quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Rita, 23 anos...

(...)
Ontem sai com a minha nova colega, a Rita ela é estagiária na empresa à duas semanas. Tem 23 anos e é uma mulher deliciosa, com um corpo escultural e bem torneado. Dá gosto vê-la aproximar-se, pelo peito vultuoso e a cara gulosa. Da mesma forma que dá prazer vê-la afastar-se, pelo belo rabo, imponente e bem definido. É um autêntico furacão, que passa e mobiliza as todas as atenções; masculinas, claro e também as femininas.
Ando a come-la, em segredo, a uma semana. Em segredo pelos mexericos que sempre existem numa empresa, alem disso, porque sou discreto nas minhas conquistas e existem outras mulheres na empresa que apreciam os meus dotes…

Esta última semana de trabalho tem começado invariavelmente da mesma forma; quando chego ao parque subterrâneo da empresa, de manhã, já ela está a minha espera no seu Pólo. Estaciono o carro e dirijo-me para o pequeno WC existente naquele nível, ela segue-me e acabamos a foder como dois animais com o cio naquele espaço exíguo e mal cheiroso. São dez minutos de sexo puro e intenso. Ela sentada, no pequeno lavatório, de pernas abertas e eu de pé no meio a penetrar fundo e forte aquele túnel peludo, quente e muito molhado!

É o meu exercício matinal e sabe tão bem, que quando nos cruzamos ao longo do dia, nos corredores da empresa, a tesão volta.
Um destes dias antes do almoço não resisti, ela estava de volta da fotocopiadora.
- Não tem papel. Disse ela.
- O mal é geral. Respondi no gozo, acrescentando: tens de ir buscar mais ao economato.
- Ora e onde é? Retorqui.
- Follow me… Respondi com um sorriso malandro.
Ela sorriu com malícia olhou em volta e seguiu-me para o economato que fica na extremidade do escritório junto as escadas de serviço.
O nosso economato é pequeno, apenas servindo para guardar alguns artigos de escritório.
Entrei a frente, passado uns segundos entrou ela, sorrimos. Tranquei a porta e avancei, beijei o pescoço e mordi a orelha antes de enfiar a língua na sua boca. Ela tinha a respiração alterada e sentia o seu coração bater descompassadamente. As minhas mãos já deslizavam pelo seu corpo, dentro as calças, apalpei-lhe o rabo enquanto baixava as minhas calças.
Estávamos ambos de pé, ela virou-se de trás roçando o rabo no meu sexo enquanto eu acariciava as suas mamas e o clítoris.
Foda-se, que tesão! Aquele rabo delicioso roçando no meu pénis, cada vez mais grosso e duro. Ela sentindo-o abaixou e de uma só vez meteu-o na boca levando-me ao delírio.
- Oh! Isso… mamas bem. Disse eu, incentivando-a. Que delicia de mamada. Bem lubrificada, com ritmo e muito sentido de gaita.
- Adoro chupar o teu pau, mas não te venhas na minha boca… Disse ela, numa pausa enquanto lambia os testículos.
Puxei-a para mim, baixei as suas calças por completo e encostei-a a uma palete de caixas de papel, ficando ela com aquele belo rabo bem empinado a minha disposição.
- Que fazes. Disse ela.
- Vou te foder. Respondi nas calmas.
- Aqui? Tas doido? Disse ela com a voz trémula de desejo.
- Aqui e agora. Respondi enquanto a agarrava pelo rabo.
Meti bem fundo, de uma vez só, penetrando aquele túnel apertado e delicioso. Ela apoiou-se bem prevendo a intensidade das estocadas. Eu estava doido de tesão, ver aquele rabo delicioso a abrir-se para mim enquanto a comia a bruta.
- Oh! Gosto á bruta… isso dá-me! Dizia ela com a voz melosa.
Meti bem fundo e explodi de prazer dentro dela.
- Oh! Oh! Oh! Não há nada melhor… Quase gritei.
Foram três, quatro minutos do melhor sexo.
Gosto de mulheres assim, bonitas, inteligentes q.b. e boas de foder. Que gostem de dar, tanto como gostam de recebem…

Rapidamente compusemos a roupa, tirei uma caixa de papel para copiadora enquanto ela destrancava a porta.
- Vamos. Disse sorrindo.
- A tarde á mais… respondi enquanto saíamos do economato.Eu dirigi-me a fotocopiadora para repor o papel e ela a toillet.
- Deixaste-me toda molhada. Disse.

No final do dia o ritual é outro. Ela mora em Massamá e eu em Cascais, não sendo longe são caminhos quase o postos que temos de fazer. Assim acabamos a desanuviar a tesão acumulada ao longo do dia, numa pensão na baixa.
Na última quinta-feira, depois de mais uma dupla sessão vespertina de sexo, enquanto tomávamos banho perguntou:
- Gostas do Jorge Palma? É que tenho dois bilhetes para o concerto em Sintra… e não tenho companhia, melhor dizendo gostava que fosses comigo.

As mulheres são terríveis, as voltas que dão só para fazer uma simples pergunta.
- Sim gosto e vou com todo prazer. Respondi.
O rosto dela iluminou-se e riu com alegria enquanto se abraçava a mim.É um privilégio desfrutar da sua companhia, alem de inteligente, a Rita é uma bela mulher. O cabelo preto encaracolado e a pele morena realçam o verde dos seus olhos, os lábios carnudos e o sorriso desarmam qualquer um. Com ela a alegria é permanente.

Na sexta-feira não tivemos a habitual sessão vespertina de sexo, saímos mais cedo e fiquei de passar em sua casa, vive com os pais e irmãos, pelas 21:30 para irmos ao concerto do Jorge Palma, em Sintra.
Assim a hora combinada estava a porta dela, estacionei em frente ao prédio e toquei a campainha.
- Quem é? Perguntou uma voz masculina.
- Boa noite, a Rita por favor. Disse.
- Ó Rita é para ti… Ouvi do outro lado.
- És tu, André? Sobe os meus pais querem te conhecer. Disse ela.
- Sim, querida. Mas hoje não dá, tenho carro mal estacionado… Respondi.
Nesta altura não tenho qualquer intenção de conhecer a sua numerosa e simpática família.

Com ela já a meu lado, no carro, seguimos pelo IC19 para Sintra. Destino centro cultural Olga Cadaval, que eu conheci a mais de vinte anos ainda como Cine-Teatro Carlos Manuel, como o tempo passa… e ainda bem! Tudo se renova e se transforma, por vezes duma abóbora em um coche, como no conto infantil, foi o caso. Fiquei deslumbrado com a renovação deste espaço.
Ás 22:20 o momento mais esperado: Naquele seu jeito meio alucinado e aos trambolhões, Jorge Palma em palco.
Foram quase duas horas de empatia total com o seu público, no qual me incluo, que lotava por completo a sala. “Dá-me lume”, “Encosta-te a mim” e “deixa-me rir”, levaram a sala ao delírio! Jorge Palma igual a si próprio; provocador e respondendo, também a todas as provocações do publico. Por momentos parecia que estava numa qualquer semana académica.

Findo o espectáculo rumamos ao Caipirinha Bar, ainda em Sintra na zona da Estefânia. O espaço embora vulgar na sua decoração tem um ambiente agradável, dentro do género. Bebemos uma caipirinha e jogamos snooker, durante uma hora, depois saímos e acabamos a foder no banco de trás do carro ali mesmo no parque de estacionamento do bar.
Quando chegamos ao estacionamento, junto ao carro beijamo-nos, enquanto a acariciava as mamas ela habilidosamente tirou o meu pénis, já em descolagem vertical, para fora das calças e manuseou-o a vontade. Depois ajoelhou-se e abocanhou-o, mamava com ritmo, doida de tesão. Agarrei na sua cabeça, pelos cabelos, e ela permitiu que a come-se na boca aumentado o ritmo da mamada. Quase no auge parei, retirei o pénis da sua boca e puxei-a para mim, beijando-a, encostei-a ao carro e subi a sua saia enquanto desviava o fio dental e penetrei-a com o dedo anelar, preparando o caminho. Ela gemeu e agarrou no meu pénis guiando-o até ao seu túnel delicioso!
Ela estava no ponto, estremeceu quando a penetrei com intensidade, quase a bruta.
- Ó isso, dá-me… dá-me forte. Dizia ela ao meu ouvido.
- Que cona deliciosa! Não me canso de te foder… Respondi no mesmo tom.
O barulho de alguém que se aproximava devolveu-nos à realidade. Paramos os movimentos e entramos no carro, ambos no banco de trás, a tesão era grande e o desfecho inevitavelmente seria ali.
Tranquei as portas, os vidros estavam totalmente embaciados, abstraímo-nos de tudo o resto e apenas nos concentramos nos nossos corpos. Tirei as calças enquanto ela se despia totalmente, sentei-me no banco do meio com pénis em riste esperando por ela, que não tardou em sentar-se nele virada para mim, senti de imediato o seu calor no meu pénis que foi aumentando a medida que ela cavalgava em mim. Com as mãos no tejadilho do carro ela ajudava a dar mais ritmo, eu lambia as suas generosas mamas que baloiçavam a minha frente e com uma mão acariciava o clítoris, com a outra apalpava o seu rabo e penetrava-a no ânus.
- Isso! Gritava ela enquanto aumentava o ritmo.
- Fodes bem… Respondi, incentivando-a a aumentar o ritmo.
- Oh! Oh! Oh!... Ela gemia e o seu corpo começava a tremer.
Acariciei ao de leve o clítoris e meti o dedo mais fundo no seu cu. O seu corpo reagiu de imediato; comecei a sentir o seu túnel contraindo-se cada vez mais apertando ainda mais o meu pénis. A tesão estava no auge e o clímax era eminente.
- Oh! Querido… bate-me no rabo! Disse fora de si.
Dei-lhe três ou quatro palmadas nas nádegas. Ela delirava e o seu túnel delicioso apertava cada vez mais o meu pénis. Estava quase no ponto.
- Oh! Isso… (continuava a dar-lhe palmadas) oh! Querido… oh! Vem-te… vem-te! Gritava descontrolada.
Não se recusa um pedido tão generoso a uma senhora. Foi o que fiz… deixei-me vir! Ejaculei violentamente dentro dela. Ela aumentou o ritmo e depois afundou-se no meu pénis, parando e abanando ao de leve o rabo. Sentia a sua cona a latejar no meu pénis.
- Oh! Foda tão boa… Dissemos.
Ficamos assim, dentro dela e abraçados, uns minutos. Depois vestimo-nos, saímos do carro, sentia me bem. Feliz é o termo.
O cenário era incrivelmente belo: o luar intenso iluminava a serra de Sintra, via-se com nitidez a vegetação exuberante e as muralhas do castelo dos Mouros recortada na paisagem.
- André, não quero que te assustes ou que fiques envaidecido, mas estou a gostar demais de ti. Apaixonei-me por ti no primeiro dia que te vi noescritório… Disse ela, inspirada pela paisagem ou pelo belo momento de sexo que tivéramos.Não respondi, com sempre faço nestas ocasiões, olhei-a nos olhos e beijamo-nos longamente.

Não me sinto preparado para ter apenas uma mulher na minha vida e sei que isso será inevitável se me apaixonar…
(...)

terça-feira, 17 de julho de 2007

Sonia, 21 anos... Queluz

(…)Penso que ainda não falei da Sónia, não foi certamente por esquecimento, pelo contrário. Ela é uma miúda bem disposta, sempre animada e disposta para sexo, por vezes uma pouco “louca”. Era normal começar a mamar no meu pénis enquanto conduzia, deitava a cabeça no meu colo e deliciava-se. As vezes tirava a blusa e pendurava o soutien no espelho retrovisor ficando com as mamas ao leu. Era divertido o nosso percurso até a sua casa. Vivia com os pais, muito austeros, por isso o carro era o nosso ninho de sexo.

Com ela tive os melhores momentos de sexo, nos dois anos em que nos andamos a comer, poucas foram as vezes em que o carro não serviu de motel. Por duas ou três vezes fizemos no sofá do meu escritório, onde perdeu os três, e por umas cinco vezes estivemos numa pensão algures na Amadora. Em minha casa nunca. Não que ela não merecesse, mas por ficar fora de mão.
O sexo com ela era sempre bom e normalmente acontecia quando a levava a casa. Era garantido.

Lembro de um broche incrível num restaurante na Amadora, onde jantávamos. O local estava razoavelmente movimentado, com ambiente a meia-luz, nós estávamos numa mesa redonda num canto. Ela sentada ao meu lado, tomou a iniciativa.
- Se tirares a “bisnaga” para fora, eu chupo. Disse ela com um sorriso provocante enquanto me acariciava a “bisnaga”.
- Estou curioso, podes tirar… Respondi já de pau feito, excitado com a ideia.
Nunca digo que não a um desafio, aprecio mulheres atrevidas e com imaginação. Já tinha o pénis fora das calças, tapado com a toalha de mesa, por baixo a mão dela trabalhava com ritmo.
- É agora. Disse ela deixando cair o seu guardanapo.
E debruçou-se para apanhar o guardanapo com a mão enquanto a cabeça parava no meu colo. Deu-me três estocadas com a boca. Que delicia!
Mantive a cara mais serena possível e olhei em redor, ninguém parecia ter reparado. Ao longo da refeição, repetiu por duas vezes a “operação”. Estava aprovada, sabia com agradar.

Voltamos a jantar seis meses depois no mesmo restaurante, voltou a mamar, no final da refeição, antes do café, acabamos a foder no toillet das senhoras. Ela foi primeiro, inspeccionou o local e esperou por mim à porta. Lá dentro, na cabine da sanita, ela encostada a uma parede e com as duas pernas abertas na outra parede, eu no meio penetrava-a com vigor. Abstraí do barulho dos nossos corpos a bater na parede e dos gemidos, estava absolutamente concentrado naquela cona deliciosa, nas suas mamas e na boca. Com as mãos agarrava-a pelo rabo e com os dedos penetrava o seu ânus. Ela delirava e eu também, meti bem fundo e gozei dentro dela. Não foi a queca do século, mas andou perto…


Conheci a Sónia há três anos, quando ela foi trabalhar para a mesma empresa onde trabalho. Quase no imediato começámos a andar. Tudo começou com uma boleia… que terminou numa mamada, fantástica, duas ruas por trás da casa dela. Nos quinze dias que se seguiram já não conseguia dispensar aquela deliciosa boca a deslizar no meu pénis. A melhor hora do dia era quando a levava a casa. A minha happy hour. E também a dela, sim ela fazia aquelas deliciosas mamadas com prazer. Quando me disse que era virgem, confesso que não acreditei, tal a desenvoltura e intimidade que revelava com o pénis. Tinha de confirmar.


Mas ela resistiu durante mais dois meses, nesse período alem do broche, acrescentamos o sexo anal ao nosso cardápio. Que belo rabo, em forma de coração. Primeiro mamava, durante uns quinze minutos enquanto eu acariciava o seu clítoris e penetrava-a ligeiramente com o dedo, na cona e no cu. Sentado no banco do condutor e ela ao lado deitada com a cabeça no meu colo e toda nua mamava.Quando me sentia no auge colocava-se de gatas com o rabo bem arrebita, posicionando-se para me receber.
- Hoje vou foder-te na cona! Disse doido de tesão.
- Não! Ainda não estou preparada… dá-me no cu! Oh! Isso… Querido. Respondeu com a voz trémula de tesão.Mais uma vez gozei no seu delicioso rabo.

Ela era de facto virgem e custou muito a ceder, mas tinha de confirmar, alem de que era uma tentação que aconteceu num sábado à tarde, no sofá do meu escritório. Foi a virgem que mais tesão me deu desflorar. Pela qualidade do broche nos preliminares, pela punheta de mamas e sobretudo pela cona rosada, rapada quanto baste e muito apertada. Perfeita. (…)

quinta-feira, 5 de julho de 2007

A mamada, como ela é...

Combinamos ao fim da tarde no Lais de Guia em Matosinhos, quando cheguei já ela esperava por mim na esplanada. Mais bonita do que nas fotos que enviara.
- Olá Isabel. Disse enquanto a beijava na face.
- Oi André. Respondeu como se fossemos velhos amigos.
No horizonte os últimos raios de sol despediam-se do dia num bailado suave sobre as aguas calmas do mar.
Bebemos um chá, falamos sobre nós e saímos de mãos dadas ao fim de meia hora. Sabíamos ao que vínhamos e o desejo falava mais alto. Paramos junto ao meu carro e aí nos beijamos pela primeira vez, um beijo longo e excitante. As minhas mãos correram o seu belo corpo antes de se fixarem no rabo. Ela riu como a minha erecção.
- Não perdes tempo. Disse ela.
- A culpa é tua… Vamos para um sítio mais aconchegado. Respondi.
- Para minha casa. Disse ela.

Seguimos para sua casa, ela ao meu lado no carro, agarrou na minha mão e como um sorriso malicioso coloco-a no meio das suas pernas.
- Aqui está mais quente. Disse, estava um dia frio de Inverno.
Não respondi, apenas sorri. Sentia o calor das suas coxas na minha mão. Subíamos a circunvalação em direcção a São Mamede de Infesta, onde ele morava. Já estava escuro e caía uma ligeira chuva. Agarrei na sua mão e pus no meu sexo já em fase de descolagem. Ela sorriu agradecida enquanto o apalpava.
- Podes tirar para fora. Disse para ela enquanto me concentrava na condução, reduzindo a velocidade.
Ela solícita tirou-o para “fora” e começou a trabalhar com as mãos. Depois não resistiu e inesperadamente mergulhou com a boca sobre o meu pénis mamando com vigor.
- Adoro chupar um bom caralho . Disse enquanto punha na boca um rebuçado de mentol.
- Isso. Respondi excitado com a perspectiva de uma mamada enquanto conduzia.

Ela chupava com arte, lubrificava bem e engolia tudo, a frescura do mentol deixava-me ainda mais doido de tesão. Desliguei por completo, esqueci a estrada o caminho, os outros condutores. Só sentia aquela boca quente a deslizar no meu pénis. Estava prestes a vir. Ela sentiu os meus músculos a contrair e mamou com mais vigor. Tinha de gozar na sua boca, era uma pena não o fazer. Relaxei e deixei-me vir. Ela sugou tudo até a ultima gota. Que delicia de mamada! Só por isso já tinha valido a pena conhece-la.
Há mulheres assim, que sabem e gostam de nos levar ao limite.

Despertar

(...)Acordei por volta das 5 da manhã, o dia já clareava, com uma forte erecção. Parecia um sonho, mas era real, ela toda nua mamava no meu “tronco”…
Há melhor maneira de acordar um homem? De certo não! Sorri para ela, nua de gatas a minha frente. Bela mulher, corpo perfeito! Puxei-a para cima, para mim e beijamo-nos. O primeiro beijo. Um beijo quente, saboroso e cúmplice. Tínhamos sobrevivido ao despertar… quantas vezes os amantes acordam de costas voltadas pensado: “que faço aqui?” e rapidamente se vão. Não era o caso. Uma vez mais naquela madrugada, penetrei-a com movimentos suaves e sem tirar a língua da boca dela. Gemíamos os dois e pela primeira vez senti a unhas dela nas nádegas apertando cada vez mais. Descontrolados de prazer aumentamos o ritmo e juntos atingimos o clímax! Vim dentro dela olhos no olhos. Dissemos os nossos nomes…
Ficamos assim deitados eu ainda dentro dela. Passamos pelas brasas, só despertando quando o rádio tocou ás 6 da manhã. Ambos estendemos as mãos para a mesa de cabeceira… para o rádio e rimos.
- Tenho de trabalhar. Disse eu.
Levantamos e tomamos banho juntos, ela bebeu um iogurte liquido, eu precisava de um galão com uma sandes mista.
Saímos e já no metro despedimo-nos. Ela a luz do dia era ainda mais linda. Parecia mais miúda e insegura. Adorei aquele momento.
Combinamos encontro ao fim da tarde no bar, novo beijo e separamo-nos.(...)

terça-feira, 3 de julho de 2007

Daniela, 21 anos

(…) Parei o carro na berma da estrada e amei-a ali mesmo, na bela e fria cidade da Guarda.
Não durou mais do que cinco minutos, mas valeu pela excitação do momento e do local.
Ela deitada, no banco do pendura, nua de pernas abertas esperava por mim. Os vidros já estavam embaciados. Lá fora o trânsito era intenso. Enchi-me de coragem e despi-me por completo. (…)

segunda-feira, 2 de julho de 2007

Libelo

De que mais precisa um homem senão de um pedaço de mar – e um barco [com o nome da amiga, e uma linha e um anzol pra pescar ?
E enquanto pescando, enquanto esperando, de que mais precisa um homem [senão de suas mãos, uma pro caniço, outra pro queixo, que é para ele poder se perder no infinito, e uma garrafa de cachaça pra puxar tristeza, e um pouco de pensamento pra pensar até se perder no infinito

... ..............................

De que mais precisa um homem senão de um pedaço de terra -- um pedaço [bem verde de terra -- e uma casa, não grande, branquinha, com uma horta e um modesto pomar; e um jardim – que um jardim é importante – carregado de [flor de cheirar ?
E enquanto morando, enquanto esperando, de que mais precisa um homem [senão de suas mãos para mexer a terra e arranhar uns acordes de violão quando a noite se faz de luar, e uma garrafa de uísque pra puxar mistério, que casa sem mistério não tem valor morar

... .................................

De que mais precisa um homem senão de um amigo pra ele gostar, um [amigo bem seco, bem simples, desses que nem precisa falar -- basta olhar -- um desses que desmereça um pouco da amizade, de um amigo pra paz e pra [briga, um amigo de paz e de bar ?
E enquanto passando, enquanto esperando, de que mais precisa um homem [senão de suas mãos para apertar as mãos do amigo depois das ausências, e pra bater nas costas do amigo, e pra discutir com o amigo e pra servir bebida à vontade ao amigo ?

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De que mais precisa um homem senão de uma mulher pra ele amar, uma [mulher com dois seios e um ventre, e uma certa expressão singular ?
E enquanto pensando, enquanto esperando, de que mais precisa um homem senão de [um carinho de mulher quando a tristeza o derruba, ou o destino o carrega em sua onda sem rumo ? Sim, de que mais precisa um homem senão de suas mãos e da mulher -- as únicas coisas livres que lhe restam para lutar pelo mar, pela terra, pelo amigo ..."

Vinicius de Moraes

terça-feira, 26 de junho de 2007

A primeira vez...

“ (…) Conheço a Raquel á meia dúzia de anos. Ela é nortenha, mais uma que se rendeu aos encantos, sobretudo ao clima, de Lisboa. Já fomos amantes. Agora somos amigos, por vezes íntimos… Cruzamo-nos com alguma frequência na noite, em bares ou em festas de amigos comuns. Temos uma cumplicidade, cavada em muitos lençóis, que nos leva a procurar a companhia um do outro sempre que em alguma ocasião no cruzamos.
Gosto de falar com ela. É inteligente e aborda com desassombro temas da esfera masculina.
Como ela diz:
- Entendo-vos bem! Ás vezes também penso como um gajo… Acrescentando: Tu por exemplo adoras a conquista, tens muito prazer na fase em que conquistas a mulher.
Ao que invariavelmente respondo:
- Gosto da conquista mas adoro a tomada de posse... E nesse ponto concordamos.
Isto tudo vem a propósito da última conversa que tivemos, á pouco mais de uma semana, numa festa em Cascais. Não, não foi na casa da tia Betty…
Falávamos numa roda de amigos sobre a importância da “primeira vez”.
- Para mim não teve importância nenhuma, alias até descobri o sexo bem tarde. Tinha 21 anos. Disse ela. Rimos.
- É verdade. Continuou: tive o primeiro namorado aos 17 anos, nunca nos passou pela cabeça ter sexo. Ele queria casar virgem. Nova risota.
A Raquel aos 30 anos é um pedaço de mulher com um corpo escultural, trabalhado em muitas horas de piscina. Imagino aos 17 anos…
- Namoramos três anos, sem nenhuma intimidade. Entretanto vim para Lisboa, só aí alguma coisa começou a mudar na minha cabeça. Dizia entusiasmada.
- Na cabeça ou mais a baixo. Provoquei
- Em ambos. Ripostou: Decidi que era tempo de ter uma vida sexual. Conheci um Irlandês que estava cá de férias e foi com ele. Como podia ser com outro, entendes?
- Sim, nunca mais o viste? Perguntei, curioso.
- Não, ainda falamos ao telefone… mas a ideia era essa. Respondeu.
- E tu? Nunca me falaste nesse assunto, não falas muito de ti. Disse ela.
- Eu?! Respondi sorrindo.
Penso que minha vida tem sido particularmente interessante, rica em acontecimentos e emoções. Mas não sou pessoa de falar muito sobre mim. A visão que temos de nós raramente coincide com a forma como os outros nos vêem. Muito menos tenho a lata de me auto elogiar.
- A única importância que teve foi o de abrir um novo capitulo na minha vida. Disse eu.
- E? Voltou a questionar. Parecia muito interessada.
- A minha primeira vez aconteceu quanto tinha 14 anos. Disse continuando: E foi tão bom, o acto em si, que desde essa altura até agora nunca mais parei. Rimos.
Foi com a Cristina. Era a miúda mais doida da escola apesar de ser um ano mais nova. Ela estava no 8º e eu no 9º ano, ambos estudávamos no período da tarde e já a algum tempo que ela andava a trás de mim. Apesar da idade ela era uma mulher, em corpo. A primeira vez aconteceu, na tarde a seguir ao dia em que começamos a andar. Foi a trás do ginásio da escola, no último tempo, já noite. Ambos de pé, ela levantou o vestido, eu baixei as calças afastei as cuecas dela e... foi tudo muito rápido. Ela repetia ao meu ouvido: “ Não te venhas dentro mim…” Não resisti e com a irresponsabilidade própria da idade atingi o clímax dentro dela. Também era a primeira vez, tinha de ir até ao fim! Os dias se seguiram foram de angústia, até o período dela finalmente vir. Alivio! A partir dessa altura todo o dinheiro que juntava era para comprar as duas embalagens semanais de Durex.
- Foi importante? É um momento que recordas com emoção…? Perguntou a Raquel.
- Foi uma porta que se abriu. Só isso. Alias com ela tive duas “estreias”… Respondi.
- Como assim? Perguntou curiosa.
- Tive o meu primeiro “menáge á trois” foi com ela e uma prima. Respondi sorrindo.
- Então foi importante! E como foi? Perguntou com entusiasmo.
- Visto assim, foi. Mas não penso muito nisso, é passado… quase pré-história. Respondi. Rimos.
- Importante é o que vamos fazer quando chegarmos a tua casa. Abriste-me o apetite… Disse aproveitando a onda.
Ela tinha a mão na minha perna. Sorriu e afagou ao de leve o meu sexo. (…)”