Sai cedo de Lisboa com destino a vila real, para estar com alguém que me é muito querido, porém o dia não me correu de feição. Enquanto almoçava lembrei-me da Maura, decidi ligar para ela:
- Olá a que devo a honra? Perguntou com uma gargalhada.
- Olá, tas boa? Estou em Vila Real, vou agora para baixo posso passar aí? Respondi.
- Estas a vontade só preciso de duas horas, estou no turno da manhã. Disse ela.
- Ok, duas horas. Espero por ti no “Agua Benta”, beijo. Respondi.
Pedi a conta, paguei e sai em direcção a Viseu.
Já estava sentado no café Agua Benta em Viseu, a beber uma água com gás, quando a Maura chegou:
- Olá! Meu carequinha sexy… disse ela sorrindo para mim.
Aproximou-se de mim enquanto me levantava e beijou-me na boca.
- Olá, estás bem? Perguntei.
- Sim, e tu também… Sorriu com malícia, acrescentou: que contas?
- Bebes alguma coisa? Perguntei.
- Não, estou um pouco à pressa, tenho um encontro no fim da tarde e ainda vou a casa. Respondeu.
- Tive uns assuntos em Vila Real e lembrei-me de ti, já não nos vemos à uns tempos. Disse.
- Queres que te diga à quanto tempo? Respondeu a rir. Depois acrescentou: Vamos até minha casa, passas cá a noite?
- Sim, se o teu sofá estiver disponível. Sorri.
- No sofá? Isso é novidade… Rimos os dois.
Entretanto recebi mais uma sms da Joana.
- Não lês? Hum… andas a fugir de alguém. Disse ela a rir.
- Nada de importante, vamos? Respondi.
Chegados a casa dela, situada perto do Fontelo, fomos tomar banho.
- Vou tomar banho, fazes-me companhia? Perguntou com malícia.
- Estou mesmo a precisar, foram muitas horas ao volante, mas não queria abusar. Respondi enquanto ela soltava uma gargalhada.
- Abusar, tu? Não…Vá tomamos banho juntos e pomos a escrita em dia, quero dizer falamos, ok? Disse divertida.
Despimo-nos no quarto e fomos juntos para a casa de banho.
- Continuas em boa forma. Disse enquanto apreciava o seu corpo alto e esguio. Nádegas pequenas e firmes ligeiramente arrebitadas, sem uma grama de celulite. Pernas longas quase atléticas. O cabelo preto liso e comprido acentuava bem a sua pele muito morena. Muito sensual.
- Ai, ai, André… não te ponhas já com ideias, também não estás mal! Respondeu divertida.
Já na casa de banho abriu a água quente e temperou com a fria.
- Se bem me lembro não gostas da água muito quente. Disse ela acrescentando: um minuto, chichi.
Sentou-se na sanita enquanto eu entrava para a banheira. A água estava impecável e melhor ficou quanto ela se juntou a mim. Abraçou-me por trás, esmagando o seu peito nas minhas costas. Estava em brasa, voltei-me para ela, que sorria para mim. Depois beijou-me na boca, primeiro ao de leve e depois com intensidade. Ficamos assim uns minutos, com as nossas línguas a explorarem em profundidade as nossas bocas. Quando o meu pénis deu sinal de vida ela despertou para a realidade e afastou-se ligeiramente.
- Tinha ficado combinado que não havia mais sexo entre nós. Disse meio séria.
- Tu é que me beijaste… Respondi divertido com a cena.
- Mas eu posso beijar-te…isso não quer dizer que haja sexo, certo? Disse ela a rir.
- Ok! Posso ao menos ensaboar-te? Respondi no gozo.
- Tonto! Retorquiu a rir.
As mulheres são mesmo complicadas, difíceis de entender. Quanto mais as conhecemos, menos as entendemos. Penso que nem elas mesmo se entendem. Como diz meu amigo Mário:
- As gajas deviam vir com um livro de instruções, era mais fácil!
Mas o mais interessante, para mim, é que essa dificuldade em entende-las as torna ainda mais desejáveis. No fundo tratasse de um jogo de sedução que elas estão habituadas a jogar desde de a mais terna idade.
O banho deu para por a escrita em dia, alias só deu mesmo para isso. Falamos como duas pessoas que se gostam e que em certa altura da vida tiveram um percurso, comum, embora curto.
- De certeza que não queres vir? Perguntou ela, já pronta para sair. Acrescentou: É um jantar de amigas. Venho cedo, amanhã entro no hospital cedo.
- Força, tas a vontade. Vou até ao Agua Benta, tomar um gin tónico e depois como qualquer coisa por ali… quando chegares já cá estou. Respondi.
- Isso, bom menino, falamos melhor então. Retorquiu divertida, acrescentando: deixas-me no Fórum?
- Claro. Respondi enquanto saíamos.
A Maura tem uma bela figura é daquelas mulheres que por mais que se esforcem nunca conseguem passar despercebidas, além disso é bastante divertida e tem um grande carácter. Somos amigos à três anos, praticamente desde que ela se separou do marido.
- Um montanhês tosco. Dizia a Maura numa das nossas conversas, continuando: Sabes que sou de Coimbra, mas sempre passei as ferias em Viseu, a terra dos meus pais, e foi num desses verões num baile na aldeia que nos conhecemos. Tinha 17 anos e ele era um pouco mais velho que eu, nesse verão não nos largamos mais.
Faz uma pausa e continuou:
- Foi o meu primeiro homem e casamos logo que terminei o curso. Consegui colocação no hospital de Viseu e ficamos a morar cá. Mas ao fim de um ano eu já sabia que o nosso casamento não iria longe.
- Porquê? Perguntei.
- Por muita coisa. Não pelo que estás a pensar, ele até era bom na cama apesar de conservador com ele era sempre na mesma posição, a de missionário. Mas tinha muita energia e era bem avantajado. Disse divertida, continuou: não tinha tanta imaginação como tu, também era impensável pedir-lhe que me comesse o cu, e sabes que adoro isso… não, não foi pelo sexo. Era uma pessoa difícil, sem diálogo, incapaz de manter uma conversa ou de fazer um galanteio. Era mesmo rude.
- Foi pena só descobrires isso de pois de casar. Disse eu.
- Sabes como as coisas são, era uma miúda quando comecei andar com ele e depois achava piada aquele jeito rude que ele tinha. As coisas vão se enrolando e quando damos por elas já estamos casados. Justificou-se.
Conheci a Maura numa festa em casa de amigos no Porto, foi paixão à primeira vista. Estava deslumbrante, sensual é a palavra certa, num vestido branco muito justo como se fosse uma segunda pele, dava para perceber todos os contornos do seu corpo. Logo que entrei na sala reparei nela que de imediato olhou para mim, sorrimos. Passamos o resto da noite a trocar olhares e sorrisos, até que perguntei ao Filipe, o anfitrião, quem era aquela morena tão sensual que estava a monopolizar as atenções masculinas.
- É a Maura, separou-se à uns meses do Jorge, aquele meu amigo de Viseu. Disse, continuando: a Paula – mulher do Filipe – gosta muito dela. Olha que ela já andou a fazer umas perguntas sobre ti.
O Filipe é assim, tem alma de alcoviteiro, mas é como a Paula um dos casais mais simpáticos e que melhor sabem receber os seus convidados. Somos amigos à mais de dez anos, desde que se casou com a Paula a minha fiel amiga dos tempos de faculdade, uma das poucas que nessa época não passou pela minha cama, ainda chegamos a trocar uns beijos numa daquelas festas malucas que iam até de manhã, num sótão numa casa dum conhecido algures em Sintra. Desses tempos ficou uma sólida amizade que se mantém e se estende também ao Filipe.
- Não perdes uma, mas ela é toda boa! Disse Filipe entusiasmado.
- Queria eu não perder nenhuma, então com aquelas qualidades. Respondi no mesmo tom.
Ela ao fundo observava como manifesto interesse a nossa conversa, abandonei a companhia do Filipe e dirigi-me para ela que se afastava sorrateiramente. Segui-a até ao piso de cima e dei com ela parada junto a porta da casa de banho, quando me viu entrou deixando a porta parcialmente aberta, pela frecha vi-a, levantou o vestido e tirou o fio dental, viu-me, sorriu para mim e convidou a entrar. Certifiquei-me que não havia ninguém no corredor e entrei trancando a porta de seguida.
- Olá, bela fugitiva. Disse eu.
Ela não respondeu, esboçou um sorriso sensual e avançou para mim beijando-me. Beijo longo e intenso, inteiramente correspondido por mim. As suas mãos já trabalhavam no meu pénis, procurando com afã tirar-me as calças que não foi difícil. Depois levantou o vestido sentou-se na bancada do lavatório com as pernas bem abertas.
- Vem, fode-me! Quase gritou.
Já tinha as calças e os boxeres completamente em baixo e o pénis em riste pronto para entrar em acção, desabotoei a camisa e avancei penetrando aquela cona impecavelmente rapada, enquanto isso beijava-a no peito.
- Oh! Isso fode-me! Repetia ao meu ouvido entre uma e outra lambidela. Com as mãos dava-me palmadas nas nádegas.
- Isso, oh! Dizia doida de tesão.
Malhava forte segurando-a com as duas mãos no rabo para não fugir, tal a violência das estocadas, ela estava deliciosa, muito quente e frenética. Preparava-me para gozar a qualquer momento quando ela abriu a torneira e molhou as mãos passando-as em seguida no meu peito, refrescando-o.
- Gostas bruto?. Disse com um sorriso nos lábios. Gostas de me foder? Ainda não provaste o melhor…
- Que delicia de cona! Respondi doido de tesão.
- Mete tudo e pára. Disse ela.
- Oh! Isso. Continuou, enquanto apertava as coxas quase esmagando o meu pénis.
Enquanto isso ela passava a língua nos meus mamilos mordiscando-os, o que me deixava ainda mais doido de tesão. Depois afrouxou a pressão das coxas no meu pénis o que me permitiu dar mas umas estocadas, pendurou-se em mim e mexia-se freneticamente cavalgando no meu pénis, gemia e dava gritinhos. Por fim parou e saiu de cima de mim pondo-se de costas, com as mãos bem apoiadas bancada do lavatório e o rabo bem empinado.
- Come-me no cu! Quase implorou.
Assim o fiz, primeiro dei-lhe umas palmadas no rabo depois com uma mão agarrei-a pelos longos cabelos e enquanto a beijava na nuca com a outra mão apalpava o seu rabo, penetrando-a no ânus com o dedo anelar, preparando o caminho. Ela delirava de ansiedade e empinava ainda mais o rabo, por fim enchi a mão com sabonete líquido e besuntei o pénis com ele penetrando-a de seguida.
- Oh! Ai… ai… mete, mete… Dizia louca de tesão.
- Oh! Cuzinho tão bom! Sussurrava no seu ouvido.
- Sim, gostas? Oh! Bruto… sim, mete tudo. Gritava.
Estava completamente transfigurada, com uma mão acariciava-se no clítoris enquanto a outra procurava na minha coxa puxando-me mais para ela.
- Oh! Oh! Vem-te no meu rabo… continuava.
Eu estava no auge, que loucura de foda, com uma desconhecida, numa festa na casa de banho da minha melhor amiga. Abstrai-me de tudo, agarrei-a com firmeza pela cintura e aumentei o ritmo das estocadas.
- Oh! Sim, isso… mete tudo, quero…quero! Gritava.
- Oh! Vou esporrar no teu rabo. Gritei no auge da tesão.
Retirei o pénis do ânus e esgalhei-o até ejacular, o famoso chuveirinho que tantas mulheres adoram, cobrindo-lhe as nádegas e as costas com esperma.
- Ui… tão bom! Disse.
- Oh! Isso… Dizia ela.
O barulho característico e a música da festa tornaram-se mais nítidos. Tinham passado, dez ou quinze minutos, parecida tudo normal.
- Maura. Disse já recomposta do sexo animal que tínhamos praticado.
- André. Respondi enquanto a beijava novamente.
- Temos de sair. Disse ela, continuando: vai à frente, eu preciso de mais uns minutos.
De pé junto ao lavatório, passei o pénis por água enquanto urinava ali mesmo, depois de me recompor sai.
- Até já. Disse.
A verdade é não a tornei a ver nessa noite, nem nos tempos que se seguiram, só voltamos a estar juntos dois meses depois, também no Porto. No ano que se seguiu mantivemos uma relação íntima, com encontros regulares, uma ou duas vezes por semana. Depois afastamo-nos a nossa relação tinha chegado a um impasse: ou assumíamos a relação ou então cada um seguia o seu caminho libertando o outro. Não me sentia preparado para abdicar da minha liberdade, ou talvez o que sentíamos não fosse suficiente forte para forçar uma mudança, talvez fosse apenas sexo e amizade.
Perto das onze da noite voltei para a casa da Maura, ela tinha acabado de chegar do seu jantar de amigas. Preparou um dry martini para ambos, colocou um cd de Joe Cocker e juntos no sofá à meia-luz curtimos o momento.
- Como correu o teu jantar? Perguntei.
- Bem, sabes coisas de mulheres… Respondeu.
- E o teu coração? Tem dono? Perguntei.
- Queres saber se ando a comer alguém, não é? Não, já tive a minha dose de homens. Respondeu enigmática.
- Não me digas que mudaste de equipa… Disse a sorrir.
- Não, cruzes! Se bem que… queres saber uma coisa? Quando andava na faculdade, no 2º ano partilhei a casa com uma funfa, sério. Disse olhando bem para mim.
- E? Disse expectante.
- Era uma miúda muito bonita, uma autêntica boneca, dávamo-nos muito bem… e até chegamos a curtir, mas, conheces-me, faltava algo. Sabes bem do que gosto. Concluiu sorrindo enquanto me acariciava o pénis: ficaste com tesão, não é?
Inclinou-se para mim e beijou-me na boca com tesão. Agora estávamos deitados no sofá, ela por cima, com as bocas bem coladas. Com as duas não apalpava o seu rabo pequeno e rijo, o meu pénis já estava em sentido pronto para acção, quando ela se levantou.
- Era o meu beijo de boa noite. Disse ela sorrindo: vou me deitar, amanhã levanto cedo.
- Então boa noite. Respondi.
Afastou e junto à porta da sala virou-se e atirou um beijo enquanto piscava o olho. Voltou passados uns minutos, nua, com uns lençóis.
- Se quiseres podes dormir comigo na cama, sem sexo… mas como tu dormes nu e eu também isso deve ser difícil. Disse ela a sorrir.
Aproximou-se e colocou os lençóis no sofá.
- Pões um por baixo, deitas-te e tapas-te como o outro… Disse divertida.
- Já agora contas-me uma história para adormecer, mãezinha. Respondi no mesmo tom.
Sorrimos, trocamos um abraço e um beijo.
- Bons sonhos. Disse ela.
- Igualmente. Respondi enquanto apreciava o seu corpo.
Deitado, todo nu, no sofá com o portátil ligado comecei a escrever o filme do dia. Lembrei-me da Joana, o motivo da minha ida a Vila Real, e enviei-lhe uma sms:
- Como vai a minha transmontana linda?
Passados uns minutos a resposta chegou:
- Bem, e a tua amiga? Vais dormir com ela?
Respondi:
- Durmo no sofá, aliás estou no sofá a escrever no portátil, depois mando-te por mail para criticares.
Mais uns minutos e a resposta:
- Hum… e ela está aí a ler as histórias?
- Não, já está deitada. Amanhã entra cedo, é enfermeira. Sabes que disse que podia dormir na cama dela, mas sem sexo! Imagina!? Enviei a sms.
Não tardou a resposta:
- Porquê? Não achas possível dormires com uma mulher sem terem sexo…?
Não, com a Maura era impossível. Pensei.
Não respondi directamente:
- Amanhã falamos melhor, beijo.
Encerrei o portátil e preparei-me para dormir, estava cansado e o dia não tinha corrido conforme o planeado. Uma ilusão pensar que podemos planear os nossos dias com tanta fiabilidade, quando envolve o coração o melhor é não fazer grandes planos e deixar-se ir. Como diz o ditado: Quando o vento está por trás, pelas costas, o melhor é não nos viramos e deixarmo-nos ir… Adormeci.
Acordei quase de madrugada, e vi a Maura parada na penumbra da porta observando-me. Fingi estar a dormir, ela aproximou-se parando junto de mim, depois ajeitou a lençol tapando-me os pés. Sorriu e sorrateiramente abandonou a sala. Por momentos desejei que ela fosse a Joana.
Levantei-me cedo ainda a Maura estava a deitada e fui tomar banho. Tinha de regressar cedo a Lisboa, a tempo da reunião semanal de coordenação. Acabei de tomar banho e com a toalha enrolada na cintura sai da casa de banho. Para minha surpresa a Maura estava á porta, nua, apenas com um avental.
- Bom dia, nino! Vou preparar o pequeno almoço… Disse ela divertida.
- Agradeço, mas fica para outra vez. Tomo de caminho. Respondi.
- Oh! Fiquei muito decepcionada contigo… não me foste visitar a minha cama. Disse ela fazendo cara triste.
- Ah! Pensei que não quisesses… Respondi.
- Homens, nunca são capazes de saber o que pensamos. Retorqui sorrindo.
Depois ajoelhou-se, tirou a toalha e abocanhou o meu pénis alimentando-se com avidez. Estávamos no corredor, na porta da casa de banho. Fechei os olhos, levantei a cabeça e pensei:
- “Que se lixe, chupa-o todo!”
À medida que o meu pénis crescia mais ela se empenhava aumentando o ritmo, com uma mão acaricia os testículos e com a outra masturbava-se. Depois levantou-se e beijamo-nos de seguida pendurou-se em mim e sussurrou ao ouvido:
- Leva-me para o quarto e dá-me o que quero.
Levei-a para o quarto, ela colocou-se em posição em cima da cama, de gatas com o rabo bem empinado, como uma gata com o cio, com as mãos agarrou-se bem aos ferros da cabeceira da cama. Estava preparada para me receber:
- Leva-me a loucura! Disse ela com a voz rouca de tesão.
Não pensei duas vezes, com as mãos abri bem as nádegas e enrabei-a a seco. Que tesão! Fechei os olhos e imaginei estar com a Joana.
- Ui! Ai…Isso! Gritava ela.
- Vou te arrebentar toda! Disse eu já descontrolado de prazer.
- Oh! Sim… dá-me à bruta… ui! Gemia ela.
Penetrava o seu ânus como se de uma cona se tratasse, estava completamente descontrolado de prazer. Aumentei o ritmo e preparei-me para gozar dentro dela.
- Oh! Oh! Que cona tão boa, tão apertadinha! Disse eu imaginando-me a comer a Joana.
- Sim! Isso… Estou quase. Dizia ela incentivando-me a aumentar ainda mais o ritmo.
Assim fiz, já quase no limite das minhas forças deixei-me vir ejaculando violentamente dentro dela.
- Oh! Que foda! Disse enquanto me vinha.
- Ai…Ui…Uiiiii… Vem-te querido. Vem-te! Repetia ela.
- Foi de mais! Estava mesmo a precisar. Disse eu enquanto a beijava nas costas, subindo para o pescoço, ela voltou a cabeça e beijamo-nos intensamente.
Já refeito, depois de mais uma passagem pela casa de banho, tomamos o pequeno-almoço quase em silêncio. Num impulso, numa fraqueza do momento tínhamos quebrado uma promessa de quase dois anos.
- Andas com outra na cabeça, não é? Perguntou.
Não respondi, limitei-me a olhar bem nos seus olhos.
- Uma mulher sabe, e hoje…estavas louco, parecia que estavas a comer outra. Concluiu.
- Não dramatizes, conheces-me… Sabes que te curto muito. Respondi.
- Não, não te preocupes comigo, estou bem. E adorei a forma como… Estou é preocupada contigo. Estás apaixonado! Respondeu divertida.
Rimos.
Já de regresso a Lisboa, em plena auto-estrada, pensava na loucura que tinham sido aquelas ultimas 24 horas.
(continua)
"...Quase a rondar os quarenta, dou-me conta das muitas mulheres que tive, no sentido bíblico. Foram demais? Bem demais, nunca são… O melhor da vida é o amor, mais ainda quando é espontâneo, livre e sem exigências, de todas guardo boas emoções. No fundo que somos nós senão o resultado de emoções que vamos coleccionado ao longo da vida, da aurora até ao crepúsculo, renascendo todos os dias..."
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
quarta-feira, 21 de maio de 2008
Matilde, 23 anos...
(...)
Passei o último fim-de-semana no Porto com a minha colega Matilde, ela trabalha à pouco tempo na mesma empresa onde eu trabalho. É uma loira exuberante e muito bem fornecida, boa prateleira e um belo rabo a condizer.
A Matilde é daquelas mulheres que parece que foram criadas só para agradar aos homens, tem um sorriso fantástico e um corpo avantajadamente perfeito. Começou a trabalhar a cerca de 15 dias na empresa, ao que consta a sua contratação deve-se a necessidade de aumentar a produtividade masculina. Nós agradecemos.
Um destes dias fiquei a fazer serão, estou a ultimar um projecto importante para a empresa, quando voltava para o meu gabinete, após ter comido uma febra no pão e uma imperial no tasco da esquina, cruzei-me com ela no corredor.
- Ainda por aqui? Disse.
- Como vês… e para durar. Respondeu enquanto prosseguia apressada.
Voltei-me para apreciar o seu belo rabo, quando ela se voltou de repente e sorriu com malícia, ri-me encolhi os ombros e continuei para minha sala. Já nos tínhamos cruzado por diversas vezes na empresa, mas a verdade é que nunca sentimos grande empatia.
Já no meu gabinete concentrei-me no trabalho e nem dei conta do tempo passar, só despertei para a realidade quando alguém bateu na porta.
- Posso? Disse uma voz feminina.
- Sim… Respondi.
Era ela, muito sorridente. Estava impecavelmente elegante, a saia justa e blazer preto realçava-me bem as curvas generosas.
- Ainda, isso é que é serão… Disse ela.
- Tu também… já acabastes? Respondi.
- Sim e não. Preciso de ajuda, não encontro umas pastas para completar o arquivamento. Respondeu.
- Estão na sala de reuniões, pode a Amélia que te ajude. Respondi.
A Amélia é uma das secretárias da empresa, normalmente é ela que fica até mais tarde quando alguém faz serão.
- Ela já saiu. Respondeu-me apontando com o dedo para o seu relógio de pulso.
Sorri e olhei para o relógio espantado, eram 23:40.
- Já? Disse espantado, acrescentando: dá-me 5 minutos, já vou ter contigo. Onde estás?
- Ok. Na sala de reuniões, até já. Respondeu sorridente enquanto saia.
Sorri. Olhei novamente para o relógio. Sim já eram horas de encerrar o expediente, desliguei o computador arrumei a secretária e a mala, apaguei a luz e sai. Já no corredor, vi ao fundo a luz da sala de reuniões acesa e dirigi-me para lá.
Quando entrei na sala ela estava em cima duma cadeira tentando tirar qualquer coisa de cima do armário de apoio. Aproximei-me e admirei melhor aquelas pernas longas e grossas.
- sempre encontrou as pastas. Disse.
- Sim, estão aqui em cima. Respondeu pondo-se em bico dos pés para melhor chegar as pastas.
- É melhor agarra-la colega, não vá cair… Disse sorrindo enquanto a agarrava pelos joelhos.
- Já está. Disse ela virando-se para mim a rir.
- Eu ajudo. Respondi recebendo das mãos dela as pastas e depositando-as na mesa depois ajudei-a descer da cadeira de modo aos nossos corpos roçarem um no outro. Agora estávamos de pé bem juntos entre o armário e a comprida mesa de reuniões. Há momentos assim, que parecem durar uma eternidade, olhamo-nos nos olhos e num acesso de loucura beijamo-nos com ardor. Com as mãos percorri todo o seu corpo antes de me fixar no rabo, levantei a saia, baixei a tanguinha e acariciei-lhe a vulva grossa e grande, depois introduzi o dedo anelar levando-a a loucura. Ela, toda molhada, gemia e com habilidade baixou-me as calças e trabalhava o meu pénis duro e grosso já em prontidão.
- Hum… Delicia de pau! Murmurou ao ouvido.
- Isso, agora chupa-o… Respondi.
- Ainda não… agora quero-te bem dentro de mim. Disse enquanto tirava por completo a tanga e levantava a saia. Depois sentou-se na mesa de pernas bem abertas e disse:
- Mete bem fundo!
Não foi preciso dizer outra vez, com as calças pelos joelhos e o pénis em riste penetrei pela primeira vez aquela cona deliciosa que parecia sorrir para mim.
- Oh! Tão grosso… isso mete fundo. Disse ela doida de tesão.
- Cona deliciosa! Disse enquanto a penetrava com vigor.
- Oh! Isso… fode-me…fode-me toda! Dizia ela enquanto revirava os olhos.
Ela sentada na mesa de reuniões meio deitada, com as pernas abertas e eu no meio a penetra-la forte e fundo. Aumentei o ritmo e abri a sua blusa deixando a descoberto duas belas e grandes mamas, cada uma olhando para seu lado. Ela já tinha cravado as unhas nas minhas nádegas e puxava-me com apetite para dentro dela.
- Mete tudo! Oh! Oh! Isso… Quase gritava.
Apalpava-lhe as mamas e metia bem fundo, malhava com vigor agarrei-a pela nuca puxei-a para mim e beijei aquela boca gulosa, depois baixei um pouco e fixei a boca no seu peito mordiscando ao de leve os mamilos.
- Oh! Sim… Gostas de me foder? Gostas? Perguntava ela com a voz doce.
- Adoro! Aguentas bem… Respondi aumentado o ritmo.
- Oh! Fodes tão bem… Dizia enquanto se acariciava no peito.
Com as coxas apertava-me cada vez mais puxando me para dentro.
- Chama-me nomes… disse ela em tom baixo.
- Puta! Chama-me puta! Gritou de repente.
Quase me assustei com o tom de voz e com expressão facial, estava completamente descontrolada de prazer. As suas mãos já estavam nas minhas costas arranhando-me, sentia as costas arder, afastei-me ligeiramente retirei o pénis, com o polegar estimulava o clítoris, depois com o pénis batendo-lhe ao de leve e penetrando de siguida.
- Oh! Oh! Isso… tão bom! Podes bater mais… Dizia doida de prazer.
As suas mãos já tinham deslizando para o rabo cada vez mais arranhado. Estava no limite do prazer e do ardor que as suas unhas provocavam, assim agarrei-lhe ambas as mãos imobilizando-as sobre a mesa enquanto aumentava o ritmo das estocadas. Malhava com loucura enquanto ela se debatia com as mãos tentando a libertar-se, com as coxas apertava-me cada vez mais e mexia-se freneticamente. Estava louca de tesão, como uma gata com o cio.
- Sim… dá à bruta! Bate-me! Gritava ela.
Com a boca lambia-lhe as mamas mordiscando os mamilos, ela beijava-me no pescoço, nas orelhas onde introduzia a língua e mordia-as.
- Oh! Sim… bruto! Sim…oh! Fodes tão bem… tou me a vir… sim! Dizia ela.
Agora estava mais calma e rígida, fixando os olhos em mim disse:
- Beija-me! Uiiiii… diz o meu nome.
- Matilde… Respondi depois beijei-a.
Estava no auge, prestes a ejacular, controlei-me e prolonguei ao máximo aquele momento. Soltei as suas mãos, que de imediato se colaram nas minhas costas puxando me para ela, esmagando o seu peito generoso no meu. Agarrei-a com as mãos pelos ombros e preparei-me gozar, estava completamente doido de tesão, aumentei ao limite das minhas forças o ritmo de penetração, ela soltou as pernas abrindo-se mais para mim.
- Vou encher-te de esprema! Disse como a voz rouca no limite do prazer.
- Oh! Isso… vem-te! Vem-te! Dizia enquanto abria mais as pernas e me apertava contra o seu peito.
- Beija-me, agora! Disse ela.
Beijei-a, boca estava deliciosa, muito quente e húmida, tal como a sua cona, meti bem fundo e deixei-me vir. Durou uma eternidade aquele momento de puro prazer.
- Uiiii! Tão bom! Disse-lhe ao ouvido enquanto explodia de prazer.
Ela aliviou a pressão dos seus braços nas minhas costas, fazendo me festas. Novo beijo, doce e suave.
- Gostaste? Perguntou ela sorrindo para mim.
- Que achas? És uma leoa! Aguentas bem… respondi.
Na verdade esta foi a melhor foda das últimas semanas e completamente inesperada, uma surpresa boa.
- És todo bom! Respondeu ela, e a rir acrescentando: quero mais, vou sugar todas as tuas energias…
Retirei o pénis ainda em riste, ela continuava sentada na mesa de pernas abertas, o meu esperma escorria daquela vulva deliciosa que continuava a sorrir para mim… voltei a penetra-la. Que calor! Depois retirei e com ele esfreguei-lhe o clítoris. Ela mordeu os lábios, fechou os olhos e inclinou a cabeça ligeiramente para trás enquanto colocava a mão no meu peito, acariciando-me.
- Oh! Tão bom… disse ela com a voz doce.
Depois inclinou-se para mim e beijou-me com doçura nos lábios, no pescoço. Abraçando-se a mim pôs-se de pé, com as mãos afagava-me as costas, desabotoou por completo a minha camisa e beijou-me no peito, foi baixando as mãos e a boca, passou a língua pelo umbigo, provocando-me um arrepio, e continuou até parar no pénis, já em curva descendente. Duma só vez meteu-o na boca, ficando imóvel, apenas mexia lentamente a língua explorando todos os recantos do meu pénis. Que doçura! Com as mãos acariciava-me o rabo, aliviando as marcas das suas unhas. Eu de pé afagava o seu cabelo loiro. Ficamos assim uns minutos. Depois levantou-se e colocando a cabeça no meu peito abraçou-se a mim.
- És um doce de mulher… Disse-lhe ao ouvido.
- Estou perdoada? Das arranhadelas… Perguntou.
- A uma mulher como tu perdoa-se tudo, ainda mais depois desde mimo… Respondi.
Há mulheres assim, que nos surpreendem pelo a vontade e pela forma descomplexada como abordam o sexo, desfrutando ao máximo tanto quanto nós.
Depois deste serão, que poderá ser início de uma bela relação, só voltamos a falar uma semana depois. Jantamos e após uma passagem pelo casino de Lisboa, terminamos a noite em minha casa. Serviu para combinarmos uma escapadela ao Porto no fim-de-semana de se anunciava. Assim, na sexta-feira pelas 19 horas saímos em viajem para o Porto. Ela estava linda! Vestia calças de ganga muito justas e uma blusa branca com decote muito generoso, estava muito sensual e radiante com a perspectivava de um fim-de-semana de luxúria.
Praticamente desde que entramos na auto-estrada, a partir de Aveiras, ela deitou a cabeça no colo com a mão afagava o meu pénis e eu o seu cabelo. Depois retirou o pénis das calças e colocou-o na boca chupando com suavidade.
(…)
Passei o último fim-de-semana no Porto com a minha colega Matilde, ela trabalha à pouco tempo na mesma empresa onde eu trabalho. É uma loira exuberante e muito bem fornecida, boa prateleira e um belo rabo a condizer.
A Matilde é daquelas mulheres que parece que foram criadas só para agradar aos homens, tem um sorriso fantástico e um corpo avantajadamente perfeito. Começou a trabalhar a cerca de 15 dias na empresa, ao que consta a sua contratação deve-se a necessidade de aumentar a produtividade masculina. Nós agradecemos.
Um destes dias fiquei a fazer serão, estou a ultimar um projecto importante para a empresa, quando voltava para o meu gabinete, após ter comido uma febra no pão e uma imperial no tasco da esquina, cruzei-me com ela no corredor.
- Ainda por aqui? Disse.
- Como vês… e para durar. Respondeu enquanto prosseguia apressada.
Voltei-me para apreciar o seu belo rabo, quando ela se voltou de repente e sorriu com malícia, ri-me encolhi os ombros e continuei para minha sala. Já nos tínhamos cruzado por diversas vezes na empresa, mas a verdade é que nunca sentimos grande empatia.
Já no meu gabinete concentrei-me no trabalho e nem dei conta do tempo passar, só despertei para a realidade quando alguém bateu na porta.
- Posso? Disse uma voz feminina.
- Sim… Respondi.
Era ela, muito sorridente. Estava impecavelmente elegante, a saia justa e blazer preto realçava-me bem as curvas generosas.
- Ainda, isso é que é serão… Disse ela.
- Tu também… já acabastes? Respondi.
- Sim e não. Preciso de ajuda, não encontro umas pastas para completar o arquivamento. Respondeu.
- Estão na sala de reuniões, pode a Amélia que te ajude. Respondi.
A Amélia é uma das secretárias da empresa, normalmente é ela que fica até mais tarde quando alguém faz serão.
- Ela já saiu. Respondeu-me apontando com o dedo para o seu relógio de pulso.
Sorri e olhei para o relógio espantado, eram 23:40.
- Já? Disse espantado, acrescentando: dá-me 5 minutos, já vou ter contigo. Onde estás?
- Ok. Na sala de reuniões, até já. Respondeu sorridente enquanto saia.
Sorri. Olhei novamente para o relógio. Sim já eram horas de encerrar o expediente, desliguei o computador arrumei a secretária e a mala, apaguei a luz e sai. Já no corredor, vi ao fundo a luz da sala de reuniões acesa e dirigi-me para lá.
Quando entrei na sala ela estava em cima duma cadeira tentando tirar qualquer coisa de cima do armário de apoio. Aproximei-me e admirei melhor aquelas pernas longas e grossas.
- sempre encontrou as pastas. Disse.
- Sim, estão aqui em cima. Respondeu pondo-se em bico dos pés para melhor chegar as pastas.
- É melhor agarra-la colega, não vá cair… Disse sorrindo enquanto a agarrava pelos joelhos.
- Já está. Disse ela virando-se para mim a rir.
- Eu ajudo. Respondi recebendo das mãos dela as pastas e depositando-as na mesa depois ajudei-a descer da cadeira de modo aos nossos corpos roçarem um no outro. Agora estávamos de pé bem juntos entre o armário e a comprida mesa de reuniões. Há momentos assim, que parecem durar uma eternidade, olhamo-nos nos olhos e num acesso de loucura beijamo-nos com ardor. Com as mãos percorri todo o seu corpo antes de me fixar no rabo, levantei a saia, baixei a tanguinha e acariciei-lhe a vulva grossa e grande, depois introduzi o dedo anelar levando-a a loucura. Ela, toda molhada, gemia e com habilidade baixou-me as calças e trabalhava o meu pénis duro e grosso já em prontidão.
- Hum… Delicia de pau! Murmurou ao ouvido.
- Isso, agora chupa-o… Respondi.
- Ainda não… agora quero-te bem dentro de mim. Disse enquanto tirava por completo a tanga e levantava a saia. Depois sentou-se na mesa de pernas bem abertas e disse:
- Mete bem fundo!
Não foi preciso dizer outra vez, com as calças pelos joelhos e o pénis em riste penetrei pela primeira vez aquela cona deliciosa que parecia sorrir para mim.
- Oh! Tão grosso… isso mete fundo. Disse ela doida de tesão.
- Cona deliciosa! Disse enquanto a penetrava com vigor.
- Oh! Isso… fode-me…fode-me toda! Dizia ela enquanto revirava os olhos.
Ela sentada na mesa de reuniões meio deitada, com as pernas abertas e eu no meio a penetra-la forte e fundo. Aumentei o ritmo e abri a sua blusa deixando a descoberto duas belas e grandes mamas, cada uma olhando para seu lado. Ela já tinha cravado as unhas nas minhas nádegas e puxava-me com apetite para dentro dela.
- Mete tudo! Oh! Oh! Isso… Quase gritava.
Apalpava-lhe as mamas e metia bem fundo, malhava com vigor agarrei-a pela nuca puxei-a para mim e beijei aquela boca gulosa, depois baixei um pouco e fixei a boca no seu peito mordiscando ao de leve os mamilos.
- Oh! Sim… Gostas de me foder? Gostas? Perguntava ela com a voz doce.
- Adoro! Aguentas bem… Respondi aumentado o ritmo.
- Oh! Fodes tão bem… Dizia enquanto se acariciava no peito.
Com as coxas apertava-me cada vez mais puxando me para dentro.
- Chama-me nomes… disse ela em tom baixo.
- Puta! Chama-me puta! Gritou de repente.
Quase me assustei com o tom de voz e com expressão facial, estava completamente descontrolada de prazer. As suas mãos já estavam nas minhas costas arranhando-me, sentia as costas arder, afastei-me ligeiramente retirei o pénis, com o polegar estimulava o clítoris, depois com o pénis batendo-lhe ao de leve e penetrando de siguida.
- Oh! Oh! Isso… tão bom! Podes bater mais… Dizia doida de prazer.
As suas mãos já tinham deslizando para o rabo cada vez mais arranhado. Estava no limite do prazer e do ardor que as suas unhas provocavam, assim agarrei-lhe ambas as mãos imobilizando-as sobre a mesa enquanto aumentava o ritmo das estocadas. Malhava com loucura enquanto ela se debatia com as mãos tentando a libertar-se, com as coxas apertava-me cada vez mais e mexia-se freneticamente. Estava louca de tesão, como uma gata com o cio.
- Sim… dá à bruta! Bate-me! Gritava ela.
Com a boca lambia-lhe as mamas mordiscando os mamilos, ela beijava-me no pescoço, nas orelhas onde introduzia a língua e mordia-as.
- Oh! Sim… bruto! Sim…oh! Fodes tão bem… tou me a vir… sim! Dizia ela.
Agora estava mais calma e rígida, fixando os olhos em mim disse:
- Beija-me! Uiiiii… diz o meu nome.
- Matilde… Respondi depois beijei-a.
Estava no auge, prestes a ejacular, controlei-me e prolonguei ao máximo aquele momento. Soltei as suas mãos, que de imediato se colaram nas minhas costas puxando me para ela, esmagando o seu peito generoso no meu. Agarrei-a com as mãos pelos ombros e preparei-me gozar, estava completamente doido de tesão, aumentei ao limite das minhas forças o ritmo de penetração, ela soltou as pernas abrindo-se mais para mim.
- Vou encher-te de esprema! Disse como a voz rouca no limite do prazer.
- Oh! Isso… vem-te! Vem-te! Dizia enquanto abria mais as pernas e me apertava contra o seu peito.
- Beija-me, agora! Disse ela.
Beijei-a, boca estava deliciosa, muito quente e húmida, tal como a sua cona, meti bem fundo e deixei-me vir. Durou uma eternidade aquele momento de puro prazer.
- Uiiii! Tão bom! Disse-lhe ao ouvido enquanto explodia de prazer.
Ela aliviou a pressão dos seus braços nas minhas costas, fazendo me festas. Novo beijo, doce e suave.
- Gostaste? Perguntou ela sorrindo para mim.
- Que achas? És uma leoa! Aguentas bem… respondi.
Na verdade esta foi a melhor foda das últimas semanas e completamente inesperada, uma surpresa boa.
- És todo bom! Respondeu ela, e a rir acrescentando: quero mais, vou sugar todas as tuas energias…
Retirei o pénis ainda em riste, ela continuava sentada na mesa de pernas abertas, o meu esperma escorria daquela vulva deliciosa que continuava a sorrir para mim… voltei a penetra-la. Que calor! Depois retirei e com ele esfreguei-lhe o clítoris. Ela mordeu os lábios, fechou os olhos e inclinou a cabeça ligeiramente para trás enquanto colocava a mão no meu peito, acariciando-me.
- Oh! Tão bom… disse ela com a voz doce.
Depois inclinou-se para mim e beijou-me com doçura nos lábios, no pescoço. Abraçando-se a mim pôs-se de pé, com as mãos afagava-me as costas, desabotoou por completo a minha camisa e beijou-me no peito, foi baixando as mãos e a boca, passou a língua pelo umbigo, provocando-me um arrepio, e continuou até parar no pénis, já em curva descendente. Duma só vez meteu-o na boca, ficando imóvel, apenas mexia lentamente a língua explorando todos os recantos do meu pénis. Que doçura! Com as mãos acariciava-me o rabo, aliviando as marcas das suas unhas. Eu de pé afagava o seu cabelo loiro. Ficamos assim uns minutos. Depois levantou-se e colocando a cabeça no meu peito abraçou-se a mim.
- És um doce de mulher… Disse-lhe ao ouvido.
- Estou perdoada? Das arranhadelas… Perguntou.
- A uma mulher como tu perdoa-se tudo, ainda mais depois desde mimo… Respondi.
Há mulheres assim, que nos surpreendem pelo a vontade e pela forma descomplexada como abordam o sexo, desfrutando ao máximo tanto quanto nós.
Depois deste serão, que poderá ser início de uma bela relação, só voltamos a falar uma semana depois. Jantamos e após uma passagem pelo casino de Lisboa, terminamos a noite em minha casa. Serviu para combinarmos uma escapadela ao Porto no fim-de-semana de se anunciava. Assim, na sexta-feira pelas 19 horas saímos em viajem para o Porto. Ela estava linda! Vestia calças de ganga muito justas e uma blusa branca com decote muito generoso, estava muito sensual e radiante com a perspectivava de um fim-de-semana de luxúria.
Praticamente desde que entramos na auto-estrada, a partir de Aveiras, ela deitou a cabeça no colo com a mão afagava o meu pénis e eu o seu cabelo. Depois retirou o pénis das calças e colocou-o na boca chupando com suavidade.
(…)
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
A Stella, 19 anos...
Num destes dias enquanto fazia compras numa superfície comercial (AKI), por entre as pessoas que ocupavam um dos corredores, reconheci um rosto que não via à alguma tempo, a Stella. Estava na secção dos cortinados e pedia informações a um empregado. Aproximei-me.
- Olá, Stella. Disse enquanto trocávamos dois beijos.
- André! À quanto tempo… Respondeu visivelmente surpresa.
- Que fazes? Perguntei.
- Estou a mudar os cortinados lá em casa, preciso de uns varões maiores, mas não sei como leva-los. Estava a pedir conselhos a este senhor. Respondeu enquanto sorria para o empregado.
- Se precisares de ajuda, dispõe. Disse sorrindo.
- Sim? Tens tempo? Então está bem. Respondeu enquanto dispensava o empregado.
- Para ti tenho todo tempo…
Conheci a Stella à cinco anos, tinha ela 19 anos, foi numa tarde primaveril de Março. Vinha da praia de mais umas horas de surf com os meus companheiros habituais, o Cájo e o Ruca, de regresso a casa passei pela loja de fotografia onde relevo as minhas fotos, ia de carro e quando entrei no largo onde fica a dita loja reparamos nas duas “garinas” que entravam nesse momento na loja.
- Viram bem o back side das ninas? Atirou o Ruca.
- Vimos! Respondemos em uníssono.
Estacionei o carro e dirigi-me para a loja com o Ruca, o Cájo ficara no carro. Quando entramos, lá estavam as duas ninas. Sorrimos para elas que corresponderam devolvendo o sorriso.
- Olá Paulo. Cumprimentei o empregado.
- André, tudo bem? Já tenho o teu material, dois minutos enquanto atendo estas meninas. Respondeu com um sorriso.
- Na boa. Respondi enquanto fixava os olhos numa das meninas.
Ela correspondeu, sorrindo e mantendo o olhar, enquanto a amiga ria e dava-lhe leves cotoveladas. Era muito bonita, pele morena, sorriso magnífico, o decote generoso da blusa deixava adivinhar um peito lindo, os cabelos pretos e encaracolados sobre os ombros davam-lhe um ar exótico.
- Têm muitas qualidades, ficas com a morena ou com a ruiva? Disse o Ruca em meia voz enquanto sorria para mim.
Não respondi, limitei-me a sorrir. Estava encantado com o magnifico sorriso dela, que por sua vez não deixava de cruzar o seu olhar com o meu.
- Aqui estão as fotos. Disse o empregado para ela.
- Obrigado. Respondeu enquanto pagava. Sorriu para mim e saíram as duas a rir.
- A garina gostou de ti. Disse o Ruca a rir.
Estávamos os dois a rir, enquanto o empregado preparava as minhas fotos, quando uma delas, a amiga, voltou. Dirigiu-se a mim com uma foto na mão e a sorrir disse:
- É uma foto da minha amiga, para ti. Deu meia volta e tão rapidamente como chegou assim saiu.
- Tens uma sorte do cassete! Disse o Ruca enquanto olhava para a foto.
No balcão o Paulo ria-se abanando a cabeça.
Com a foto, tipo passe, na mão observava encantado a sua beleza, depois sem querer virei a foto e no verso estava o nome dela e um número de telefone.
- Estás a ver? Disse para o Ruca.
- Eu não disse, tens cá uma sorte! A papinha toda feita…Respondeu a rir.
- Estas miúdas são assim…Disse o Paulo, por trás do balcão enquanto encolhia os ombros. Depois acrescentou:
- Já está, as fotos…
Paguei as fotos, despedi-me do Paulo e ambos saímos da loja a rir.
Cheguei a casa com ela na cabeça e excitado com a perspectiva de conhece-la. Tomei um banho bem quente, depois ainda com a toalha no corpo deitei-me sofá e liguei para ela.
- Olá, Stella? Disse.
- Sim… Respondeu ela.
- O meu nome é André, conhecemo-nos à pouco na loja…Disse.
- Sim eu sei, estou a reconhecer a tua voz. Que vergonha, foi a minha amiga… Respondeu visivelmente atrapalhada.
- Pois… Tenho uma coisa tua, queria devolver-te mais logo. Retorqui.
- Hum… para devolver a foto, né? Disse ela.
- Para te ver… conhecer-te melhor. Respondi.
- Que sugeres? Disse ela.
- Depois do jantar, tipo 21:30 no largo Camões, tá bom para ti? Respondi.
- Combinado, beijinho. Disse ela sorrindo enquanto se despedia.
- Beijo. Respondi.
Eram 21:40 quando chegou, eu esperava por ela num das esplanadas do largo. Estava muito elegante, o vestido preto e justo realçava o belo traço do seu corpo, o sorriso alegre e o cabelo encaracolado tornavam-na mais exuberante.
- Olá André. Disse quando se abeirou de mim.
- Olá Stella. Respondi enquanto me levantava, trocamos apenas um beijo. Depois sentamo-nos lado a lado, as nossas pernas roçaram uma na outra.
- Tens um nome muito bonito, diz contigo: és linda, sabias? Disse eu olhando-o nos olhos.
- São os teus olhos. Respondeu a sorrir enquanto as suas mãos procuravam as minhas.
Gostei do seu calor, a noite prometia… existia uma empatia crescente entre nós. Com a mão afaguei o seu cabelo macio e farto.
- Gosto do teu cabelo. Disse sorrindo.
- Ainda bem. Respondeu no mesmo tom olhando-me com intensidade.
Não resisti, passei o polegar pelos seus lábios e de seguida beijei-a, com doçura primeiro, depois com intensidade. Era o beijo que os nossos corpos pediam. Gostei dos seus lábios macios e carnudos, mordi-a ao de leve antes de explorar a sua boca fresca e intensa. Estávamos assim quando fomos interrompidos pelo empregado de mesa.
- Vão desejar algo? Perguntava o empregado divertido com a situação.
- Tomas café? Perguntei, ela disse que sim.
- Dois cafés e a conta, por favor. Disse ao empregado.
- Ainda estou parva. Disse ela enquanto o empregado se afastava, continuou: nunca me tinha acontecido envolver-me assim…
Acariciei o seu rosto e beijei-a a de leve nos lábios, depois sorrimos. A verdade é que me sentia cada vez mais atraído por ela.
Tomamos o café enquanto falávamos sobre as nossas vidas, apreciei a sua personalidade e voluntarismo. Depois abandonamos o café saindo de mãos dadas, passeamos até à baia de Cascais e ficamos breves momentos abraçados contemplando o mar e o magnifico luar que se estendia por toda a baia.
- Lindo! Disse ela.
Respondi com um beijo longo enquanto as minhas mãos percorriam pela primeira vez aquele corpo bem torneado, trocamos carícias um pouco mais íntimas.
- A noite ainda agora começou… gostas de ouvir musica ao vivo? Perguntei.
- Sim. Estou por tua conta… Murmurou enquanto apoiava a cabeça no meu corpo, com as mãos no meu rabo apertava-me contra ela.
Seguimos para o Bar-Arte, do meu amigo Zé Manuel, no Monte Estoril. É um espaço bem decorado, exposição de quadros e fotos – algumas da minha autoria – e com musica ao vivo diariamente a partir das 23 horas.
Chegamos por volta das 22:40, a casa estava razoavelmente composta ainda assim conseguimos uma mesa com boa visibilidade para o improvisado palco e com alguma privacidade, o ambiente a meia-luz criava uma atmosfera propícia ao romance. Pedimos cerveja e sentados lado a lado, conversamos, trocamos beijos e carícias mais profundas. Enquanto a beijava acariciava o seu peito ao de leve, a outra mão por baixo da mesa já se tinha esgueirado por entre as suas cuecas e acariciava-lhe a vulva rapada, macia e papuda… a sua mão estrategicamente colocada no meu colo apertava-me o pénis deixando-o cada vez mais duro. Quando a musica começou abrandamos um pouco os mimos. Era evidente para todos o clima de paixão entre nós. O ambiente estava fantástico, ficamos até perto das duas da manhã. Já fora do bar junto ao carro, beijamo-nos com tesão, ela com as mãos dentro das minhas calças apalpava-me o rabo e eu com uma mão apalpava o seu delicioso rabo e com a outra penetrava a sua cona quente e húmida. Levantei o seu vestido e admirei o seu belo corpo em particular o peito volumoso sem soutien, ela estava encostada á porta do carro, cheio de tesão abri a porta de trás e sentei-a no banco com as pernas de fora, agachei-me, tirei-lhe as cuecas e abri bem as suas pernas.
- Que fazes? Sussurrou ela cheia de desejo.
- Vou te lamber toda! Respondi com a voz rouca de tesão.
Abri bem a sua vulva e mergulhei com a boca sobre ela, adorei o calor e o seu gosto. Passava a língua no clítoris e penetrava-a, depois baixava uma pouco mais até ao botão de rosa e voltava a subir fixando-me naquela cona deliciosa. Ela gemia e soltava gritinhos, com as mãos acariciava os mamilos, por disse:
- Beija-me! Quero sentir o gosto da minha cona na tua boca…
Assim foi, beijamos nos intensamente enquanto as suas mãos desapertavam as minhas calças e retirava o meu pénis grosso e duro para fora, depois ainda sentada, debruçou-se ligeiramente e mamou desesperadamente no meu pénis, ficamos assim, eu de pé e ela sentada a lamber-me todo. Que delicia de mamada! Estava cada vez mais doido de tesão e ela também.
- André, fode-me! Quase gritou ela.
- Aqui? Disse eu meio surpreso. Estávamos num beco estreito e mal iluminado nas traseiras do bar.
-Oh! Sim… quero-o dentro de mim. Respondeu doida de desejo.
Levantei-a e beijamo-nos, o gosto dos nossos sexos na nossa boca ainda nos deixou mais excitados, penetrei a sua cona com o dedo. Estava em ponto de bala, quente e toda molhada, sentia os seus músculos contrair quando passava o dedo no clítoris.
- Não aguento mais…por favor, fode-me! Disse ela no meu ouvido.
Não se recusa um pedido tão generoso a uma senhora, para mais quando ela se revela tão gostosa e na flor da idade. Assim foi, ela de joelhos no banco de trás com o rabo empinado para fora, eu de pé junto da porta do carro, abri-lhe bem o rabo e duma só vez penetrei aquela cona quente e deliciosa.
- Oh! Tão bom! Disse enquanto a penetrava.
- Sim! Ai… não aguento. Repetia ela entre gemidos e gritinhos.
Meti bem fundo e aumentei o ritmo de penetração, com as mãos agarrava-lhe bem nas ancas para não fugir. Malhava com loucura, completamente descontrolado de prazer.
- Oh! Uiiii… és tão bom! Ela chorava de prazer e empinava cada vez mais o rabo.
Sentia a sua cona a apertar cada vez mais o meu pénis, aumentando no limite o meu prazer, preparei-me para gozar naquele túnel cada vez mais pequeno e gostoso.
- Oh! André… Vem… Vem-te na minha cona! Quase grita ela.
O seu corpo tremia todo e abanava o rabo descontrolada.
Agarrei-a bem pelo rabo, meti tudo dentro dela bem fundo – há conas assim que nos deixam tão doidos que queremos meter tudo, até os testitulos – e explodi de prazer dentro dela.
-Oh! Oh! Oh! Uiiiii…gritamos de prazer.
Foi tão bom e prolongado, que pareceu durar uma eternidade. Nunca tinha comido uma cona tão quente e apertada, numa palavra: Deliciosa!
- Matas-me de prazer! És tão grosso… Disse ela com uma voz melosa.
- Fodes bem! E tens uma cona… tão boa! Respondi ainda excitado.
Ficamos parados na mesma posição um pouco mais, a verdade é que a sentia a sua cona tão grossa e apertada que me prendia o pénis. Tirei a camisa, baixei as calças por completo e comecei a sentir o fresco da noite, era o que precisávamos. Ao fim de uns minutos descolamos, ficamos de pé junto do carro abraçados. Ela compôs o vestido, não tornou a vestir as cuecas, estava de pernas abertas para escorrer o esperma que ia caindo na calçada.
- Doido! Encheste-me de esperma…Disse a rir.
- És sempre assim? Tão boa, tão apertada… vou querer mais! Respondi enquanto trocávamos um beijo doce.
- Ficarmos assim, meio presos, é? Não… só contigo, é muito grosso o teu amiguinho. Respondeu afagando carinhosamente o meu pénis.
Já refeitos da tensão sexual entramos no carro, ela sentada a meu lado encostou a cabeça no meu ombro e disse:
- Leva-me para onde quiseres…
- Olá, Stella. Disse enquanto trocávamos dois beijos.
- André! À quanto tempo… Respondeu visivelmente surpresa.
- Que fazes? Perguntei.
- Estou a mudar os cortinados lá em casa, preciso de uns varões maiores, mas não sei como leva-los. Estava a pedir conselhos a este senhor. Respondeu enquanto sorria para o empregado.
- Se precisares de ajuda, dispõe. Disse sorrindo.
- Sim? Tens tempo? Então está bem. Respondeu enquanto dispensava o empregado.
- Para ti tenho todo tempo…
Conheci a Stella à cinco anos, tinha ela 19 anos, foi numa tarde primaveril de Março. Vinha da praia de mais umas horas de surf com os meus companheiros habituais, o Cájo e o Ruca, de regresso a casa passei pela loja de fotografia onde relevo as minhas fotos, ia de carro e quando entrei no largo onde fica a dita loja reparamos nas duas “garinas” que entravam nesse momento na loja.
- Viram bem o back side das ninas? Atirou o Ruca.
- Vimos! Respondemos em uníssono.
Estacionei o carro e dirigi-me para a loja com o Ruca, o Cájo ficara no carro. Quando entramos, lá estavam as duas ninas. Sorrimos para elas que corresponderam devolvendo o sorriso.
- Olá Paulo. Cumprimentei o empregado.
- André, tudo bem? Já tenho o teu material, dois minutos enquanto atendo estas meninas. Respondeu com um sorriso.
- Na boa. Respondi enquanto fixava os olhos numa das meninas.
Ela correspondeu, sorrindo e mantendo o olhar, enquanto a amiga ria e dava-lhe leves cotoveladas. Era muito bonita, pele morena, sorriso magnífico, o decote generoso da blusa deixava adivinhar um peito lindo, os cabelos pretos e encaracolados sobre os ombros davam-lhe um ar exótico.
- Têm muitas qualidades, ficas com a morena ou com a ruiva? Disse o Ruca em meia voz enquanto sorria para mim.
Não respondi, limitei-me a sorrir. Estava encantado com o magnifico sorriso dela, que por sua vez não deixava de cruzar o seu olhar com o meu.
- Aqui estão as fotos. Disse o empregado para ela.
- Obrigado. Respondeu enquanto pagava. Sorriu para mim e saíram as duas a rir.
- A garina gostou de ti. Disse o Ruca a rir.
Estávamos os dois a rir, enquanto o empregado preparava as minhas fotos, quando uma delas, a amiga, voltou. Dirigiu-se a mim com uma foto na mão e a sorrir disse:
- É uma foto da minha amiga, para ti. Deu meia volta e tão rapidamente como chegou assim saiu.
- Tens uma sorte do cassete! Disse o Ruca enquanto olhava para a foto.
No balcão o Paulo ria-se abanando a cabeça.
Com a foto, tipo passe, na mão observava encantado a sua beleza, depois sem querer virei a foto e no verso estava o nome dela e um número de telefone.
- Estás a ver? Disse para o Ruca.
- Eu não disse, tens cá uma sorte! A papinha toda feita…Respondeu a rir.
- Estas miúdas são assim…Disse o Paulo, por trás do balcão enquanto encolhia os ombros. Depois acrescentou:
- Já está, as fotos…
Paguei as fotos, despedi-me do Paulo e ambos saímos da loja a rir.
Cheguei a casa com ela na cabeça e excitado com a perspectiva de conhece-la. Tomei um banho bem quente, depois ainda com a toalha no corpo deitei-me sofá e liguei para ela.
- Olá, Stella? Disse.
- Sim… Respondeu ela.
- O meu nome é André, conhecemo-nos à pouco na loja…Disse.
- Sim eu sei, estou a reconhecer a tua voz. Que vergonha, foi a minha amiga… Respondeu visivelmente atrapalhada.
- Pois… Tenho uma coisa tua, queria devolver-te mais logo. Retorqui.
- Hum… para devolver a foto, né? Disse ela.
- Para te ver… conhecer-te melhor. Respondi.
- Que sugeres? Disse ela.
- Depois do jantar, tipo 21:30 no largo Camões, tá bom para ti? Respondi.
- Combinado, beijinho. Disse ela sorrindo enquanto se despedia.
- Beijo. Respondi.
Eram 21:40 quando chegou, eu esperava por ela num das esplanadas do largo. Estava muito elegante, o vestido preto e justo realçava o belo traço do seu corpo, o sorriso alegre e o cabelo encaracolado tornavam-na mais exuberante.
- Olá André. Disse quando se abeirou de mim.
- Olá Stella. Respondi enquanto me levantava, trocamos apenas um beijo. Depois sentamo-nos lado a lado, as nossas pernas roçaram uma na outra.
- Tens um nome muito bonito, diz contigo: és linda, sabias? Disse eu olhando-o nos olhos.
- São os teus olhos. Respondeu a sorrir enquanto as suas mãos procuravam as minhas.
Gostei do seu calor, a noite prometia… existia uma empatia crescente entre nós. Com a mão afaguei o seu cabelo macio e farto.
- Gosto do teu cabelo. Disse sorrindo.
- Ainda bem. Respondeu no mesmo tom olhando-me com intensidade.
Não resisti, passei o polegar pelos seus lábios e de seguida beijei-a, com doçura primeiro, depois com intensidade. Era o beijo que os nossos corpos pediam. Gostei dos seus lábios macios e carnudos, mordi-a ao de leve antes de explorar a sua boca fresca e intensa. Estávamos assim quando fomos interrompidos pelo empregado de mesa.
- Vão desejar algo? Perguntava o empregado divertido com a situação.
- Tomas café? Perguntei, ela disse que sim.
- Dois cafés e a conta, por favor. Disse ao empregado.
- Ainda estou parva. Disse ela enquanto o empregado se afastava, continuou: nunca me tinha acontecido envolver-me assim…
Acariciei o seu rosto e beijei-a a de leve nos lábios, depois sorrimos. A verdade é que me sentia cada vez mais atraído por ela.
Tomamos o café enquanto falávamos sobre as nossas vidas, apreciei a sua personalidade e voluntarismo. Depois abandonamos o café saindo de mãos dadas, passeamos até à baia de Cascais e ficamos breves momentos abraçados contemplando o mar e o magnifico luar que se estendia por toda a baia.
- Lindo! Disse ela.
Respondi com um beijo longo enquanto as minhas mãos percorriam pela primeira vez aquele corpo bem torneado, trocamos carícias um pouco mais íntimas.
- A noite ainda agora começou… gostas de ouvir musica ao vivo? Perguntei.
- Sim. Estou por tua conta… Murmurou enquanto apoiava a cabeça no meu corpo, com as mãos no meu rabo apertava-me contra ela.
Seguimos para o Bar-Arte, do meu amigo Zé Manuel, no Monte Estoril. É um espaço bem decorado, exposição de quadros e fotos – algumas da minha autoria – e com musica ao vivo diariamente a partir das 23 horas.
Chegamos por volta das 22:40, a casa estava razoavelmente composta ainda assim conseguimos uma mesa com boa visibilidade para o improvisado palco e com alguma privacidade, o ambiente a meia-luz criava uma atmosfera propícia ao romance. Pedimos cerveja e sentados lado a lado, conversamos, trocamos beijos e carícias mais profundas. Enquanto a beijava acariciava o seu peito ao de leve, a outra mão por baixo da mesa já se tinha esgueirado por entre as suas cuecas e acariciava-lhe a vulva rapada, macia e papuda… a sua mão estrategicamente colocada no meu colo apertava-me o pénis deixando-o cada vez mais duro. Quando a musica começou abrandamos um pouco os mimos. Era evidente para todos o clima de paixão entre nós. O ambiente estava fantástico, ficamos até perto das duas da manhã. Já fora do bar junto ao carro, beijamo-nos com tesão, ela com as mãos dentro das minhas calças apalpava-me o rabo e eu com uma mão apalpava o seu delicioso rabo e com a outra penetrava a sua cona quente e húmida. Levantei o seu vestido e admirei o seu belo corpo em particular o peito volumoso sem soutien, ela estava encostada á porta do carro, cheio de tesão abri a porta de trás e sentei-a no banco com as pernas de fora, agachei-me, tirei-lhe as cuecas e abri bem as suas pernas.
- Que fazes? Sussurrou ela cheia de desejo.
- Vou te lamber toda! Respondi com a voz rouca de tesão.
Abri bem a sua vulva e mergulhei com a boca sobre ela, adorei o calor e o seu gosto. Passava a língua no clítoris e penetrava-a, depois baixava uma pouco mais até ao botão de rosa e voltava a subir fixando-me naquela cona deliciosa. Ela gemia e soltava gritinhos, com as mãos acariciava os mamilos, por disse:
- Beija-me! Quero sentir o gosto da minha cona na tua boca…
Assim foi, beijamos nos intensamente enquanto as suas mãos desapertavam as minhas calças e retirava o meu pénis grosso e duro para fora, depois ainda sentada, debruçou-se ligeiramente e mamou desesperadamente no meu pénis, ficamos assim, eu de pé e ela sentada a lamber-me todo. Que delicia de mamada! Estava cada vez mais doido de tesão e ela também.
- André, fode-me! Quase gritou ela.
- Aqui? Disse eu meio surpreso. Estávamos num beco estreito e mal iluminado nas traseiras do bar.
-Oh! Sim… quero-o dentro de mim. Respondeu doida de desejo.
Levantei-a e beijamo-nos, o gosto dos nossos sexos na nossa boca ainda nos deixou mais excitados, penetrei a sua cona com o dedo. Estava em ponto de bala, quente e toda molhada, sentia os seus músculos contrair quando passava o dedo no clítoris.
- Não aguento mais…por favor, fode-me! Disse ela no meu ouvido.
Não se recusa um pedido tão generoso a uma senhora, para mais quando ela se revela tão gostosa e na flor da idade. Assim foi, ela de joelhos no banco de trás com o rabo empinado para fora, eu de pé junto da porta do carro, abri-lhe bem o rabo e duma só vez penetrei aquela cona quente e deliciosa.
- Oh! Tão bom! Disse enquanto a penetrava.
- Sim! Ai… não aguento. Repetia ela entre gemidos e gritinhos.
Meti bem fundo e aumentei o ritmo de penetração, com as mãos agarrava-lhe bem nas ancas para não fugir. Malhava com loucura, completamente descontrolado de prazer.
- Oh! Uiiii… és tão bom! Ela chorava de prazer e empinava cada vez mais o rabo.
Sentia a sua cona a apertar cada vez mais o meu pénis, aumentando no limite o meu prazer, preparei-me para gozar naquele túnel cada vez mais pequeno e gostoso.
- Oh! André… Vem… Vem-te na minha cona! Quase grita ela.
O seu corpo tremia todo e abanava o rabo descontrolada.
Agarrei-a bem pelo rabo, meti tudo dentro dela bem fundo – há conas assim que nos deixam tão doidos que queremos meter tudo, até os testitulos – e explodi de prazer dentro dela.
-Oh! Oh! Oh! Uiiiii…gritamos de prazer.
Foi tão bom e prolongado, que pareceu durar uma eternidade. Nunca tinha comido uma cona tão quente e apertada, numa palavra: Deliciosa!
- Matas-me de prazer! És tão grosso… Disse ela com uma voz melosa.
- Fodes bem! E tens uma cona… tão boa! Respondi ainda excitado.
Ficamos parados na mesma posição um pouco mais, a verdade é que a sentia a sua cona tão grossa e apertada que me prendia o pénis. Tirei a camisa, baixei as calças por completo e comecei a sentir o fresco da noite, era o que precisávamos. Ao fim de uns minutos descolamos, ficamos de pé junto do carro abraçados. Ela compôs o vestido, não tornou a vestir as cuecas, estava de pernas abertas para escorrer o esperma que ia caindo na calçada.
- Doido! Encheste-me de esperma…Disse a rir.
- És sempre assim? Tão boa, tão apertada… vou querer mais! Respondi enquanto trocávamos um beijo doce.
- Ficarmos assim, meio presos, é? Não… só contigo, é muito grosso o teu amiguinho. Respondeu afagando carinhosamente o meu pénis.
Já refeitos da tensão sexual entramos no carro, ela sentada a meu lado encostou a cabeça no meu ombro e disse:
- Leva-me para onde quiseres…
sábado, 15 de dezembro de 2007
A carta
Querido! Encontrei-te e perdi-me, sinto e digo coisas que jamais pensei e desconhecia…Desejo a cada instante ver-te, ouvir-te, sentir-te… Adorava partilhar contigo o meu amor, a minha felicidade, o meu corpo, a minha alma, os meus pensamentos, as nossas alegrias e tristezas.
Quero te dizer também que foste o único homem que mexeu comigo, sem me precisar tocar…A tua voz entrou e não saiu do meu pensamento, tocou em algo muito profundo, invadiu-o mesmo na totalidade e promete transformar tudo, eu cedo, pois as forças físicas são menores do que o amor, pela primeira vez estou a deixar este tomar decisões, posso-me magoar, posso-me destruir, posso sufocar, mas não posso perder a oportunidade de ser eternamente feliz…
Provei-te, saboreei aquilo que a muito procurava, o amor, o desejo o prazer… perdi-me ao encontrar estes sentimentos, quero que este sabor seja eterno e que ninguém, nem mesmo o tempo, destrua a fruta mais simples, mas também a que mais prazer me deu saborear!
Amor! Onde estou neste momento não é possível observar o céu, mas também não é importante, com turbulência ou não, a verdade é que contigo conheci o amor e este continua a permanecer, espero, eterno, independentemente do seu aspecto no meu coração… Amar é uma sensação estranha, nova, é desejar, sentir que o nosso pensamento foi invadido por algo tão forte, que comanda tudo, não me consigo concentrar, penso em ti, como se o mundo só a ti se resumisse… Amo-te!
Quando tenho a sensação, que se te perco, perco tudo aquilo que procurei, e quando não procurava alguém me mostrou, que se pode amar e ser amada se pode desejar e ser desejada…Nunca te esqueças de quem jamais se esquecera de ti, os anos estes passam, mas o nosso amor jamais será passado, será sempre presente e futuro!
Querido, és e serás sempre o meu grande amor! O amor da minha vida... apesar da distância, ou por isso, penso em ti como se estivesses aqui... Passaram quatro anos? Fecho os olhos e vejo-te como no nosso primeiro dia, lembraste? Mas vida segue e sei que já não me vês como a tua menina.
Caso-me esta semana, não por amor, mas porque sinto necessidade de preencher o enorme vazio que a tua ausência e "desamor" provocou no meu cada vez mais pequeno coração... Não quero te esquecer, esquecer o nosso amor. Faz parte da nossa vida, mas nesta encruzilhada que a vida é, tenho de tomar uma decisão e seguir (feliz, espero...) em frente e desejar que o amor volte a ocupar de novo o espaço vazio (que ainda e teu) no meu coração.
Caso no próximo sábado, deseja-me sorte, meu amor...
Eternamente tua,
Xana
Quero te dizer também que foste o único homem que mexeu comigo, sem me precisar tocar…A tua voz entrou e não saiu do meu pensamento, tocou em algo muito profundo, invadiu-o mesmo na totalidade e promete transformar tudo, eu cedo, pois as forças físicas são menores do que o amor, pela primeira vez estou a deixar este tomar decisões, posso-me magoar, posso-me destruir, posso sufocar, mas não posso perder a oportunidade de ser eternamente feliz…
Provei-te, saboreei aquilo que a muito procurava, o amor, o desejo o prazer… perdi-me ao encontrar estes sentimentos, quero que este sabor seja eterno e que ninguém, nem mesmo o tempo, destrua a fruta mais simples, mas também a que mais prazer me deu saborear!
Amor! Onde estou neste momento não é possível observar o céu, mas também não é importante, com turbulência ou não, a verdade é que contigo conheci o amor e este continua a permanecer, espero, eterno, independentemente do seu aspecto no meu coração… Amar é uma sensação estranha, nova, é desejar, sentir que o nosso pensamento foi invadido por algo tão forte, que comanda tudo, não me consigo concentrar, penso em ti, como se o mundo só a ti se resumisse… Amo-te!
Quando tenho a sensação, que se te perco, perco tudo aquilo que procurei, e quando não procurava alguém me mostrou, que se pode amar e ser amada se pode desejar e ser desejada…Nunca te esqueças de quem jamais se esquecera de ti, os anos estes passam, mas o nosso amor jamais será passado, será sempre presente e futuro!
Querido, és e serás sempre o meu grande amor! O amor da minha vida... apesar da distância, ou por isso, penso em ti como se estivesses aqui... Passaram quatro anos? Fecho os olhos e vejo-te como no nosso primeiro dia, lembraste? Mas vida segue e sei que já não me vês como a tua menina.
Caso-me esta semana, não por amor, mas porque sinto necessidade de preencher o enorme vazio que a tua ausência e "desamor" provocou no meu cada vez mais pequeno coração... Não quero te esquecer, esquecer o nosso amor. Faz parte da nossa vida, mas nesta encruzilhada que a vida é, tenho de tomar uma decisão e seguir (feliz, espero...) em frente e desejar que o amor volte a ocupar de novo o espaço vazio (que ainda e teu) no meu coração.
Caso no próximo sábado, deseja-me sorte, meu amor...
Eternamente tua,
Xana
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Amor e Sexo...
(...)
Todas as semanas vou ao Porto, supostamente em trabalho, na verdade é mais para estar com uma amiga muito querida, com quem mantenho uma relação íntima a três anos. Um caso raro de longevidade.
Assim na terça-feira, após a reunião matinal na empresa, pus me a caminho do Porto. O trajecto foi mesmo de sempre, A1 embora as obras deixem os nervos em franja, não há outra alternativa…
Como é habitual paro a meio do caminho, na estação de serviço de Pombal. Serve para esticar as pernas e mudar a agua as azeitonas. Estava nessa prazeirosa tarefa, olhando para os três buracos do urinol, quando a Daniela ligou. A custo atendi o telemóvel enquanto a outra mão sacudia o plátano.
- Olá minha menina. Disse sorrindo.
- Meu menino, já estas a caminho? Perguntou.
- Sim, devo chegar ao Porto ao meio-dia. Respondi.
- Oh! Desculpa amor, não vai dar para almoçarmos. Só saio do hospital as 15horas. Disse ela.
A Daniela é médica, recém formada.
- Tudo bem, minha querida. Temos o jantar e a noite toda pela frente. Respondi acrescentando:
- Almoço no Norteshopping, depois vou buscar-te ao hospital, ok?
- Combinado, beijo doce. Respondeu ela sorrindo.
- Beijo molhado. Devolvi enquanto caminhava para o carro.
Já no carro retomei a marcha para o Porto.
Conheço a Daniela a três anos e entre nós no imediato se gerou uma grande paixão. Sou solteiro por opção, gosto demasiado de mulheres para me dedicar apenas a uma, mas ela seria aquela que me levaria a mudar os meus hábitos e talvez casar. Mas não está nos meus planos por agora, embora ela assim deseje.
Adoro aquela sua carinha de anjo com os olhos verdes sempre a brilhar e o sorriso meio tímido que me desarma. Adoro o seu belo corpo; pernas altas e grossas. Peito generoso, o umbigo é perfeito e o seu túnel peludo e estreito é oitava maravilha do mundo onde eu realizo a minhas mais íntimas e profundas fantasias… é uma amante dedicada, carinhosa, meiga. Mas essas qualidades não anulam a sua forte personalidade. É firme e decidida nas suas ambições, nas quais me inclui.
Não conheço ser mais belo do que ela. É tão linda por dentro como é na sua aparência física. Adoro-a como pessoa. É a mulher que qualquer homem quereria ter como companheira e mãe dos seus filhos.
Será amor?
Poderá um homem adorar uma mulher com paixão, ter por ela um enorme tesão, carinho e os sentimentos mais nobres.
Sentir o coração destroçado só com a possibilidade de um dia a perder e ainda assim não a amar? Não será isso mesmo amor? E o que é que o amor tem a ver com tudo isto? Não será somente o desejo no seu estado mais puro, uma questão de pele. Química?
Com estes pensamentos cheguei ao Porto, pelo Freixo, passei ao largo do Dragão (belo estádio) direito a rotunda AEP o destino, NorteShopping. Estacionei onde sempre o faço perto da entrada da FNAC e subi ao piso da restauração.
- André!
Ouvi alguém chamar por mim. Virei-me quando senti uma mão feminina nas minhas costas.
- Olá! Disse ela sorrindo.
Reconheci no imediato. Era a Célia!
- Olá! Tas boa? A quanto tempo… Respondi enquanto nos beijávamos na face.
- Óptima, não vês? Respondeu exibindo um Magnifico sorriso, lábios perfeitos e sensuais, que eu tão bem conhecia.
- Que fazes no Porto? Acrescentou.
- Vim em trabalho, mas em boa hora vim… tenho seguido a tua carreira, muito sucesso! Respondi devolvendo o sorriso.
- Algum. Respondeu com modéstia, acrescentando: Tens companhia para o almoço?
- Agora já tenho. Disse.
- Não mudas. Retorquiu rindo.
Foi muito agradável e inesperado o encontro. Não via a Célia à uns cinco anos, estava ainda mais sensual do nunca. Fomos colegas, amigos e amantes, depois cada um seguiu o seu rumo.
Conhecemo-nos de outras vidas; Ambos fomos manequins e fizemos um trajecto comum na comunicação social. Ela optou definitivamente pelo jornalismo enquanto eu segui outro caminho. Tenho acompanhado a sua carreira, vejo-a esporadicamente num canal de televisão de cabo.
Almoçamos no Armazém da Cerveja, falamos das nossas vidas, de novos projectos. Mas o passado esteve sempre presente. É sempre muito agradável reencontramos alguém com quem partilhamos emoções, intimidades, ambições e mesmo após o adeus, sempre complicado quando a outra parte continua envolvida, ainda assim sentirmos uma grande emoção por esse reencontro.
- Tivemos grandes momentos! Disse ela.
- Só me lembro desses. Respondi com um sorriso.
- Continuas um bom malandro… Retorquiu, acrescentando:
- Tenho de fazer umas compras, acompanhas-me?
- Sim claro, a menos que sejam compras de supermercado. Respondi.
- Roupas… e algumas peças intimas. Devolveu com um sorriso sensual.
A sensação a dejávu assolou-me enquanto a ajudava a levantar da mesa. Já nos corredores do shopping, caminhando a seu lado, senti que a sua mão procurava a minha. Não me fiz de rogado e aceitei o convite dando-lhe a mão. Olhou-me nos olhos e sorriu, acrescentando:
- Entramos aqui esta loja é recente (H§M), quero ver uma saia.
Não respondi, limitei-me a acompanha-la por entre os expositores de roupa, estávamos muito juntos, sentia as suas curvas a roçar no meu corpo. A loja aquela hora (14:30) estava praticamente vazia.
Por fim encontrou o que tanto procurava…a tal saia.
- Gostas? Perguntou colocando a saia à sua frente.
- Muito sensual... Respondi levando as mãos à cabeça.
- Tolo… vou experimentar. Devolveu sorrindo, acrescentou:
- Vem, quero a tua opinião.
Segui-a até aos provadores, sorrimos para a empregada e entramos juntos na cabine de prova. Bastante generosa em termos de espaço e com espelhos estrategicamente colocados de modo a permitir uma visão de todos os anglos.
Logo após trancar a porta os nossos corpos colaram-se um ao outro e beijamo-nos com paixão. As minhas mãos percorreram o seu corpo, esgueirando-se por baixo da roupa até se fixarem, uma no peito e outra na sua generosa vulva. Ela apalpava o meu rabo e lutava desesperadamente com o meu cinto, para desaperta-lo.
- Tira as calças e come-me! Sussurrou ao meu ouvido despia o vestido.
Observei maravilhado o seu belo corpo, estava mais apetitosa do que nunca, enquanto despia as calças. Ela, nua, apenas com os sapatos de salto alto, encostou-se à parede de fundo e preparou-se para me receber. Encostei-me e de imediato senti o calor do seu corpo a transferir-se para o meu concentrando-se no pénis, já em riste.
- Oh! Tas tão quente! Murmurou quando a penetrei.
- Que cona gostosa. Respondi enquanto a penetrava profundamente.
Estávamos ambos de pé e os nossos corpos bem juntos, aumentei o ritmo e intensidade de penetração. Sentia os seus seios generosos esmagados no meu peito, ela gemia enquanto cravava as unhas nas minhas nádegas e pelo espelho via os meus movimentos enquanto a penetrava. Estávamos ambos doidos de tesão!
- Isso fode-me com força… oh! Quase gritava no meu ouvido.
Fiz uma pausa e virei-a ao contrário, ficando com o rosto para a parede e o seu rabo delicioso, empinado, virado para mim. Nessa posição com as pernas bem abertas voltei a penetra-la, fundo e forte. Com uma mão apalpava-lhe as mamas e com a outra acariciava o seu sensível clítoris.
- Oh! Querido… isso… sim… beija-me! Gemia enquanto lambia os lábios.
Assim fiz, beijei-a com tesão, a nossa boca fundiu-se numa só.
Aumentei a intensidade, malhava com loucura, totalmente descontrolado de prazer preparei-me para gozar na sua cona deliciosa.
- Oh! Oh! Uiiiii… vem, vem-te! Gemia enquanto apertava as coxas, estreitando ainda mais o seu túnel gostoso. Não resisti e explodi de prazer dentro dela.
- Oh… És tão boa! Sussurrei ao seu ouvido enquanto atingia o clímax. Acrescentei:
- Tão boa… À muito tempo que não comia uma cona tão boa!
Por momentos ficamos assim, abraçados, depois voltamos à realidade e prontamente nos vestimos.
- É disto que sinto falta. Disse ela, acrescentando:
- Nunca te negas e tens sempre muita energia…onde vais buscar tanta energia?
Não respondi directamente apenas disse:
- Estás mais gostosa que à cinco anos, como o tempo voa…
Saímos da cabine, ao fundo do corredor a empregada olhava para nós intrigada. Quando passamos por ela, disse:
- Está tudo bem?
- Não, não levo a saia. Respondeu depositando a saia no balcão.
Já fora da loja, rimos enquanto caminhávamos de mãos dadas.
- Pensei muito em ti, sofri com o fim da nossa relação, a verdade é que não encontrei outro homem que me preenche-se como tu… Disse olhando no meu olhos.
Ficamos abraçados por breves momentos.
- Adorei reencontrar-te. Tens alguém especial, namorado, amigo… Perguntei.
Ela negou com a cabeça.
- Agora já tens, vamos manter o contacto. Ok? Disse.
- Vou todas as semanas a Lisboa. Disse sorrindo.
- E eu ao Porto, já são dois dias por semana… respondi.
Rimos, trocamos contactos e beijamo-nos intensamente, o tempo era de despedida, eram quase 15 horas, tinha de ir buscar a Daniela ao hospital.
Depois deste reencontro as minhas viagens semanais ao Porto passaram a ter um encanto redobrado…
Todas as semanas vou ao Porto, supostamente em trabalho, na verdade é mais para estar com uma amiga muito querida, com quem mantenho uma relação íntima a três anos. Um caso raro de longevidade.
Assim na terça-feira, após a reunião matinal na empresa, pus me a caminho do Porto. O trajecto foi mesmo de sempre, A1 embora as obras deixem os nervos em franja, não há outra alternativa…
Como é habitual paro a meio do caminho, na estação de serviço de Pombal. Serve para esticar as pernas e mudar a agua as azeitonas. Estava nessa prazeirosa tarefa, olhando para os três buracos do urinol, quando a Daniela ligou. A custo atendi o telemóvel enquanto a outra mão sacudia o plátano.
- Olá minha menina. Disse sorrindo.
- Meu menino, já estas a caminho? Perguntou.
- Sim, devo chegar ao Porto ao meio-dia. Respondi.
- Oh! Desculpa amor, não vai dar para almoçarmos. Só saio do hospital as 15horas. Disse ela.
A Daniela é médica, recém formada.
- Tudo bem, minha querida. Temos o jantar e a noite toda pela frente. Respondi acrescentando:
- Almoço no Norteshopping, depois vou buscar-te ao hospital, ok?
- Combinado, beijo doce. Respondeu ela sorrindo.
- Beijo molhado. Devolvi enquanto caminhava para o carro.
Já no carro retomei a marcha para o Porto.
Conheço a Daniela a três anos e entre nós no imediato se gerou uma grande paixão. Sou solteiro por opção, gosto demasiado de mulheres para me dedicar apenas a uma, mas ela seria aquela que me levaria a mudar os meus hábitos e talvez casar. Mas não está nos meus planos por agora, embora ela assim deseje.
Adoro aquela sua carinha de anjo com os olhos verdes sempre a brilhar e o sorriso meio tímido que me desarma. Adoro o seu belo corpo; pernas altas e grossas. Peito generoso, o umbigo é perfeito e o seu túnel peludo e estreito é oitava maravilha do mundo onde eu realizo a minhas mais íntimas e profundas fantasias… é uma amante dedicada, carinhosa, meiga. Mas essas qualidades não anulam a sua forte personalidade. É firme e decidida nas suas ambições, nas quais me inclui.
Não conheço ser mais belo do que ela. É tão linda por dentro como é na sua aparência física. Adoro-a como pessoa. É a mulher que qualquer homem quereria ter como companheira e mãe dos seus filhos.
Será amor?
Poderá um homem adorar uma mulher com paixão, ter por ela um enorme tesão, carinho e os sentimentos mais nobres.
Sentir o coração destroçado só com a possibilidade de um dia a perder e ainda assim não a amar? Não será isso mesmo amor? E o que é que o amor tem a ver com tudo isto? Não será somente o desejo no seu estado mais puro, uma questão de pele. Química?
Com estes pensamentos cheguei ao Porto, pelo Freixo, passei ao largo do Dragão (belo estádio) direito a rotunda AEP o destino, NorteShopping. Estacionei onde sempre o faço perto da entrada da FNAC e subi ao piso da restauração.
- André!
Ouvi alguém chamar por mim. Virei-me quando senti uma mão feminina nas minhas costas.
- Olá! Disse ela sorrindo.
Reconheci no imediato. Era a Célia!
- Olá! Tas boa? A quanto tempo… Respondi enquanto nos beijávamos na face.
- Óptima, não vês? Respondeu exibindo um Magnifico sorriso, lábios perfeitos e sensuais, que eu tão bem conhecia.
- Que fazes no Porto? Acrescentou.
- Vim em trabalho, mas em boa hora vim… tenho seguido a tua carreira, muito sucesso! Respondi devolvendo o sorriso.
- Algum. Respondeu com modéstia, acrescentando: Tens companhia para o almoço?
- Agora já tenho. Disse.
- Não mudas. Retorquiu rindo.
Foi muito agradável e inesperado o encontro. Não via a Célia à uns cinco anos, estava ainda mais sensual do nunca. Fomos colegas, amigos e amantes, depois cada um seguiu o seu rumo.
Conhecemo-nos de outras vidas; Ambos fomos manequins e fizemos um trajecto comum na comunicação social. Ela optou definitivamente pelo jornalismo enquanto eu segui outro caminho. Tenho acompanhado a sua carreira, vejo-a esporadicamente num canal de televisão de cabo.
Almoçamos no Armazém da Cerveja, falamos das nossas vidas, de novos projectos. Mas o passado esteve sempre presente. É sempre muito agradável reencontramos alguém com quem partilhamos emoções, intimidades, ambições e mesmo após o adeus, sempre complicado quando a outra parte continua envolvida, ainda assim sentirmos uma grande emoção por esse reencontro.
- Tivemos grandes momentos! Disse ela.
- Só me lembro desses. Respondi com um sorriso.
- Continuas um bom malandro… Retorquiu, acrescentando:
- Tenho de fazer umas compras, acompanhas-me?
- Sim claro, a menos que sejam compras de supermercado. Respondi.
- Roupas… e algumas peças intimas. Devolveu com um sorriso sensual.
A sensação a dejávu assolou-me enquanto a ajudava a levantar da mesa. Já nos corredores do shopping, caminhando a seu lado, senti que a sua mão procurava a minha. Não me fiz de rogado e aceitei o convite dando-lhe a mão. Olhou-me nos olhos e sorriu, acrescentando:
- Entramos aqui esta loja é recente (H§M), quero ver uma saia.
Não respondi, limitei-me a acompanha-la por entre os expositores de roupa, estávamos muito juntos, sentia as suas curvas a roçar no meu corpo. A loja aquela hora (14:30) estava praticamente vazia.
Por fim encontrou o que tanto procurava…a tal saia.
- Gostas? Perguntou colocando a saia à sua frente.
- Muito sensual... Respondi levando as mãos à cabeça.
- Tolo… vou experimentar. Devolveu sorrindo, acrescentou:
- Vem, quero a tua opinião.
Segui-a até aos provadores, sorrimos para a empregada e entramos juntos na cabine de prova. Bastante generosa em termos de espaço e com espelhos estrategicamente colocados de modo a permitir uma visão de todos os anglos.
Logo após trancar a porta os nossos corpos colaram-se um ao outro e beijamo-nos com paixão. As minhas mãos percorreram o seu corpo, esgueirando-se por baixo da roupa até se fixarem, uma no peito e outra na sua generosa vulva. Ela apalpava o meu rabo e lutava desesperadamente com o meu cinto, para desaperta-lo.
- Tira as calças e come-me! Sussurrou ao meu ouvido despia o vestido.
Observei maravilhado o seu belo corpo, estava mais apetitosa do que nunca, enquanto despia as calças. Ela, nua, apenas com os sapatos de salto alto, encostou-se à parede de fundo e preparou-se para me receber. Encostei-me e de imediato senti o calor do seu corpo a transferir-se para o meu concentrando-se no pénis, já em riste.
- Oh! Tas tão quente! Murmurou quando a penetrei.
- Que cona gostosa. Respondi enquanto a penetrava profundamente.
Estávamos ambos de pé e os nossos corpos bem juntos, aumentei o ritmo e intensidade de penetração. Sentia os seus seios generosos esmagados no meu peito, ela gemia enquanto cravava as unhas nas minhas nádegas e pelo espelho via os meus movimentos enquanto a penetrava. Estávamos ambos doidos de tesão!
- Isso fode-me com força… oh! Quase gritava no meu ouvido.
Fiz uma pausa e virei-a ao contrário, ficando com o rosto para a parede e o seu rabo delicioso, empinado, virado para mim. Nessa posição com as pernas bem abertas voltei a penetra-la, fundo e forte. Com uma mão apalpava-lhe as mamas e com a outra acariciava o seu sensível clítoris.
- Oh! Querido… isso… sim… beija-me! Gemia enquanto lambia os lábios.
Assim fiz, beijei-a com tesão, a nossa boca fundiu-se numa só.
Aumentei a intensidade, malhava com loucura, totalmente descontrolado de prazer preparei-me para gozar na sua cona deliciosa.
- Oh! Oh! Uiiiii… vem, vem-te! Gemia enquanto apertava as coxas, estreitando ainda mais o seu túnel gostoso. Não resisti e explodi de prazer dentro dela.
- Oh… És tão boa! Sussurrei ao seu ouvido enquanto atingia o clímax. Acrescentei:
- Tão boa… À muito tempo que não comia uma cona tão boa!
Por momentos ficamos assim, abraçados, depois voltamos à realidade e prontamente nos vestimos.
- É disto que sinto falta. Disse ela, acrescentando:
- Nunca te negas e tens sempre muita energia…onde vais buscar tanta energia?
Não respondi directamente apenas disse:
- Estás mais gostosa que à cinco anos, como o tempo voa…
Saímos da cabine, ao fundo do corredor a empregada olhava para nós intrigada. Quando passamos por ela, disse:
- Está tudo bem?
- Não, não levo a saia. Respondeu depositando a saia no balcão.
Já fora da loja, rimos enquanto caminhávamos de mãos dadas.
- Pensei muito em ti, sofri com o fim da nossa relação, a verdade é que não encontrei outro homem que me preenche-se como tu… Disse olhando no meu olhos.
Ficamos abraçados por breves momentos.
- Adorei reencontrar-te. Tens alguém especial, namorado, amigo… Perguntei.
Ela negou com a cabeça.
- Agora já tens, vamos manter o contacto. Ok? Disse.
- Vou todas as semanas a Lisboa. Disse sorrindo.
- E eu ao Porto, já são dois dias por semana… respondi.
Rimos, trocamos contactos e beijamo-nos intensamente, o tempo era de despedida, eram quase 15 horas, tinha de ir buscar a Daniela ao hospital.
Depois deste reencontro as minhas viagens semanais ao Porto passaram a ter um encanto redobrado…
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
Existe algo mais belo...?!
(...)
Há alguma coisa mais bela que o rabo duma mulher?
Redondo, arrebitado, pequeno ou grande.
Prefiro-os em forma de coração, mas todos eles são belos…
E os seios? Haverá algo mais excitante que o peito de uma mulher?
Há para todos os gostos e superam a nossa imaginação; pequenas e rijas como dois limões ou médias e fofas como duas bolas de Berlim, existem ainda as mais generosas, as XXL, com essas damos largas as nossas fantasias mais intimas.
E os mamilos?
Lisos ou pontiagudos, mais escuros ou em tom rosa, eles são o barómetro do desejo.
Excita-me mais as mamas estrábicas; generosas, de mamilos rosa e pontiagudos, cada um olhando para seu lado…
E a barriga? Sim, barriga.
Não há mulher perfeita sem barriga, não precisa ser grande, uma leve saliência, serve.
Realça a perfeição do umbigo. Sim, esse tem de ser perfeito e profundo…Como uma vagina.
E existe algo mais belo e excitante que o sexo da mulher?
Gosto de ver e sentir a maciez da pele delicada, sentir o aroma e o gosto do pequeno molusco.
Não há duas iguais, mais ou menos apertadas, mais ou menos húmidas (o verdadeiro barómetro do desejo), com ou sem pelos. Todas são diferentes e reagem de forma variada ao mesmo denominador, o pénis.
Gosto de todas…
E que dizer das pernas?
Belas ou excitantes, ninguém fica indiferente a um par de pernas… longas ou nem por isso, grossas ou mais esguias.
São preciosas no aumento de volume e temperatura do género masculino.
Para mim as mais longas e grossas são as mais belas…
E por fim o que de mais belo a natureza criou: o rosto da mulher.
A sua importância começa no pescoço; é preferível longo que curto.
Pode ser oval ou redondo, o nariz pequeno ou grande, arrebitado ou não. Importante é o olhar, tem de ter aquele ar de mistério…
E os lábios, que dizer? Existe maior sensualidade? Carnudos ou não, abrem o apetite e deixam-nos levar pela imaginação…
Sim, existe algo mais belo que o corpo de uma mulher?
(...)
Há alguma coisa mais bela que o rabo duma mulher?
Redondo, arrebitado, pequeno ou grande.
Prefiro-os em forma de coração, mas todos eles são belos…
E os seios? Haverá algo mais excitante que o peito de uma mulher?
Há para todos os gostos e superam a nossa imaginação; pequenas e rijas como dois limões ou médias e fofas como duas bolas de Berlim, existem ainda as mais generosas, as XXL, com essas damos largas as nossas fantasias mais intimas.
E os mamilos?
Lisos ou pontiagudos, mais escuros ou em tom rosa, eles são o barómetro do desejo.
Excita-me mais as mamas estrábicas; generosas, de mamilos rosa e pontiagudos, cada um olhando para seu lado…
E a barriga? Sim, barriga.
Não há mulher perfeita sem barriga, não precisa ser grande, uma leve saliência, serve.
Realça a perfeição do umbigo. Sim, esse tem de ser perfeito e profundo…Como uma vagina.
E existe algo mais belo e excitante que o sexo da mulher?
Gosto de ver e sentir a maciez da pele delicada, sentir o aroma e o gosto do pequeno molusco.
Não há duas iguais, mais ou menos apertadas, mais ou menos húmidas (o verdadeiro barómetro do desejo), com ou sem pelos. Todas são diferentes e reagem de forma variada ao mesmo denominador, o pénis.
Gosto de todas…
E que dizer das pernas?
Belas ou excitantes, ninguém fica indiferente a um par de pernas… longas ou nem por isso, grossas ou mais esguias.
São preciosas no aumento de volume e temperatura do género masculino.
Para mim as mais longas e grossas são as mais belas…
E por fim o que de mais belo a natureza criou: o rosto da mulher.
A sua importância começa no pescoço; é preferível longo que curto.
Pode ser oval ou redondo, o nariz pequeno ou grande, arrebitado ou não. Importante é o olhar, tem de ter aquele ar de mistério…
E os lábios, que dizer? Existe maior sensualidade? Carnudos ou não, abrem o apetite e deixam-nos levar pela imaginação…
Sim, existe algo mais belo que o corpo de uma mulher?
(...)
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
Rita, 23 anos...
(...)
Ontem sai com a minha nova colega, a Rita ela é estagiária na empresa à duas semanas. Tem 23 anos e é uma mulher deliciosa, com um corpo escultural e bem torneado. Dá gosto vê-la aproximar-se, pelo peito vultuoso e a cara gulosa. Da mesma forma que dá prazer vê-la afastar-se, pelo belo rabo, imponente e bem definido. É um autêntico furacão, que passa e mobiliza as todas as atenções; masculinas, claro e também as femininas.
Ando a come-la, em segredo, a uma semana. Em segredo pelos mexericos que sempre existem numa empresa, alem disso, porque sou discreto nas minhas conquistas e existem outras mulheres na empresa que apreciam os meus dotes…
Esta última semana de trabalho tem começado invariavelmente da mesma forma; quando chego ao parque subterrâneo da empresa, de manhã, já ela está a minha espera no seu Pólo. Estaciono o carro e dirijo-me para o pequeno WC existente naquele nível, ela segue-me e acabamos a foder como dois animais com o cio naquele espaço exíguo e mal cheiroso. São dez minutos de sexo puro e intenso. Ela sentada, no pequeno lavatório, de pernas abertas e eu de pé no meio a penetrar fundo e forte aquele túnel peludo, quente e muito molhado!
É o meu exercício matinal e sabe tão bem, que quando nos cruzamos ao longo do dia, nos corredores da empresa, a tesão volta.
Um destes dias antes do almoço não resisti, ela estava de volta da fotocopiadora.
- Não tem papel. Disse ela.
- O mal é geral. Respondi no gozo, acrescentando: tens de ir buscar mais ao economato.
- Ora e onde é? Retorqui.
- Follow me… Respondi com um sorriso malandro.
Ela sorriu com malícia olhou em volta e seguiu-me para o economato que fica na extremidade do escritório junto as escadas de serviço.
O nosso economato é pequeno, apenas servindo para guardar alguns artigos de escritório.
Entrei a frente, passado uns segundos entrou ela, sorrimos. Tranquei a porta e avancei, beijei o pescoço e mordi a orelha antes de enfiar a língua na sua boca. Ela tinha a respiração alterada e sentia o seu coração bater descompassadamente. As minhas mãos já deslizavam pelo seu corpo, dentro as calças, apalpei-lhe o rabo enquanto baixava as minhas calças.
Estávamos ambos de pé, ela virou-se de trás roçando o rabo no meu sexo enquanto eu acariciava as suas mamas e o clítoris.
Foda-se, que tesão! Aquele rabo delicioso roçando no meu pénis, cada vez mais grosso e duro. Ela sentindo-o abaixou e de uma só vez meteu-o na boca levando-me ao delírio.
- Oh! Isso… mamas bem. Disse eu, incentivando-a. Que delicia de mamada. Bem lubrificada, com ritmo e muito sentido de gaita.
- Adoro chupar o teu pau, mas não te venhas na minha boca… Disse ela, numa pausa enquanto lambia os testículos.
Puxei-a para mim, baixei as suas calças por completo e encostei-a a uma palete de caixas de papel, ficando ela com aquele belo rabo bem empinado a minha disposição.
- Que fazes. Disse ela.
- Vou te foder. Respondi nas calmas.
- Aqui? Tas doido? Disse ela com a voz trémula de desejo.
- Aqui e agora. Respondi enquanto a agarrava pelo rabo.
Meti bem fundo, de uma vez só, penetrando aquele túnel apertado e delicioso. Ela apoiou-se bem prevendo a intensidade das estocadas. Eu estava doido de tesão, ver aquele rabo delicioso a abrir-se para mim enquanto a comia a bruta.
- Oh! Gosto á bruta… isso dá-me! Dizia ela com a voz melosa.
Meti bem fundo e explodi de prazer dentro dela.
- Oh! Oh! Oh! Não há nada melhor… Quase gritei.
Foram três, quatro minutos do melhor sexo.
Gosto de mulheres assim, bonitas, inteligentes q.b. e boas de foder. Que gostem de dar, tanto como gostam de recebem…
Rapidamente compusemos a roupa, tirei uma caixa de papel para copiadora enquanto ela destrancava a porta.
- Vamos. Disse sorrindo.
- A tarde á mais… respondi enquanto saíamos do economato.Eu dirigi-me a fotocopiadora para repor o papel e ela a toillet.
- Deixaste-me toda molhada. Disse.
No final do dia o ritual é outro. Ela mora em Massamá e eu em Cascais, não sendo longe são caminhos quase o postos que temos de fazer. Assim acabamos a desanuviar a tesão acumulada ao longo do dia, numa pensão na baixa.
Na última quinta-feira, depois de mais uma dupla sessão vespertina de sexo, enquanto tomávamos banho perguntou:
- Gostas do Jorge Palma? É que tenho dois bilhetes para o concerto em Sintra… e não tenho companhia, melhor dizendo gostava que fosses comigo.
As mulheres são terríveis, as voltas que dão só para fazer uma simples pergunta.
- Sim gosto e vou com todo prazer. Respondi.
O rosto dela iluminou-se e riu com alegria enquanto se abraçava a mim.É um privilégio desfrutar da sua companhia, alem de inteligente, a Rita é uma bela mulher. O cabelo preto encaracolado e a pele morena realçam o verde dos seus olhos, os lábios carnudos e o sorriso desarmam qualquer um. Com ela a alegria é permanente.
Na sexta-feira não tivemos a habitual sessão vespertina de sexo, saímos mais cedo e fiquei de passar em sua casa, vive com os pais e irmãos, pelas 21:30 para irmos ao concerto do Jorge Palma, em Sintra.
Assim a hora combinada estava a porta dela, estacionei em frente ao prédio e toquei a campainha.
- Quem é? Perguntou uma voz masculina.
- Boa noite, a Rita por favor. Disse.
- Ó Rita é para ti… Ouvi do outro lado.
- És tu, André? Sobe os meus pais querem te conhecer. Disse ela.
- Sim, querida. Mas hoje não dá, tenho carro mal estacionado… Respondi.
Nesta altura não tenho qualquer intenção de conhecer a sua numerosa e simpática família.
Com ela já a meu lado, no carro, seguimos pelo IC19 para Sintra. Destino centro cultural Olga Cadaval, que eu conheci a mais de vinte anos ainda como Cine-Teatro Carlos Manuel, como o tempo passa… e ainda bem! Tudo se renova e se transforma, por vezes duma abóbora em um coche, como no conto infantil, foi o caso. Fiquei deslumbrado com a renovação deste espaço.
Ás 22:20 o momento mais esperado: Naquele seu jeito meio alucinado e aos trambolhões, Jorge Palma em palco.
Foram quase duas horas de empatia total com o seu público, no qual me incluo, que lotava por completo a sala. “Dá-me lume”, “Encosta-te a mim” e “deixa-me rir”, levaram a sala ao delírio! Jorge Palma igual a si próprio; provocador e respondendo, também a todas as provocações do publico. Por momentos parecia que estava numa qualquer semana académica.
Findo o espectáculo rumamos ao Caipirinha Bar, ainda em Sintra na zona da Estefânia. O espaço embora vulgar na sua decoração tem um ambiente agradável, dentro do género. Bebemos uma caipirinha e jogamos snooker, durante uma hora, depois saímos e acabamos a foder no banco de trás do carro ali mesmo no parque de estacionamento do bar.
Quando chegamos ao estacionamento, junto ao carro beijamo-nos, enquanto a acariciava as mamas ela habilidosamente tirou o meu pénis, já em descolagem vertical, para fora das calças e manuseou-o a vontade. Depois ajoelhou-se e abocanhou-o, mamava com ritmo, doida de tesão. Agarrei na sua cabeça, pelos cabelos, e ela permitiu que a come-se na boca aumentado o ritmo da mamada. Quase no auge parei, retirei o pénis da sua boca e puxei-a para mim, beijando-a, encostei-a ao carro e subi a sua saia enquanto desviava o fio dental e penetrei-a com o dedo anelar, preparando o caminho. Ela gemeu e agarrou no meu pénis guiando-o até ao seu túnel delicioso!
Ela estava no ponto, estremeceu quando a penetrei com intensidade, quase a bruta.
- Ó isso, dá-me… dá-me forte. Dizia ela ao meu ouvido.
- Que cona deliciosa! Não me canso de te foder… Respondi no mesmo tom.
O barulho de alguém que se aproximava devolveu-nos à realidade. Paramos os movimentos e entramos no carro, ambos no banco de trás, a tesão era grande e o desfecho inevitavelmente seria ali.
Tranquei as portas, os vidros estavam totalmente embaciados, abstraímo-nos de tudo o resto e apenas nos concentramos nos nossos corpos. Tirei as calças enquanto ela se despia totalmente, sentei-me no banco do meio com pénis em riste esperando por ela, que não tardou em sentar-se nele virada para mim, senti de imediato o seu calor no meu pénis que foi aumentando a medida que ela cavalgava em mim. Com as mãos no tejadilho do carro ela ajudava a dar mais ritmo, eu lambia as suas generosas mamas que baloiçavam a minha frente e com uma mão acariciava o clítoris, com a outra apalpava o seu rabo e penetrava-a no ânus.
- Isso! Gritava ela enquanto aumentava o ritmo.
- Fodes bem… Respondi, incentivando-a a aumentar o ritmo.
- Oh! Oh! Oh!... Ela gemia e o seu corpo começava a tremer.
Acariciei ao de leve o clítoris e meti o dedo mais fundo no seu cu. O seu corpo reagiu de imediato; comecei a sentir o seu túnel contraindo-se cada vez mais apertando ainda mais o meu pénis. A tesão estava no auge e o clímax era eminente.
- Oh! Querido… bate-me no rabo! Disse fora de si.
Dei-lhe três ou quatro palmadas nas nádegas. Ela delirava e o seu túnel delicioso apertava cada vez mais o meu pénis. Estava quase no ponto.
- Oh! Isso… (continuava a dar-lhe palmadas) oh! Querido… oh! Vem-te… vem-te! Gritava descontrolada.
Não se recusa um pedido tão generoso a uma senhora. Foi o que fiz… deixei-me vir! Ejaculei violentamente dentro dela. Ela aumentou o ritmo e depois afundou-se no meu pénis, parando e abanando ao de leve o rabo. Sentia a sua cona a latejar no meu pénis.
- Oh! Foda tão boa… Dissemos.
Ficamos assim, dentro dela e abraçados, uns minutos. Depois vestimo-nos, saímos do carro, sentia me bem. Feliz é o termo.
O cenário era incrivelmente belo: o luar intenso iluminava a serra de Sintra, via-se com nitidez a vegetação exuberante e as muralhas do castelo dos Mouros recortada na paisagem.
- André, não quero que te assustes ou que fiques envaidecido, mas estou a gostar demais de ti. Apaixonei-me por ti no primeiro dia que te vi noescritório… Disse ela, inspirada pela paisagem ou pelo belo momento de sexo que tivéramos.Não respondi, com sempre faço nestas ocasiões, olhei-a nos olhos e beijamo-nos longamente.
Não me sinto preparado para ter apenas uma mulher na minha vida e sei que isso será inevitável se me apaixonar…
(...)
Ontem sai com a minha nova colega, a Rita ela é estagiária na empresa à duas semanas. Tem 23 anos e é uma mulher deliciosa, com um corpo escultural e bem torneado. Dá gosto vê-la aproximar-se, pelo peito vultuoso e a cara gulosa. Da mesma forma que dá prazer vê-la afastar-se, pelo belo rabo, imponente e bem definido. É um autêntico furacão, que passa e mobiliza as todas as atenções; masculinas, claro e também as femininas.
Ando a come-la, em segredo, a uma semana. Em segredo pelos mexericos que sempre existem numa empresa, alem disso, porque sou discreto nas minhas conquistas e existem outras mulheres na empresa que apreciam os meus dotes…
Esta última semana de trabalho tem começado invariavelmente da mesma forma; quando chego ao parque subterrâneo da empresa, de manhã, já ela está a minha espera no seu Pólo. Estaciono o carro e dirijo-me para o pequeno WC existente naquele nível, ela segue-me e acabamos a foder como dois animais com o cio naquele espaço exíguo e mal cheiroso. São dez minutos de sexo puro e intenso. Ela sentada, no pequeno lavatório, de pernas abertas e eu de pé no meio a penetrar fundo e forte aquele túnel peludo, quente e muito molhado!
É o meu exercício matinal e sabe tão bem, que quando nos cruzamos ao longo do dia, nos corredores da empresa, a tesão volta.
Um destes dias antes do almoço não resisti, ela estava de volta da fotocopiadora.
- Não tem papel. Disse ela.
- O mal é geral. Respondi no gozo, acrescentando: tens de ir buscar mais ao economato.
- Ora e onde é? Retorqui.
- Follow me… Respondi com um sorriso malandro.
Ela sorriu com malícia olhou em volta e seguiu-me para o economato que fica na extremidade do escritório junto as escadas de serviço.
O nosso economato é pequeno, apenas servindo para guardar alguns artigos de escritório.
Entrei a frente, passado uns segundos entrou ela, sorrimos. Tranquei a porta e avancei, beijei o pescoço e mordi a orelha antes de enfiar a língua na sua boca. Ela tinha a respiração alterada e sentia o seu coração bater descompassadamente. As minhas mãos já deslizavam pelo seu corpo, dentro as calças, apalpei-lhe o rabo enquanto baixava as minhas calças.
Estávamos ambos de pé, ela virou-se de trás roçando o rabo no meu sexo enquanto eu acariciava as suas mamas e o clítoris.
Foda-se, que tesão! Aquele rabo delicioso roçando no meu pénis, cada vez mais grosso e duro. Ela sentindo-o abaixou e de uma só vez meteu-o na boca levando-me ao delírio.
- Oh! Isso… mamas bem. Disse eu, incentivando-a. Que delicia de mamada. Bem lubrificada, com ritmo e muito sentido de gaita.
- Adoro chupar o teu pau, mas não te venhas na minha boca… Disse ela, numa pausa enquanto lambia os testículos.
Puxei-a para mim, baixei as suas calças por completo e encostei-a a uma palete de caixas de papel, ficando ela com aquele belo rabo bem empinado a minha disposição.
- Que fazes. Disse ela.
- Vou te foder. Respondi nas calmas.
- Aqui? Tas doido? Disse ela com a voz trémula de desejo.
- Aqui e agora. Respondi enquanto a agarrava pelo rabo.
Meti bem fundo, de uma vez só, penetrando aquele túnel apertado e delicioso. Ela apoiou-se bem prevendo a intensidade das estocadas. Eu estava doido de tesão, ver aquele rabo delicioso a abrir-se para mim enquanto a comia a bruta.
- Oh! Gosto á bruta… isso dá-me! Dizia ela com a voz melosa.
Meti bem fundo e explodi de prazer dentro dela.
- Oh! Oh! Oh! Não há nada melhor… Quase gritei.
Foram três, quatro minutos do melhor sexo.
Gosto de mulheres assim, bonitas, inteligentes q.b. e boas de foder. Que gostem de dar, tanto como gostam de recebem…
Rapidamente compusemos a roupa, tirei uma caixa de papel para copiadora enquanto ela destrancava a porta.
- Vamos. Disse sorrindo.
- A tarde á mais… respondi enquanto saíamos do economato.Eu dirigi-me a fotocopiadora para repor o papel e ela a toillet.
- Deixaste-me toda molhada. Disse.
No final do dia o ritual é outro. Ela mora em Massamá e eu em Cascais, não sendo longe são caminhos quase o postos que temos de fazer. Assim acabamos a desanuviar a tesão acumulada ao longo do dia, numa pensão na baixa.
Na última quinta-feira, depois de mais uma dupla sessão vespertina de sexo, enquanto tomávamos banho perguntou:
- Gostas do Jorge Palma? É que tenho dois bilhetes para o concerto em Sintra… e não tenho companhia, melhor dizendo gostava que fosses comigo.
As mulheres são terríveis, as voltas que dão só para fazer uma simples pergunta.
- Sim gosto e vou com todo prazer. Respondi.
O rosto dela iluminou-se e riu com alegria enquanto se abraçava a mim.É um privilégio desfrutar da sua companhia, alem de inteligente, a Rita é uma bela mulher. O cabelo preto encaracolado e a pele morena realçam o verde dos seus olhos, os lábios carnudos e o sorriso desarmam qualquer um. Com ela a alegria é permanente.
Na sexta-feira não tivemos a habitual sessão vespertina de sexo, saímos mais cedo e fiquei de passar em sua casa, vive com os pais e irmãos, pelas 21:30 para irmos ao concerto do Jorge Palma, em Sintra.
Assim a hora combinada estava a porta dela, estacionei em frente ao prédio e toquei a campainha.
- Quem é? Perguntou uma voz masculina.
- Boa noite, a Rita por favor. Disse.
- Ó Rita é para ti… Ouvi do outro lado.
- És tu, André? Sobe os meus pais querem te conhecer. Disse ela.
- Sim, querida. Mas hoje não dá, tenho carro mal estacionado… Respondi.
Nesta altura não tenho qualquer intenção de conhecer a sua numerosa e simpática família.
Com ela já a meu lado, no carro, seguimos pelo IC19 para Sintra. Destino centro cultural Olga Cadaval, que eu conheci a mais de vinte anos ainda como Cine-Teatro Carlos Manuel, como o tempo passa… e ainda bem! Tudo se renova e se transforma, por vezes duma abóbora em um coche, como no conto infantil, foi o caso. Fiquei deslumbrado com a renovação deste espaço.
Ás 22:20 o momento mais esperado: Naquele seu jeito meio alucinado e aos trambolhões, Jorge Palma em palco.
Foram quase duas horas de empatia total com o seu público, no qual me incluo, que lotava por completo a sala. “Dá-me lume”, “Encosta-te a mim” e “deixa-me rir”, levaram a sala ao delírio! Jorge Palma igual a si próprio; provocador e respondendo, também a todas as provocações do publico. Por momentos parecia que estava numa qualquer semana académica.
Findo o espectáculo rumamos ao Caipirinha Bar, ainda em Sintra na zona da Estefânia. O espaço embora vulgar na sua decoração tem um ambiente agradável, dentro do género. Bebemos uma caipirinha e jogamos snooker, durante uma hora, depois saímos e acabamos a foder no banco de trás do carro ali mesmo no parque de estacionamento do bar.
Quando chegamos ao estacionamento, junto ao carro beijamo-nos, enquanto a acariciava as mamas ela habilidosamente tirou o meu pénis, já em descolagem vertical, para fora das calças e manuseou-o a vontade. Depois ajoelhou-se e abocanhou-o, mamava com ritmo, doida de tesão. Agarrei na sua cabeça, pelos cabelos, e ela permitiu que a come-se na boca aumentado o ritmo da mamada. Quase no auge parei, retirei o pénis da sua boca e puxei-a para mim, beijando-a, encostei-a ao carro e subi a sua saia enquanto desviava o fio dental e penetrei-a com o dedo anelar, preparando o caminho. Ela gemeu e agarrou no meu pénis guiando-o até ao seu túnel delicioso!
Ela estava no ponto, estremeceu quando a penetrei com intensidade, quase a bruta.
- Ó isso, dá-me… dá-me forte. Dizia ela ao meu ouvido.
- Que cona deliciosa! Não me canso de te foder… Respondi no mesmo tom.
O barulho de alguém que se aproximava devolveu-nos à realidade. Paramos os movimentos e entramos no carro, ambos no banco de trás, a tesão era grande e o desfecho inevitavelmente seria ali.
Tranquei as portas, os vidros estavam totalmente embaciados, abstraímo-nos de tudo o resto e apenas nos concentramos nos nossos corpos. Tirei as calças enquanto ela se despia totalmente, sentei-me no banco do meio com pénis em riste esperando por ela, que não tardou em sentar-se nele virada para mim, senti de imediato o seu calor no meu pénis que foi aumentando a medida que ela cavalgava em mim. Com as mãos no tejadilho do carro ela ajudava a dar mais ritmo, eu lambia as suas generosas mamas que baloiçavam a minha frente e com uma mão acariciava o clítoris, com a outra apalpava o seu rabo e penetrava-a no ânus.
- Isso! Gritava ela enquanto aumentava o ritmo.
- Fodes bem… Respondi, incentivando-a a aumentar o ritmo.
- Oh! Oh! Oh!... Ela gemia e o seu corpo começava a tremer.
Acariciei ao de leve o clítoris e meti o dedo mais fundo no seu cu. O seu corpo reagiu de imediato; comecei a sentir o seu túnel contraindo-se cada vez mais apertando ainda mais o meu pénis. A tesão estava no auge e o clímax era eminente.
- Oh! Querido… bate-me no rabo! Disse fora de si.
Dei-lhe três ou quatro palmadas nas nádegas. Ela delirava e o seu túnel delicioso apertava cada vez mais o meu pénis. Estava quase no ponto.
- Oh! Isso… (continuava a dar-lhe palmadas) oh! Querido… oh! Vem-te… vem-te! Gritava descontrolada.
Não se recusa um pedido tão generoso a uma senhora. Foi o que fiz… deixei-me vir! Ejaculei violentamente dentro dela. Ela aumentou o ritmo e depois afundou-se no meu pénis, parando e abanando ao de leve o rabo. Sentia a sua cona a latejar no meu pénis.
- Oh! Foda tão boa… Dissemos.
Ficamos assim, dentro dela e abraçados, uns minutos. Depois vestimo-nos, saímos do carro, sentia me bem. Feliz é o termo.
O cenário era incrivelmente belo: o luar intenso iluminava a serra de Sintra, via-se com nitidez a vegetação exuberante e as muralhas do castelo dos Mouros recortada na paisagem.
- André, não quero que te assustes ou que fiques envaidecido, mas estou a gostar demais de ti. Apaixonei-me por ti no primeiro dia que te vi noescritório… Disse ela, inspirada pela paisagem ou pelo belo momento de sexo que tivéramos.Não respondi, com sempre faço nestas ocasiões, olhei-a nos olhos e beijamo-nos longamente.
Não me sinto preparado para ter apenas uma mulher na minha vida e sei que isso será inevitável se me apaixonar…
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