutien no espelho retrovisor ficando com as mamas ao leu. Era divertido o nosso percurso até a sua casa. Vivia com os pais, muito austeros, por isso o carro era o nosso ninho de sexo.
Com ela tive os melhores momentos de sexo, nos dois anos em que nos andamos a comer, poucas foram as vezes em que o carro não serviu de motel. Por duas ou três vezes fizemos no sofá do meu escritório, onde perdeu os três, e por umas cinco vezes estivemos numa pensão algures na Amadora. Em minha casa nunca. Não que ela não merecesse, mas por ficar fora de mão.
O sexo com ela era sempre bom e normalmente acontecia quando a levava a casa. Era garantido.
Lembro de um broche incrível num restaurante na Amadora, onde jantávamos. O local estava razoavelmente movimentado, com ambiente a meia-luz, nós estávamos numa mesa redonda num canto. Ela sentada ao meu lado, tomou a iniciativa.
- Se tirares a “bisnaga” para fora, eu chupo. Disse ela com um sorriso provocante enquanto me acariciava a “bisnaga”.
- Estou curioso, podes tirar… Respondi já de pau feito, excitado com a ideia.
Nunca digo que não a um desafio, aprecio mulheres atrevidas e com imaginação. Já tinha o pénis fora das calças, tapado com a toalha de mesa, por baixo a mão dela trabalhava com ritmo.
- É agora. Disse ela deixando cair o seu guardanapo.
E debruçou-se para apanhar o guardanapo com a mão enquanto a cabeça parava no meu colo. Deu-me três estocadas com a boca. Que delicia!
Mantive a cara mais serena possível e olhei em redor, ninguém parecia ter reparado. Ao longo da refeição, repetiu por duas vezes a “operação”. Estava aprovada, sabia com agradar.
Voltamos a jantar seis meses depois no mesmo restaurante, voltou a mamar, no final da refeição, antes do café, acabamos a foder no toillet das senhoras. Ela foi primeiro, inspeccionou o local e esperou por mim à porta. Lá dentro, na cabine da sanita, ela encostada a uma parede e com as duas pernas abertas na outra parede, eu no meio penetrava-a com vigor. Abstraí do barulho dos nossos corpos a bater na parede e dos gemidos, estava absolutamente concentrado naquela cona deliciosa, nas suas mamas e na boca. Com as mãos agarrava-a pelo rabo e com os dedos penetrava o seu ânus. Ela delirava e eu também, meti bem fundo e gozei dentro dela. Não foi a queca do século, mas andou perto…
Conheci a Sónia há três anos, quando ela foi trabalhar para a mesma empresa onde trabalho. Quase no imediato começámos a andar. Tudo começou com uma boleia… que terminou numa mamada, fantástica, duas ruas por trás da casa dela. Nos quinze dias que se seguiram já não conseguia dispensar aquela deliciosa boca a deslizar no meu pénis. A melhor hora do dia era quando a levava a casa. A minha happy hour. E também a dela, sim ela fazia aquelas deliciosas mamadas com prazer. Quando me disse que era virgem, confesso que não acreditei, tal a desenvoltura e intimidade que revelava com o pénis. Tinha de confirmar.
Mas ela resistiu durante mais dois meses, nesse período alem do broche, acrescentamos o sexo anal ao nosso cardápio. Que belo rabo, em forma de coração. Primeiro mamava, durante uns quinze minutos enquanto eu acariciava o seu clítoris e penetrava-a ligeiramente com o dedo, na cona e no cu. Sentado no banco do condutor e ela ao lado deitada com a cabeça no meu colo e toda nua mamava.Quando me sentia no auge colocava-se de gatas com o rabo bem arrebita, posicionando-se para me receber.
- Hoje vou foder-te na cona! Disse doido de tesão.
- Não! Ainda não estou preparada… dá-me no cu! Oh! Isso… Querido. Respondeu com a voz trémula de tesão.Mais uma vez gozei no seu delicioso rabo.
Ela era de facto virgem e custou muito a ceder, mas tinha de confirmar, alem de que era uma tentação que aconteceu num sábado à tarde, no sofá do meu escritório. Foi a virgem que mais tesão me deu desflorar. Pela qualidade do broche nos preliminares, pela punheta de mamas e sobretudo pela cona rosada, rapada quanto baste e muito apertada. Perfeita. (…)
quinta-feira, 5 de julho de 2007
A mamada, como ela é...
Combinamos ao fim da tarde no Lais de Guia em Matosinhos, quando cheguei já ela esperava por mim na esplanada. Mais bonita do que nas fotos que enviara.
- Olá Isabel. Disse enquanto a beijava na face.
- Oi André. Respondeu como se fossemos velhos amigos.
No horizonte os últimos raios de sol despediam-se do dia num bailado suave sobre as aguas calmas do mar.
Bebemos um chá, falamos sobre nós e saímos de mãos dadas ao fim de meia hora. Sabíamos ao que vínhamos e o desejo falava mais alto. Paramos junto ao meu carro e aí nos beijamos pela primeira vez, um beijo longo e excitante. As minhas mãos correram o seu belo corpo antes de se fixarem no rabo. Ela riu como a minha erecção.
- Não perdes tempo. Disse ela.
- A culpa é tua… Vamos para um sítio mais aconchegado. Respondi.
- Para minha casa. Disse ela.
Seguimos para sua casa, ela ao meu lado no carro, agarrou na minha mão e como um sorriso malicioso coloco-a no meio das suas pernas.
- Aqui está mais quente. Disse, estava um dia frio de Inverno.
Não respondi, apenas sorri. Sentia o calor das suas coxas na minha mão. Subíamos a circunvalação em direcção a São Mamede de Infesta, onde ele morava. Já estava escuro e caía uma ligeira chuva. Agarrei na sua mão e pus no meu sexo já em fase de descolagem. Ela sorriu agradecida enquanto o apalpava.
- Podes tirar para fora. Disse para ela enquanto me concentrava na condução, reduzindo a velocidade.
Ela solícita tirou-o para “fora” e começou a trabalhar com as mãos. Depois não resistiu e inesperadamente mergulhou com a boca sobre o meu pénis mamando com vigor.
- Adoro chupar um bom caralho . Disse enquanto punha na boca um rebuçado de mentol.
- Isso. Respondi excitado com a perspectiva de uma mamada enquanto conduzia.
Ela chupava com arte, lubrificava bem e engolia tudo, a frescura do mentol deixava-me ainda mais doido de tesão. Desliguei por completo, esqueci a estrada o caminho, os outros condutores. Só sentia aquela boca quente a deslizar no meu pénis. Estava prestes a vir. Ela sentiu os meus músculos a contrair e mamou com mais vigor. Tinha de gozar na sua boca, era uma pena não o fazer. Relaxei e deixei-me vir. Ela sugou tudo até a ultima gota. Que delicia de mamada! Só por isso já tinha valido a pena conhece-la.
Há mulheres assim, que sabem e gostam de nos levar ao limite.
- Olá Isabel. Disse enquanto a beijava na face.
- Oi André. Respondeu como se fossemos velhos amigos.
No horizonte os últimos raios de sol despediam-se do dia num bailado suave sobre as aguas calmas do mar.
Bebemos um chá, falamos sobre nós e saímos de mãos dadas ao fim de meia hora. Sabíamos ao que vínhamos e o desejo falava mais alto. Paramos junto ao meu carro e aí nos beijamos pela primeira vez, um beijo longo e excitante. As minhas mãos correram o seu belo corpo antes de se fixarem no rabo. Ela riu como a minha erecção.
- Não perdes tempo. Disse ela.
- A culpa é tua… Vamos para um sítio mais aconchegado. Respondi.
- Para minha casa. Disse ela.
Seguimos para sua casa, ela ao meu lado no carro, agarrou na minha mão e como um sorriso malicioso coloco-a no meio das suas pernas.
- Aqui está mais quente. Disse, estava um dia frio de Inverno.
Não respondi, apenas sorri. Sentia o calor das suas coxas na minha mão. Subíamos a circunvalação em direcção a São Mamede de Infesta, onde ele morava. Já estava escuro e caía uma ligeira chuva. Agarrei na sua mão e pus no meu sexo já em fase de descolagem. Ela sorriu agradecida enquanto o apalpava.
- Podes tirar para fora. Disse para ela enquanto me concentrava na condução, reduzindo a velocidade.
Ela solícita tirou-o para “fora” e começou a trabalhar com as mãos. Depois não resistiu e inesperadamente mergulhou com a boca sobre o meu pénis mamando com vigor.
- Adoro chupar um bom caralho . Disse enquanto punha na boca um rebuçado de mentol.
- Isso. Respondi excitado com a perspectiva de uma mamada enquanto conduzia.
Ela chupava com arte, lubrificava bem e engolia tudo, a frescura do mentol deixava-me ainda mais doido de tesão. Desliguei por completo, esqueci a estrada o caminho, os outros condutores. Só sentia aquela boca quente a deslizar no meu pénis. Estava prestes a vir. Ela sentiu os meus músculos a contrair e mamou com mais vigor. Tinha de gozar na sua boca, era uma pena não o fazer. Relaxei e deixei-me vir. Ela sugou tudo até a ultima gota. Que delicia de mamada! Só por isso já tinha valido a pena conhece-la.
Há mulheres assim, que sabem e gostam de nos levar ao limite.
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